-
Mastantuono é a grande ausência na lista de convocados da Argentina para amistoso contra Guatemala
-
Presidente da Venezuela destitui Padrino, leal ministro da Defesa de Maduro
-
Fed mantém juros, enquanto guerra afeta perspectivas da inflação
-
Donnarumma diz que Vini Jr. deveria tentar 'ser querido por todo mundo'
-
Preço do petróleo dispara após ataques a instalações de gás no Irã; bolsas caem
-
Braga goleia Ferencváros (4-0) e avança às quartas de final da Liga Europa
-
Chefe do tráfico morre em operação policial no centro do Rio, que deixa outros 7 mortos
-
De Verstappen a Hamilton, estrelas divergem sobre novo regulamento da Fórmula 1
-
Membros de comboio internacional começam a chegar a Cuba com ajuda humanitária
-
'Contate-nos': Mossad israelense busca espiões no Irã em plena guerra
-
Nova partícula é descoberta pelo Grande Colisor de Hádrons
-
Paquistão anuncia cessar-fogo com Afeganistão durante fim do Ramadã
-
Com lesão no ombro, Kasper Schmeichel fala em possível aposentadoria
-
Senegal pede investigação por 'suspeita de corrupção' após ter título da CAN retirado
-
Eurodeputados querem proibir criação de imagens sexuais falsas geradas por IA
-
EUA diz que IA da Anthropic representa 'risco inaceitável' para o Exército
-
Promotoria na Noruega pede mais de 7 anos de prisão para filho de princesa julgado por estupros
-
Ryan Gosling quer levar o público aos cinemas com 'Devoradores de Estrelas'
-
Ucranianos recebem seus prisioneiros de guerra à beira da estrada
-
ONG confirma que ataque contra clínica de Cabul deixou 'centenas de mortos e feridos'
-
Pelo menos 12 mortos em bombardeios israelenses no centro de Beirute
-
Irã enterra Larijani e promete vingar sua morte
-
Federação de Senegal vai recorrer contra decisão 'injusta' que retirou o título do país da Copa Africana
-
Irã promete vingar a morte de Larijani
-
Com aprovação do Paraguai, Mercosul ratifica acordo comercial com a UE
-
Bukele endurece guerra contra grupos criminosos em El Salvador
-
ONU alerta para redução dos avanços contra a mortalidade infantil
-
Bia Haddad é eliminada na primeira rodada do WTA 1000 de Miami
-
Cerimônia do Oscar tem audiência 9% menor
-
EUA aumenta pressão sobre Cuba, que restabelece eletricidade após apagão
-
Nvidia retoma produção de chips para clientes da China
-
Brasil reforça proteção de menores na internet
-
CAF retira título do Senegal e declara Marrocos campeão da Copa Africana de Nações
-
Atlético de Madrid tenta, contra o Tottenham, confirmar vaga nas quartas da Champions
-
Com dois gols de Vini, Real Madrid volta a vencer City (2-1) e vai às quartas da Champions
-
Arsenal vence Leverkusen (2-0) e avança às quartas de final da Champions
-
PSG volta a vencer Chelsea (3-0) e vai às quartas da Champions
-
Szoboszlai lidera Liverpool na luta pela virada contra o Galatasaray
-
Petróleo sobe diante de perturbações no fornecimento
-
Sporting goleia Bodo/Glimt (5-0) e avança às quartas de final da Champions
-
Milei critica Irã em aniversário de atentado contra embaixada de Israel na Argentina
-
Messi está em 'perfeitas condições' para jogo contra Nashville, diz Mascherano
-
Três lesionados em uma semana: Bayern e sua escassez de goleiros contra a Atalanta
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por homicídio na França
-
Tudor acha difícil, "mas não impossível", virada do Tottenham contra o Atlético de Madrid
-
Técnico do Newcastle quer que time cresça com pressão do Camp Nou
-
EUA aumenta pressão sobre Cuba enquanto ilha luta contra apagão em massa
-
Starmer pede que se mantenha atenção na Ucrânia após reunião com Zelensky
-
Liverpool precisa dar motivos aos torcedores 'para se empolgarem', diz Robertson
-
Guerra no Oriente Médio reacende temores de nova crise do petróleo
JPMorgan pagará 290 milhões de dólares a vítimas de Jeffrey Epstein
O banco americano JPMorgan Chase pagará 290 milhões de dólares (cerca de 1,47 bilhão de reais na cotação atual) às supostas vítimas do falecido financista Jeffrey Epstein, acusado de exploração sexual de menores. O acordo foi anunciado nesta segunda-feira (12) e evita um julgamento de grande repercussão midiática.
