-
Pelo menos 12 mortos em bombardeios israelenses no centro de Beirute
-
Irã enterra Larijani e promete vingar sua morte
-
Federação de Senegal vai recorrer contra decisão 'injusta' que retirou o título do país da Copa Africana
-
Irã promete vingar a morte de Larijani
-
Com aprovação do Paraguai, Mercosul ratifica acordo comercial com a UE
-
Bukele endurece guerra contra grupos criminosos em El Salvador
-
ONU alerta para redução dos avanços contra a mortalidade infantil
-
Bia Haddad é eliminada na primeira rodada do WTA 1000 de Miami
-
Cerimônia do Oscar tem audiência 9% menor
-
EUA aumenta pressão sobre Cuba, que restabelece eletricidade após apagão
-
Nvidia retoma produção de chips para clientes da China
-
Brasil reforça proteção de menores na internet
-
CAF retira título do Senegal e declara Marrocos campeão da Copa Africana de Nações
-
Atlético de Madrid tenta, contra o Tottenham, confirmar vaga nas quartas da Champions
-
Com dois gols de Vini, Real Madrid volta a vencer City (2-1) e vai às quartas da Champions
-
Arsenal vence Leverkusen (2-0) e avança às quartas de final da Champions
-
PSG volta a vencer Chelsea (3-0) e vai às quartas da Champions
-
Szoboszlai lidera Liverpool na luta pela virada contra o Galatasaray
-
Petróleo sobe diante de perturbações no fornecimento
-
Sporting goleia Bodo/Glimt (5-0) e avança às quartas de final da Champions
-
Milei critica Irã em aniversário de atentado contra embaixada de Israel na Argentina
-
Messi está em 'perfeitas condições' para jogo contra Nashville, diz Mascherano
-
Três lesionados em uma semana: Bayern e sua escassez de goleiros contra a Atalanta
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por homicídio na França
-
Tudor acha difícil, "mas não impossível", virada do Tottenham contra o Atlético de Madrid
-
Técnico do Newcastle quer que time cresça com pressão do Camp Nou
-
EUA aumenta pressão sobre Cuba enquanto ilha luta contra apagão em massa
-
Starmer pede que se mantenha atenção na Ucrânia após reunião com Zelensky
-
Liverpool precisa dar motivos aos torcedores 'para se empolgarem', diz Robertson
-
Guerra no Oriente Médio reacende temores de nova crise do petróleo
-
Sem Finalíssima, Argentina fará amistoso contra Guatemala em Buenos Aires
-
Autoridade antiterrorista dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
-
Cuba restabelece gradualmente energia elétrica após apagão geral
-
México se diz aberto a receber jogos do Irã na Copa do Mundo
-
Starmer insta a manter a atenção na Ucrânia após reunir-se com Zelensky
-
Equador nega suposto bombardeio em território colombiano
-
EUA abre nova era de cooperação antidrogas com aliados na América Latina
-
Hansi Flick diz que Barcelona será seu último clube
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por assassinato na França
-
Irã anuncia negociação com a Fifa para fazer seus jogos da Copa no México
-
Auge do uso de drones em guerras gera interesse por sistemas de defesa a laser
-
'Posso morrer presa', diz Cristina Kirchner em megajulgamento por corrupção na Argentina
-
IA não consegue competir com criatividade em Hollywood, diz executivo
-
Dois mortos em epidemia de meningite 'sem precedentes' na Inglaterra
-
Colômbia aposta em asfixiar o narcotráfico com apoio de Equador e Venezuela, diz ministro
-
Gregory Bovino, rosto das batidas migratórias de Trump, anuncia aposentadoria
-
São Paulo tem seu 'Big Brother' com IA que prende criminosos (e alguns inocentes)
-
Políticos dinamarqueses procuram eleitores até na sauna
-
Sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima abraçado por Obama morre aos 88 anos
-
Presídios suecos se preparam para receber adolescentes de 13 anos
Reguladores dos EUA admitem parte da culpa por quebra de bancos
Os reguladores do setor bancário americano admitiram, nesta sexta-feira (28), parte da culpa pela quebra de bancos regionais que sacudiu o sistema financeiro no mês passado.
O Federal Reserve (Fed) e a Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC) divulgaram relatórios separados sobre os colapsos do Silicon Valley Bank (SVB), focado na indústria de tecnologia, e Signature Bank. Suas quebras precipitaram a compra do banco de investimento Credit Suisse pelo UBS.
Um ponto foi destacado pelas duas organizações: as falências, em ambos os casos, deveram-se, principalmente, a erros de diretoria dos bancos: no caso do SVB, por não saber administrar os riscos, e no do Signature Bank, por não ter mantido práticas de gestão de riscos adequadas.
Ambas as instituições, no entanto, fazem um mea culpa em seus relatórios. O Fed reconhece falhas por não ter avaliado "totalmente a extensão das vulnerabilidades" do SVB, que quebrou em 10 de março, em boa parte devido à sua alta exposição a um aumento dos juros.
"Após a quebra do Silicon Valley Bank, devemos fortalecer a supervisão e regulação do Fed (sobre o setor bancário), em função do que aprendemos", disse o vice-presidente de supervisão do banco, Michael Barr, em comunicado que acompanhou o relatório.
Barr avaliou que a direção do SVB não soube gerir o risco de colapso do banco, e que supervisores do Fed não tomaram medidas fortes, apesar de terem identificado problemas na instituição.
O relatório conclui que o Fed "não avaliou a gravidade das deficiências críticas na gestão, a liquidez e o manejo do risco das taxas de juros da empresa", porque os ativos do SVB dobraram entre 2019 e 2021, em meio a um 'boom' da indústria tecnológica.
- Reforço na supervisão -
O relatório critica uma lei da época do ex-presidente republicano Donald Trump que derrubou algumas regulamentações bancárias. "Para o Silicon Valley Bank, isto resultou em requisitos regulatórios e de supervisão mais baixos, incluindo requisitos de capital e liquidez", aponta.
Em resposta, Barr anunciou que Fed irá fortalecer o supervisionamento bancário, para identificar mais rapidamente riscos e vulnerabilidades. Também irá reforçar o marco regulatório para os bancos e avaliar um endurecimento das regras sobre o risco das taxas de juros e os requisitos de liquidez e capital.
O congressista Patrick McHenry, que preside o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes, controlada pelos republicanos, saudou alguns aspectos do relatório de Barr, mas criticou seus pedidos por mais regulamentação.
"Há áreas identificadas pelo vice-presidente Barr com as quais concordamos, entre elas uma atenção maior aos problemas de liquidez, principalmente quando uma empresa está crescendo rapidamente, mas a maior parte do relatório parece ser uma justificativa das prioridades democratas há tempos", avaliou. "A politização das quebras bancárias não beneficia a nossa economia, o sistema financeiro ou o povo americano."
O presidente do Fed, Jerome Powell, aplaudiu "a autocrítica" e apoiou as recomendações. Já a FDIC considerou que poderia "ter intensificado as ações de supervisão antes".
Os esforços conjuntos dos reguladores nos dois lados do Atlântico nos dias que se seguiram ao colapso do SVB parecem ter reduzido as turbulências bancárias e a volatilidade dos mercados financeiros.
Y.Bouchard--BTB