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Justiça alemã inicia julgamento de suspeitos de planejarem golpe de Estado
Um príncipe, vários ex-oficiais do Exército e uma ex-deputada de extrema direita, líderes de uma célula que supostamente pretendia organizar um golpe de Estado, compareceram nesta terça-feira (21) ante a Justiça em Frankfurt, no oeste da Alemanha.
O processo, sem precedentes na história recente da Alemanha, é o segundo vinculado ao caso, revelado em 2022 e que envolve 26 suspeitos.
Entre os nove acusados de Frankfurt estão os supostos cérebros do grupo conspiracionista de extrema direita, que planejava invadir o Bundestag (Parlamento) de Berlim, prender os deputados e derrubar o governo.
Presa desde dezembro de 2022, a juíza e ex-deputada do partido de extrema direita AfD, Birgit Malsack-Winkemann chegou ao tribunal com uma jaqueta impermeável preta. Atrás dela, Henri XIII, chamado de Príncipe Reuss e acusado de ser o principal instigador da tentativa de golpe de Estado, usava uma jaqueta escura e parecia tranquilo.
Os advogados deste último rejeitaram as acusações contra ele. "Não é um líder, nem o cabeça. Também não é membro de um grupo terrorista. Isso é tudo", disse seu advogado Roman von Alvensleben à margem do julgamento, que começou atrasado devido a vários pedidos da defesa.
- 'Mundo incomum e delirante' -
Os processados são acusados de "participação em grupo terrorista com o objetivo de eliminar à força a ordem estatal" e de "preparação de um ato de alta traição".
Este é o principal processo contra a rede, cujo desmantelamento revelou a ameaça dos adeptos de teorias da conspiração e antissistema na Alemanha.
Como parte do mesmo caso, um julgamento contra outros nove membros do grupo começou no final de abril em Stuttgart, sudoeste da Alemanha. Os demais integrantes serão julgados em Munique (sul) a partir de 18 de junho.
Durante várias semanas, o tribunal de Frankfurt entrará no "mundo incomum e delirante" de um grupo alimentado por "mitos da Internet, ódio, crença nas forças cósmicas", segundo a revista Der Spiegel.
Não se trata de "loucos inofensivos, mas sim de suspeitos terroristas perigosos" que preparavam "um golpe de Estado violento", alimentados "pelo ódio contra a nossa democracia", alertou a ministra do Interior, Nancy Faeser, nesta terça-feira em um comunicado.
O grupo tinha como objetivo colocar o aristocrata e empresário de 72 anos Henri XIII, descendente de uma família nobre do estado da Turíngia, à frente do país de forma provisória após o golpe.
Também estão sendo julgados Rüdiger von Pescatore, um ex-tenente-coronel do Exército alemão de 70 anos, assim como um ex-coronel do Exército, um ex-soldado das forças especiais KSK e um ex-policial.
- 'Reichsbürger' -
Os membros do grupo estão em prisão provisória desde dezembro de 2022. Eles são adeptos da ideologia dos "Reichsbürger" (cidadãos do Reich), um movimento heterogêneo que nega a legitimidade da República Federal da Alemanha.
Segundo o Ministério Público Federal, os réus alegam que o país está dominado por uma "seita de elites pedófilas". Uma ideologia que lembra o movimento de teoria da conspiração QAnon nos Estados Unidos.
A rede tinha "quase 500.000 euros" (R$ 2,8 milhões, na cotação atual) à sua disposição, assim como um "arsenal de quase 380 armas de fogo, quase 350 armas brancas, 500 armas [de outro tipo] e ao menos 148.000 munições", segundo os investigadores.
"Os membros [da célula] tinham certeza de que a tomada do poder que preparavam envolveria a morte de pessoas", afirmaram os investigadores.
Nos últimos dois anos, a Alemanha desmantelou várias redes, incluindo uma que planejava sequestrar o ministro da Saúde devido às restrições impostas contra a pandemia de covid-19.
T.Zimmermann--VB