-
Neymar tem novo técnico no Santos: Cuca
-
Mbappé é destaque na lista de convocados da França para amistosos contra Brasil e Colômbia
-
Jovens Karl e Urbig são convocados pela 1ª vez pela Alemanha
-
Courtois sofre lesão na coxa e vai desfalcar Real Madrid contra o Bayern na Champions
-
Com cortes na internet, Moscou retrocede 'vinte anos'
-
Uso intensivo de redes sociais prejudica o bem-estar dos jovens
-
Guerra no Irã consolida o poder da Guarda Revolucionária
-
Coreia do Norte se classifica para Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil
-
Osimhen sofreu fratura no braço e Lang passará por cirurgia no polegar, informa Galatasaray
-
As instalações de petróleo e gás afetadas pela guerra no Oriente Médio
-
Guerra no Oriente Médio atinge instalações de produção de gás e petróleo
-
Irã vai boicotar os Estados Unidos, não a Copa do Mundo, afirma presidente da federação
-
Novo Parlamento da Tailândia confirma Anutin Charnvirakul como primeiro-ministro
-
Trump ameaça destruir campos de gás do Irã após ataques contra o Catar
-
EUA ameaça destruir campo de gás do Irã em caso de novo ataque no Catar
-
Messi marca gol 900 mas Inter Miami é eliminado da Concachampions
-
Polícia da Bolívia prende filho de ex-presidente
-
Criadores do Labubu esperam grande sucesso com filme coproduzido pela Sony
-
Venezuela vive festa após conquista do Mundial de Beisebol
-
Val Kilmer vai reaparecer em filme graças à IA
-
Messi marca 900º gol de sua carreira em jogo do Inter Miami
-
Messi marca gol número 900 de sua carreira
-
Copom reduz Selic a 14,75%, primeiro corte em quase dois anos
-
Liverpool goleia Galatasaray (4-0) e vai enfrentar PSG nas quartas da Champions
-
Atlético de Madrid perde para Tottenham (3-2), mas vai enfrentar Barça nas quartas da Champions
-
Família processa resort nos EUA por servir chocolate quente muito quente
-
Bayern volta a golear Atalanta (4-1) e vai enfrentar Real Madrid nas quartas da Champions
-
Costa Rica fecha embaixada em Cuba e diz que é preciso 'limpar o hemisfério de comunistas'
-
Indicado de Trump para liderar Segurança Interna passa por audiência tensa no Senado
-
Barcelona atropela Newcastle (7-2) e vai às quartas da Champions
-
Rastreadores apontam que petroleiro russo envia petróleo para Cuba
-
Com lesão no tornozelo, Barcola vai desfalcar PSG por várias semanas
-
Mastantuono é a grande ausência na lista de convocados da Argentina para amistoso contra Guatemala
-
Presidente da Venezuela destitui Padrino, leal ministro da Defesa de Maduro
-
Fed mantém juros, enquanto guerra afeta perspectivas da inflação
-
Donnarumma diz que Vini Jr. deveria tentar 'ser querido por todo mundo'
-
Preço do petróleo dispara após ataques a instalações de gás no Irã; bolsas caem
-
Braga goleia Ferencváros (4-0) e avança às quartas de final da Liga Europa
-
Chefe do tráfico morre em operação policial no centro do Rio, que deixa outros 7 mortos
-
De Verstappen a Hamilton, estrelas divergem sobre novo regulamento da Fórmula 1
-
Membros de comboio internacional começam a chegar a Cuba com ajuda humanitária
-
'Contate-nos': Mossad israelense busca espiões no Irã em plena guerra
-
Nova partícula é descoberta pelo Grande Colisor de Hádrons
-
Paquistão anuncia cessar-fogo com Afeganistão durante fim do Ramadã
-
Com lesão no ombro, Kasper Schmeichel fala em possível aposentadoria
-
Senegal pede investigação por 'suspeita de corrupção' após ter título da CAN retirado
-
Eurodeputados querem proibir criação de imagens sexuais falsas geradas por IA
-
EUA diz que IA da Anthropic representa 'risco inaceitável' para o Exército
-
Promotoria na Noruega pede mais de 7 anos de prisão para filho de princesa julgado por estupros
-
Ryan Gosling quer levar o público aos cinemas com 'Devoradores de Estrelas'
Trump anuncia aliança de 17 países das Américas para 'destruir' cartéis do narcotráfico
O presidente americano Donald Trump anunciou neste sábado (7) a criação de uma aliança de 17 países das Américas para "destruir" os cartéis do narcotráfico do continente, durante uma reunião de cúpula realizada em seu clube de golfe em Doral, na Flórida, com uma dúzia de governantes aliados.
