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Air Canada cancela retomada de voos devido à continuação de greve
A companhia aérea Air Canada anunciou neste domingo (17) a suspensão de seu plano de retomada de voos depois que a tripulação de cabine decidiu desafiar uma decisão administrativa e continuar em greve para reivindicar melhor remuneração.
Finalmente, os voos não serão retomados tão cedo: apesar dos sinais nesse sentido enviados no início da manhã, o conflito trabalhista que paralisa a maior companhia aérea do Canadá parecia estar em um impasse na tarde de domingo.
A Air Canada "suspendeu seu plano de retomar parcialmente os voos" diante da decisão do sindicato que representa os trabalhadores de desobedecer a diretiva do governo para que voltassem a suas funções, informou a companhia, com sede em Montreal, em seu site.
"A companhia aérea retomará seus voos a partir de amanhã [segunda-feira] à noite", acrescentou.
Mais cedo, a Junta de Relações Industriais do Canadá (JRIC) "ordenou à Air Canada que retomasse suas operações e que todos os comissários de bordo da Air Canada e da Air Canada Rouge voltassem a suas funções antes das 18h00 GMT de 17 de agosto de 2025", declarou a companhia em comunicado.
Os tripulantes de cabine da Air Canada abandonaram seus postos na madrugada de sábado por causa de um conflito salarial.
Algumas horas depois, a ministra do Trabalho, Patty Hajdu, invocou uma disposição legal para obrigar as duas partes a recorrer a uma arbitragem independente, por meio da JRIC.
A ministra considerou que a greve apenas aumentaria a carga financeira dos canadenses.
"A diretiva [da ministra], em virtude do artigo 107 do Código Trabalhista do Canadá, e a ordem da JRIC põem fim à greve na Air Canada, que provocou a suspensão de mais de 700 voos", disse a companhia aérea.
O Sindicato Canadense de Empregados Públicos (Cupe), que representa os grevistas, havia advertido que seus membros permaneceriam em greve até que o governo os obrigasse a retornar ao trabalho.
Além dos aumentos salariais, as reivindicações do sindicato se referem ao trabalho em solo não remunerado, especialmente durante o processo de embarque.
Em comunicado emitido neste domingo, a unidade de Air Canada do Cupe afirmou que a greve continuaria.
"O presidente nacional do Cupe, Mark Hancock, deixou claro que nossos membros NÃO voltarão ao trabalho até que o governo ordene que a Air Canada volte à mesa de negociações, onde poderemos alcançar um acordo provisório sobre o qual nossos membros possam votar", declarou.
– "Conflito de interesses" –
O Cupe havia pedido aos passageiros com bilhetes da Air Canada ou de sua subsidiária de baixo custo, a Air Canada Rouge, que não fossem ao aeroporto.
O sindicato também criticou duramente a intervenção do governo, por considerar que "premia a recusa da Air Canada em negociar de forma justa, dando-lhe exatamente o que queria".
"Isso cria um precedente terrível", afirmou o Cupe.
Além disso, o sindicato apontou que a presidente da JRIC, Maryse Tremblay, havia trabalhado anteriormente como assessora jurídica da Air Canada. Denunciou no Facebook "uma manifestação quase impensável de conflito de interesses".
Antes do início oficial da greve, a companhia aérea já havia reduzido gradualmente suas operações.
Na noite de sexta-feira, anunciou que já havia cancelado 623 voos nos últimos dias, o que afetou mais de 100 mil passageiros.
A companhia também apresentou na quinta-feira uma proposta para aumentar o salário anual médio de um comissário de bordo sênior para 87 mil dólares canadenses (R$ 350 mil) até 2027, mas o Cupe a considerou insuficiente, especialmente diante da inflação.
A Air Canada transporta 130 mil passageiros por dia e oferece voos diretos para 180 cidades em todo o mundo.
Esta não é a primeira vez que o governo canadense intervém em um conflito trabalhista.
Em novembro de 2024, ordenou a retomada imediata das operações em vários portos canadenses, e em agosto do mesmo ano determinou o retorno ao trabalho dos ferroviários.
P.Staeheli--VB