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Campanha presidencial no Chile começa com uma comunista e um candidato da extrema direita como favoritos
Um candidato de extrema direita e uma comunista despontam como favoritos para as eleições presidenciais do Chile de 16 de novembro, ao término do prazo de inscrição dos aspirantes a substituir o presidente de esquerda Gabriel Boric.
Pelo menos seis candidatos registraram suas campanhas antes de que o prazo se encerrasse à meia-noite desta segunda-feira (18), segundo o Serviço Eleitoral (Servel).
José Antonio Kast, de extrema direita, e a comunista Jeannette Jara lideram as pesquisas.
O terceiro lugar é disputado pela ex-prefeita direitista Evelyn Matthei e pelo economista Franco Parisi, tachado por seus críticos de populista.
As pesquisas mostram uma disputa acirrada entre Kast e Jara, situados nos extremos do espectro político.
"É um cenário de polarização novo" para o Chile, diz à AFP Mireya Dávila, analista e acadêmica da Universidade do Chile.
Hoje os chilenos se mostram mais sensíveis ao tema da segurança, diferentemente de 2021, quando o então deputado de esquerda Gabriel Boric derrotou Kast no segundo turno presidencial.
Naquele momento, o clamor popular era por uma reforma profunda em um país tão rico quanto desigual, após a agitação social de 2019.
Boric assumiu com a promessa de mudar a Constituição, mas fracassou na tentativa liderada pela esquerda radical. Um segundo processo, conduzido pela extrema direita, também fracassou posteriormente.
- Novo cenário -
No início da campanha, Kast levantou as bandeiras daqueles que exigem mão dura contra o crime organizado.
Ao inscrever sua terceira candidatura presidencial, comprometeu-se a "recuperar cada bairro e cada espaço público".
Com 59 anos, Kast é um político sóbrio e pragmático. Não tem a estridência de líderes de extrema direita que admira, como Jair Bolsonaro ou o argentino Javier Milei.
Prometeu "um governo de emergência" para "resgatar" o Chile. "Não se preocupem, tudo vai dar certo", costuma dizer Kast no encerramento de seus discursos.
Sua principal rival é uma advogada comunista de 51 anos, que estreia como candidata.
Jeannette Jara ganhou notoriedade pública como ministra do Trabalho do governo Boric, onde negociou com a direita importantes reformas trabalhistas, como a redução da jornada de 45 para 40 horas semanais.
Ela lidera uma ampla coalizão que vai do Partido Comunista até a Democracia Cristã, após vencer a primária de 29 de junho.
"Que Jara seja comunista pode representar um teto, mas me parece que não é algo definidor. O maior problema de sua candidatura é como conseguirá se instalar como a líder de seu partido e da coalizão de apoio", afirma Dávila.
Jara tem insistido em se definir como a "candidata de centro-esquerda e não do Partido Comunista", com cujos dirigentes já teve divergências públicas sobre os regimes da Venezuela e de Cuba.
Disputa pelo terceiro lugar -
O terceiro lugar, segundo pesquisas, é disputado por Evelyn Matthei e Franco Parisi.
Com 71 anos, Matthei é a candidata com maior trajetória política entre os concorrentes. Liderava as pesquisas até alguns meses atrás, mas perdeu força para Kast.
"Estar no topo das pesquisas por muito tempo provoca desgaste", reconhece à AFP Paula Daza, porta-voz de sua campanha.
Parisi surpreendeu nas eleições de 2021 ao alcançar o terceiro lugar com uma campanha feita apenas pelas redes sociais a partir dos Estados Unidos, com um discurso contra as elites.
"O Chile não é de extremos. O Chile vai ao centro", disse nesta segunda-feira, ao inscrever sua candidatura no Serviço Eleitoral.
Também disputarão a chefia de Estado o libertário Johannes Kaiser, o ex-presidente do futebol chileno Harold Mayne-Nicholls, o cineasta de esquerda Marco Enríquez-Ominami e o professor de extrema esquerda Eduardo Artés.
H.Weber--VB