-
EUA diz querer acordo com Irã, mas não "a qualquer preço"
-
Equador queria vaga no mata-mata antes, mas 'é melhor assim', diz Plata
-
Resgatadas sem os pais, crianças são atendidas em Caracas após terremotos
-
França quer deixar Deschamps 'orgulhoso' em jogo contra Noruega, diz Tchouaméni
-
Borja Iglesias, o atacante espanhol que 'não tem papas na língua'
-
Costa do Marfim vence Curaçao (2-0) e avança em 2º aos 16-avos da Copa
-
Equador vence Alemanha (2-1) e vai aos 16-avos da Copa do Mundo
-
Luka Doncic inicia em Roma carreira como proprietário de clube de basquete
-
Clube histórico da Alemanha, 1860 Munique está à beira da falência
-
Charles III pagou quase US$ 40 milhões em impostos desde que subiu ao trono
-
Patrik Schick se aposenta da seleção tcheca após fiasco na Copa do Mundo
-
Alonso não confirma se continuará na F1 em 2027: 'Tenho muitas opções'
-
Juan Manuel Cerúndolo é eliminado nas quartas de final em Eastbourne
-
Governo Milei sofre revés judicial por cortes de fundos para universidades
-
Ganha força boato sobre casamento de Taylor Swift na próxima semana em NY
-
'Alcatraz dos Jacarés' fecha as portas nos EUA
-
Osaka supera Alexandrova nas quartas de final de Bad Homburg
-
Fifa abre portas para participação da Rússia em competição juvenil
-
Francesa Stéphanie Frappart é nomeada responsável por arbitragem da Uefa
-
França e Itália querem substituir Unifil por coalizão multinacional no Líbano
-
EUA diz não querer acordo com Irã "a qualquer preço"
-
Uruguai e Espanha brigam por classificação na Copa em um disputado Grupo H
-
Países do mundo todo oferecem ajuda à Venezuela após terremotos mortais
-
Mbappé vs Haaland, o duelo entre artilheiros na Copa do Mundo
-
Suprema Corte dos EUA dá aval à política migratória de Trump
-
Acusação contra Harvey Weinstein é retirada em caso de estupro nos EUA
-
Estéban Lepaul, artilheiro da Ligue 1, renova com o Rennes
-
Suprema Corte dos EUA decide que governo pode rejeitar pedidos de asilo na fronteira
-
Com dois gols contra a Escócia, Vini Jr. entra na disputa pela Chuteira de Ouro
-
Parques de Paris viram 'hotéis' na noite mais quente registrada na França
-
Sul-africanos vão às ruas para celebrar classificação histórica na Copa do Mundo
-
Mais de 100 milhões de europeus sofrem impacto de onda de calor mortal
-
Inflação dos EUA sobe a 4,1% em maio, maior nível em três anos
-
Ministra sueca rompe barreiras ao participar de reuniões da UE com seu filho nos braços
-
Reformas em Cuba: guinada ao modelo chinês ou ao capitalismo oligárquico?
-
Polônia realiza conferência sobre a reconstrução da Ucrânia sem Zelensky
-
Sarah Burton faz referência a Timothée Chalamet em sua estreia masculina para Givenchy
-
Crime organizado brasileiro se expande para a Guiana Francesa
-
EUA e países de todo o mundo oferecem ajuda à Venezuela após terremotos devastadores
-
Brasil aguarda conclusão do Grupo F para conhecer rival na 2ª fase da Copa
-
'Wannabe', sucesso das Spice Girls, completa 30 anos em meio a rumores de reencontro
-
'Tudo desabou': área mais devastada pelos terremotos na Venezuela pede socorro
-
Rubio rejeita possível pedágio iraniano em Ormuz e alerta para precedente
-
Trump abre festa dos 250 anos dos Estados Unidos com discurso de tom político
-
EUA volta a contar com Pulisic e tenta, contra Turquia, mais uma vitória antes dos 16-avos
-
África do Sul vence Coreia do Sul (1-0) e vai aos 16-avos da Copa em segundo no Grupo A
-
México elimina República Tcheca (3-0) e avança aos 16-avos da Copa com campanha 100%
-
Preço do Brent cai abaixo do nível anterior à guerra no Oriente Médio
-
'Muito nervoso, mas feliz', diz Neymar após estreia na Copa do Mundo
-
Proibição de adolescentes em redes sociais na Austrália teve pouco impacto (estudo)
Bolsonaro mantém silêncio ao se apresentar à PF por 'tentativa de golpe'
O ex-presidente Jair Bolsonaro se manteve em silêncio nesta quinta-feira (22), ao se apresentar à Polícia Federal, que investiga seu suposto envolvimento em uma tentativa de "golpe de Estado", que teria sido concebido para se manter no poder após o fim de seu mandato, informou sua defesa.
