
-
Sabalenka se vinga de Leylah Fernández e vai enfrentar Bucsa nas oitavas do US Open
-
Tribunal de apelação dos EUA considera tarifas globais de Trump ilegais
-
Veterano Dayro Moreno volta à seleção da Colômbia para enfrentar Bolívia e Venezuela
-
Palmeiras reforça meio-campo com Andreas Pereira, vindo do Fulham
-
Cremonese bate Sassuolo em estreia de bisneto de Mussolini e lidera Italiano; Milan vence
-
Audiência sobre demissão de diretora do Fed termina sem decisão
-
Lewandowski retorna à seleção da Polônia após troca de treinador
-
Norris domina o dia de treinos livres nos Países Baixos; Alonso fica em segundo
-
Macron e Merz denunciam falta de vontade de Putin e querem mais sanções contra Rússia
-
Líder opositor deixa a prisão na Bolívia após três anos
-
St Pauli vence dérbi contra o Hamburgo (2-0) pela 2ª rodada da Bundesliga
-
Ben Shelton sente lesão contra Mannarino, que avança às oitavas do US Open
-
Rodri e Carvajal voltam à seleção espanhola após se recuperarem de lesões
-
Sevilla reforça sua defesa com Azpilicueta
-
Sindicatos franceses convocam mobilização contra projeto de orçamento
-
Ancelotti convoca Vitinho, do Botafogo, para o lugar do lesionado Vanderson na Seleção
-
Colômbia, Panamá e Costa Rica alertam sobre abusos na crescente migração norte-sul
-
Alexander-Arnold fica de fora da lista da Inglaterra para jogos das Eliminatórias da Copa de 2026
-
Yeremy Pino deixa Villarreal e assina por 5 anos com Crystal Palace
-
Sorteio define jogos da primeira fase da Liga Europa
-
Trump retira guarda-costas governamentais de Kamala Harris
-
Venezuela celebra novos alistamentos frente à 'agressão' dos EUA
-
Xavi Simons deixa RB Leipzig e assina com Tottenham
-
Maresca confirma contratação do argentino Garnacho pelo Chelsea
-
Gattuso inclui três estreantes em sua 1ª convocação como técnico da Itália
-
Rybakina acaba com as esperanças de Raducanu e vai pela 1ª vez às oitavas do US Open
-
Alcaraz assusta com problema físico mas avança às oitavas do US Open
-
Exército israelense declara Cidade de Gaza como zona de combate
-
Luca Guadagnino convida à reflexão pós-‘Me Too’ em seu último filme ‘Depois da Caçada’
-
Empresa bananeira 'Chiquita' retorna ao Panamá e vai recontratar milhares de trabalhadores demitidos
-
Premiê italiana repudia megaescândalo de difusão na web de fotos íntimas de mulheres
-
Mais de 280 mil pessoas estão desaparecidas por guerras e migrações
-
Neonazista começa a cumprir pena em prisão feminina após mudar de gênero
-
'Bicudo-vermelho' destrói palmeiras e alarma Brasil e Argentina
-
Naufrágio de barco de migantes na Mauritânia deixa pelo menos 69 mortos
-
Trump retira proteção do Serviço Secreto a Kamala Harris
-
Inflação nos EUA permanece estável em julho, em 2,6% em termos anuais
-
A angústia de milhares de detentos sem acusações ou sentença em El Salvador
-
Donald Trump e seu estilo 'ditador chique' na cidade de Washington
-
Julia Roberts estreia no tapete vermelho do Festival de Veneza
-
Corte Constitucional da Tailândia destitui primeira-ministra
-
Fenerbahçe demite Mourinho após eliminação da Liga dos Campeões
-
Japão propõe orçamento de defesa recorde que amplia arsenal de drones
-
Compositor Rodion Shchedrin, autor do balé 'Anna Karenina', morre aos 92 anos
-
Estados Unidos acabam com isenções tarifárias para pacotes pequenos
-
Ataques russos deixam 2 mortos na região ucraniana de Dnipropetrovsk
-
Soldados retidos em zona guerrilheira são libertados na Colômbia
-
Brasil estuda responder a Trump com tarifas recíprocas
-
Vini Jr e Rodrygo: duas questões que Xabi Alonso precisa solucionar no Real Madrid
-
Ataque russo deixa 23 mortos em Kiev e ameaça esforços de paz

Governo dos EUA tacha de 'ofensivos' ataques misóginos a agentes do Serviço Secreto
O secretário de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Alejandro Mayorkas, qualificou, neste sábado (20), como "ofensivos" os ataques misóginos dirigidos às mulheres agentes do Serviço Secreto, que protegeram Donald Trump da tentativa de assassinato que sofreu na semana passada.
"Estas afirmações são infundadas e ofensivas", expressou Mayorkas em um comunicado, depois que personalidades da direita americana acusaram o Serviço Secreto das práticas de contratação que, dizem, quase resultaram na morte do ex-presidente republicano.
Um jovem armado abriu fogo em um comício de Trump na Pensilvânia há uma semana, matando um pedestre e ferindo outros dois. O candidato presidencial do Partido Republicano ficou ferido na orelha direita.
O secretário elogiou as mulheres "altamente qualificadas e formadas" que servem em todos os níveis das forças de segurança do país por arriscarem "suas vidas na primeira linha pela segurança dos demais".
O Departamento de Segurança Nacional, "com grande orgulho, dedicação e devoção à missão, continuará recrutando, mantendo e promovendo as mulheres em suas fileiras", acrescentou.
Após o ataque contra Trump, seguidores da direita fizeram uma série de críticas ao Serviço Secreto por contar com mulheres em suas fileiras, ressaltando supostas falhas na resposta à tentativa de assassinato.
Várias agentes foram vistas entre os encarregados da segurança vestidos com ternos pretos e usando óculos de sol que se apressaram em proteger Trump com seus corpos depois que soaram os tiros no ato de campanha. Em seguida, tiraram-no do palanque e o conduziram até um carro para colocá-lo a salvo.
Muitos dos comentários criticavam as práticas de contratação DEI - sigla em inglês para diversidade, equidade e inclusividade -, que alguns republicanos criticam por considerarem que discrimina os homens brancos em particular.
O Serviço Secreto se defendeu destas acusações no passado. Algumas semanas antes do ataque contra Trump, um porta-voz desta força assegurou que os agentes "se mantêm nos mais altos padrões profissionais... Em nenhum momento a agência rebaixou estes padrões".
D.Bachmann--VB