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Premiê tenta conter escândalo de corrupção que sacode a Espanha
Um escândalo de corrupção sobre a venda de máscaras durante a pandemia que envolve o colaborador de um ex-ministro muito próximo do premiê Pedro Sánchez pôs na defensiva o chefe de governo espanhol, que tenta conter a polêmica.
O Partido Socialista (PSOE) de Sánchez exigiu, nesta segunda-feira (26), que José Luis Ábalos, que foi ministro do Transporte até 2021, renuncie ao mandato de deputado no Congresso, onde ocupa um assento.
Ábalos "não é investigado (...) Não nos colocamos como juízes, não somos promotores, não julgamos", mas o Partido Socialista "considera que existe, sim, uma responsabilidade política" e por isso Ábalos deve renunciar ao mandato "nas próximas 24 horas", afirmou em coletiva de imprensa a porta-voz do PSOE, Esther Peña.
O assunto é delicado uma vez que Ábalos foi durante anos parte do círculo próximo de Pedro Sánchez e um dos poucos dentro do partido que se manteve leal a ele depois que foi deposto como líder do PSOE em 2016, após resultados eleitorais desastrosos.
Reeleito como secretário-geral do partido em 2017 pelos militantes, Sánchez promoveu Ábalos a número três dos socialistas e o nomeou ministro quando assumiu a chefia de governo em meados de 2018.
- Três apartamentos em Benidorm -
Uma pessoa de confiança de Ábalos, Koldo García, foi detido na quarta-feira passada pela polícia, que suspeita que ele recebeu comissões ocultas em contratos de venda de máscaras à administração pública durante a pandemia de covid-19.
García, assessor de Ábalos e que sempre aparecia em fotos ao seu lado, é acusado de ter se valido de sua posição para obter contratos de venda de máscaras no pior momento da pandemia, em benefício de uma empresa que em seguida lhe pagava comissões.
Estas revelações dominaram a atualidade política e o noticiário desde a semana passada.
Segundo a denúncia apresentada pela Promotoria Anticorrupção, García comprou, entre 2020 e 2022, três apartamentos na cidade costeira de Benidorm, um dos quais pôs no nome da filha, que na ocasião tinha dois anos.
A Promotoria apontou que a quantidade de dinheiro vivo recebida por García, e que não procedia de suas atividades habituais, aumentou em março de 2020, quando os contratos foram concedidos.
Naquele momento, a Espanha era um dos países mais castigados pela covid e seus moradores estavam submetidos a um dos confinamentos mais severos do mundo.
- "Primeira peça" -
Ábalos negou ter conhecimento do assunto, mas a proximidade que teve com Sánchez tornou o tema embaraçoso para o chefe de governo, logo quando inicia uma legislatura complicada pela fragilidade de seu apoio no Congresso, onde depende dos votos dos separatistas catalães.
Sánchez assegurou no sábado que será "implacável" com a corrupção.
Este "governo, que surgiu (...) da necessidade de acabar com a corrupção da administração passada", fez "da exemplaridade sua bandeira", disse Sánchez, em alusão à sua chegada ao poder em 2018 por uma moção de censura contra o governo conservador de Mariano Rajoy, fragilizado por um escândalo de corrupção.
"Quem planta, colhe", ressaltou Sánchez, sem mencionar Ábalos diretamente.
O Partido Popular (PP, conservador), principal formação opositora, mostrou-se convencido nesta segunda-feira, nas palavras de seu porta-voz Borja Semper, de que Ábalos "é a primeira peça, mas não a última" que deve cair.
Semper acusou os socialistas de querer usar a demissão de Ábalos para proteger Sánchez.
Para dissipar qualquer dúvida, o próprio Partido Socialista anunciou que vai propor a criação no Congresso de uma comissão de investigação sobre o assunto.
Nome ascendente no PP, a presidente regional de Madri, Isabel Díaz Ayuso, se viu envolvida em uma polêmica por uma comissão de mais de 200.000 euros (cerca de R$ 1 bilhão) que seu irmão recebeu pela venda de máscaras em 2020.
"É absolutamente repugnante" que pessoas "tenham podido lucrar" com a pandemia, disse Esther Peña, citando Koldo García e o irmão de Díaz Ayuso.
P.Keller--VB