Bolsonaro (PL) é suspeito de ter participado de uma conspiração que buscava desacreditar o processo eleitoral e impedir que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumisse o poder em janeiro do ano passado.
O ex-mandatário diz ser inocente e assegura ser vítima de uma "perseguição implacável".
A audiência, com duração de trinta minutos, na sede da Polícia Federal, em Brasília, ocorreu a apenas três dias de um protesto convocado pelo ex-presidente (2019-2022) em São Paulo para repudiar as acusações.
Bolsonaro não fez declarações, informou sua defesa, que lamentou não ter tido acesso suficiente ao conteúdo do processo contra ele.
"O único motivo pelo qual Bolsonaro fez uso do silêncio foi dado ao fato de ele responder hoje a uma investigação semissecreta", disse seu advogado, Paulo Cunha, em declarações a jornalistas do exterior da sede da Polícia Federal.
Cunha acrescentou que seu cliente "nunca foi simpático a qualquer tipo de movimento golpista". "O ex-presidente não teme nada porque não fez nada", afirmou.
A investigação levou a PF a lançar, em 8 de fevereiro, a operação Tempus Veritatis, com dezenas de buscas, apreensões de passaportes e prisões no entorno de Bolsonaro, que foi proibido de sair do país.
O líder da extrema direita compareceu à PF juntamente com outros supostos aliados, incluindo diversos ex-ministros, em diferentes cidades do país, segundo a imprensa local.
Esta é a sexta vez que o ex-presidente vai à Polícia Federal prestar depoimento desde que deixou a presidência.
No ano passado, ele teve que comparecer pela suposta falsificação de certificados de vacinação contra a covid-19, assim como pela entrada irregular no Brasil de joias presenteadas pela Arábia Saudita.
Também teve que depor por suspeita de ter instigado os atos de 8 de janeiro de 2023, que culminaram no ataque às sedes dos Três Poderes.
- Um decreto, um vídeo -
Naquele dia, uma semana depois de Lula ter iniciado seu terceiro mandato, milhares de bolsonaristas, inconformados com a vitória da esquerda nas eleições de outubro de 2022, invadiram o palácio do Planalto, a sede do Congresso e a do Supremo Tribunal Federal.
Bolsonaro, que havia viajado para os Estados Unidos dias antes da cerimônia de posse, nega qualquer incitação ao motim e rechaça que ele tenha feito parte de um plano pré-concebido. Sugeriu ainda que não se tratava de seus apoiadores.
No entanto, de acordo com polícia, cerca de dois meses antes, Bolsonaro recebeu e modificou um decreto em que previa prender o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, e convocar novas eleições.
No inquérito do suposto plano de golpe de Estado também contém um vídeo de uma reunião realizada em 5 de julho de 2022, três meses antes das eleições das quais Lula saiu vitorioso.
A gravação, divulgada pelo STF em 9 de fevereiro, mostra Bolsonaro incentivando vários de seus ministros a empreenderem uma campanha contra as urnas eletrônicas.
"Nós sabemos que se a gente reagir depois das eleições, vai ter o caos no Brasil, vai virar uma grande guerrilha", disse aos seus ministros no vídeo.
- Relação tensa -
Os depoimentos sobre a suposta trama golpista foram determinados por Moraes, à frente de várias investigações contra o ex-presidente e seu entorno.
Moraes, também ministro do STF, é alvo constante de críticas de Bolsonaro.
A defesa solicitou o afastamento do magistrado do caso alegando que lhe falta "a imparcialidade objetiva e subjetiva para decidir nesses autos", já que Moraes aparece no processo como um dos alvos da suposta trama golpista.
Os advogados do ex-presidente também pediram o adiamento de seu depoimento à polícia.
O STF negou os dois pedidos.
- "Evento pacífico" em São Paulo -
Apesar das diversas investigações de que é alvo desde que deixou a presidência há 14 meses, o ex-capitão do Exército, de 68 anos, continua liderando a oposição.
Embora, em junho, tenha sido considerado inelegível até 2030 por ter disseminado desinformação sobre o sistema eleitoral brasileiro, na quarta-feira ele disse estar "convencido" de que poderá reverter essa "injustiça".
Sobre a manifestação de domingo em São Paulo, prometeu que será um "evento pacífico" para mostrar "para o Brasil e para o mundo uma fotografia de verde e amarelo" e se defender das acusações contra ele.
G.Schmid--VB