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Leão XIV celebra na Turquia a fé comum com os ortodoxos e encoraja os católicos
O papa Leão XIV encorajou nesta sexta-feira (28) em Istambul a pequena comunidade católica da Turquia, antes de participar de uma oração com os ortodoxos por ocasião do aniversário de 1.700 anos do Concílio de Niceia, considerado um marco fundador do cristianismo.
No segundo dia da visita ao país de maioria absoluta muçulmana, o pontífice foi recebido com fervor por centenas de fiéis na catedral do Espírito Santo de Istambul.
A visita "é uma bênção para nós", declarou à AFP Ali Günüru, um morador de Istambul de 35 anos, que está entre os 100.000 cristãos do país, apenas 0,1% dos 86 milhões de habitantes da nação.
"O mundo precisa de paz, em todos os lugares. Temos problemas graves, em particular em nossa região e em nosso país: os estrangeiros, os refugiados... acredito que o papa terá o poder de ajudá-los e que fará todo o possível. É o que mais desejo", acrescentou.
Visivelmente emocionado, o pontífice, que tem cidadania americana e peruana, encorajou padres e fiéis ao afirmar que "a lógica do pequeno é a verdadeira força da Igreja" católica, em um país no qual os cristãos enfrentam um forte sentimento de exclusão.
"A presença tão importante de migrantes e refugiados neste país apresenta à Igreja o desafio de acolher e servir os mais vulneráveis", acrescentou Leão XIV. A Turquia abriga em seu território mais de 2,5 milhões de refugiados, a maioria sírios que fugiram da guerra em seu país.
- "Caminhar juntos" -
Na tarde de sexta-feira, Leão XIV visitará Iznik, a antiga Niceia, ao sudeste de Istambul, para celebrar com as autoridades ortodoxas os 1.700 anos do primeiro concílio ecumênico.
A localidade recebeu, no ano 325, mais de 300 bispos do Império Romano que adotaram o Credo, fundamento da fé cristã.
Convidado pelo patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I, figura importante e interlocutor privilegiado do Vaticano entre os ortodoxos, o pontífice participará de uma oração ecumênica às margens do lago de Iznik. Inicialmente, o convidado era o papa Francisco, falecido em abril.
Divididos desde o grande cisma de 1054 entre as Igrejas do Oriente e do Ocidente, católicos e ortodoxos mantêm um diálogo e celebrações comuns, apesar das divergências doutrinárias.
Os dois lados trabalham para encontrar uma data comum para a Páscoa, a festa mais importante do calendário cristão, que celebram segundo o calendário juliano ou gregoriano.
Em um documento publicado no domingo, o chefe da Igreja Católica apresentou um convite a "caminhar juntos para alcançar a unidade e a reconciliação", deixando "para trás as controvérsias teológicas".
- Unidos diante dos "desafios do mundo" -
Em um período em que "o mundo está perturbado e dividido por conflitos e antagonismos", a visita de Leão XIV "é especialmente importante e significativa", disse à AFP o patriarca de Constantinopla, que exerce uma primazia honorária e histórica sobre os demais patriarcas do mundo ortodoxo.
"Isto recorda aos nossos fiéis que somos mais fortes e mais confiáveis quando estamos unidos em nosso testemunho e em nossa resposta aos desafios do mundo", destacou Bartolomeu I.
Os católicos reconhecem a autoridade universal do papa como chefe da Igreja, enquanto os ortodoxos, mais fragmentados do que nunca, estão organizados em Igrejas autocéfalas.
Em 2018, o influente patriarcado de Moscou, liderado por Cirilo, aliado do presidente russo Vladimir Putin, rompeu com o de Constantinopla depois que este reconheceu uma Igreja independente na Ucrânia.
Como Cirilo não foi convidado para Iznik, Leão XIV terá a missão de evitar atritos com Moscou, que teme que o Vaticano fortaleça o papel de Constantinopla como interlocutor privilegiado e enfraqueça sua influência.
Segundo a imprensa local, o autor do atentado contra o papa João Paulo II em 1981, Mehmet Ali Agca, cidadão turco, teve que deixar Iznik, onde esperava se reunir com o pontífice "por dois ou três minutos".
Depois de Paulo VI (1967), João Paulo II (1979), Bento XVI (2006) e Francisco (2014), Leão é o quinto papa a visitar a Turquia.
De domingo a terça-feira, ele continuará sua viagem com uma visita ao Líbano, devastado por uma crise econômica e política desde 2019 e bombardeado com frequência por Israel nos últimos dias, apesar do cessar-fogo.
R.Buehler--VB