"O coração do nosso acordo é o compromisso de usar força militar letal para destruir esses sinistros cartéis e redes terroristas. De uma vez por todas, vamos acabar com eles", declarou Trump aos convidados.
"Os líderes desta região permitiram que grandes áreas do hemisfério ocidental ficassem sob o controle de gangues transnacionais (...) Não vamos permitir que isso aconteça. Vamos ajudar", acrescentou o presidente republicano. "Querem que usemos um míssil? Eles são extremamente precisos. Piu! Mandamos direto para a sala de estar e acabou o membro do cartel".
Antes do anúncio, Trump saudou os 12 convidados, entre eles aliados próximos como o presidente argentino Javier Milei, o equatoriano Daniel Noboa e o salvadorenho Nayib Bukele, a quem chamou de "grande presidente".
O encontro acontece no âmbito de sua versão da histórica Doutrina Monroe, que muitos chamam de "Doutrina Donroe", com a qual prometeu intervir para promover os interesses de Washington nas Américas, aumentar a segurança dos Estados Unidos e conter a influência de potências como a China.
Um exemplo dessa postura foi a operação das forças americanas que resultou na derrubada e captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro em 3 de janeiro, em Caracas, ou o bloqueio imposto à entrega de petróleo a Cuba.
A reunião também ocorre no contexto da guerra iniciada por Washington e Israel contra o Irã na semana passada.
- Insegurança -
Além de Bukele, Milei e Noboa, Trump recebeu em Doral, perto de Miami, os presidentes da Bolívia, Costa Rica, República Dominicana, Honduras, Panamá, Paraguai, Guiana e Trinidad e Tobago, além do presidente eleito do Chile, José Antonio Kast.
A maioria dos convidados compartilha a preocupação de Washington com o avanço do crime organizado no continente, um fenômeno que afeta até países que até pouco tempo eram considerados relativamente seguros, como Chile e Equador, explica Irene Mia, especialista em América Latina do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês).
A situação ajudou a direita latino-americana a vencer eleições recentes e explica por que o intervencionismo de Trump gerou menos rejeição do que o esperado em uma região com longa história de tensões com Washington, acrescenta a analista.
Alguns líderes, como Noboa, também reforçaram os laços com os Estados Unidos.
O presidente equatoriano anunciou nesta semana "operações conjuntas" com Washington e aliados regionais contra os narcotraficantes, que transformaram um dos países antes mais seguros da América Latina em um dos mais violentos em poucos anos.
- "Um equilíbrio frágil" -
Além da afinidade ideológica com Trump, alguns líderes aproveitaram a boa relação com o republicano.
O hondurenho Nasry Asfura recebeu, por exemplo, apoio decisivo do presidente americano nas eleições do ano passado, e no caso de Milei, a sintonia com Trump facilitou que os Estados Unidos concedessem apoio de 20 bilhões de dólares (R$ 102,98 bilhões) por meio de um acordo de swap cambial em 2025.
Mas a coalizão de governos aliados levanta dúvidas sobre seu alcance e durabilidade, segundo Irene Mia.
A especialista afirma que as propostas de Washington para a região se baseiam em uma agenda essencialmente negativa. "Tudo se resume às ameaças que a região representa para a segurança dos Estados Unidos: migração e crime organizado", diz.
Ela também aponta outra fragilidade da cúpula dedicada ao combate aos cartéis: a ausência do México - que descreve como "o diretor executivo da cadeia de fornecimento do narcotráfico" - e do Brasil, cujos grupos criminosos são fundamentais para o envio de drogas à Europa, governados pelos presidentes de esquerda Claudia Sheinbaum e Luiz Inácio Lula da Silva.
O próprio Trump apontou neste sábado o México como "o epicentro da violência dos cartéis", que alimentam "grande parte do derramamento de sangue" nas Américas. "Os cartéis estão comandando o México. Não podemos ter isso perto de nós", afirmou.
Para Irene Mia, apesar da aparente sintonia entre governos de direita da região e Washington, o apoio desses países "é bastante frágil devido à relação problemática" entre a América Latina e os Estados Unidos.
"É um equilíbrio muito delicado saber se a população aprovará a política de Trump e por quanto tempo", conclui.
A.Ammann--VB