O valor, divulgado inicialmente pelo Wall Street Journal, foi confirmado à AFP por um dos advogados das vítimas, David Boies.
"As partes acreditam que este acordo é o melhor para todos, especialmente para as vítimas que sobreviveram aos terríveis abusos do senhor Epstein", afirmou um comunicado conjunto.
Em 2008, Jeffrey Epstein foi condenado por pagar garotas por massagens a pessoas de seu entorno na Flórida, mas após um acordo judicial secreto, foi sentenciado a 13 meses de prisão e se livrou de um julgamento federal.
Mais tarde, em 2019, foi acusado e preso por organizar, durante vários anos, uma rede formada por dezenas de jovens, com as quais manteve relações sexuais em suas propriedades. Suicidou-se na prisão algumas semanas depois, antes de ser julgado.
- "Acordos históricos" -
O acordo é alcançado após uma primeira bem-sucedida negociação em meados de maio, com o Deutsche Bank.
Na ocasião, foi anunciado que o banco alemão pagaria 75 milhões de dólares (cerca de 382 milhões de reais na cotação da época) para resolver um litígio, no qual o banco alemão foi acusado de se beneficiar, ao apoiar o esquema do falecido magnata.
Os advogados das vítimas alegaram que a instituição alemã permitiu que o suposto predador sexual atuasse graças aos serviços financeiros que prestou desde 2013.
O acordo foi alcançado após uma ação coletiva iniciada contra um acusado não identificado, apresentada por uma mulher também sob anonimato — aparentemente a mesma do caso do JPMorgan —, em novembro de 2022.
"Estes acordos são históricos e mudarão a vida das sobreviventes", disse Sigrid McCawley, uma das advogadas da suposta vítima.
"O dinheiro que, durante muito tempo, fluiu entre a rede de prostituição de Jeffrey Epstein e os principais bancos de Wall Street, agora tem um bom uso."
Segundo McCawley, estas decisões "indicam que as instituições financeiras têm um papel importante para identificar e deter o tráfico sexual".
- Trama complexa -
Esta resolução consensual livra o banco de uma ação civil que provavelmente teria despertado muita atenção midiática e poderia associar, com ou sem razão, a imagem do JPMorgan Chase à de Jeffrey Epstein.
O anúncio foi divulgado no dia da decisão do juiz federal Jed Rakoff, que permitiu que a demanda fosse habilitada como ação coletiva, aberta a todas as supostas vítimas de abusos sexuais cometidos por Jeffrey Epstein.
O caso chegou inclusive ao emblemático diretor-executivo do banco, Jamie Dimon, que precisou testemunhar várias vezes em maio, apesar de não estar implicado diretamente.
Os advogados das supostas vítimas haviam solicitado que o alto executivo prestasse depoimento novamente.
Um ex-executivo do JPMorgan Chase, James "Jes" Staley, está no centro da relação do banco com Epstein, de quem era amigo.
O homem, que atuou como diretor do setor de serviços 'premium' (destinados a clientes ricos e instituições), saiu do banco em 2013 e afirmou que mencionou o caso de Epstein a Dimon, que negou. JPMorgan Chase o processou em um tribunal civil.
"Qualquer associação com ele (Epstein) foi um erro e lamentamos", destacou o banco JPMorgan em nota enviada à AFP. "Nunca teríamos continuado nossa relação com ele se soubéssemos que estava usando nosso banco para facilitar crimes cruéis."
O JPMorgan também é objeto de uma ação apresentada pelo governo das Ilhas Virgens, território dos Estados Unidos no Caribe, que também o acusa de proporcionar serviços bancários a Epstein que o permitiram sustentar sua rede de prostituição.
Iniciada em 2022 por uma mulher, cuja identidade não foi revelada, a ação coletiva acusa a JPMorgan Chase de facilitar o comportamento de Jeffrey Epstein, ao permitir o financiamento de suas atividades. As acusações foram negadas pelo banco.
B.Shevchenko--BTB