-
Com 2 de Vini, Real Madrid vence clássico contra o Atlético; Barça segue líder isolado
-
Líder Inter cede empate com Fiorentina; Como emenda 5ª vitória seguida
-
Carlos Alcaraz é eliminado na 3ª rodada do Masters 1000 de Miami
-
Olympique de Marselha perde em casa para o Lille com gol de Giroud
-
Israel 'intensificará' operações terrestres no Líbano após atacar ponte-chave
-
Manchester City derrota Arsenal (2-0) e é campeão da Copa da Liga Inglesa
-
Colonos israelenses incendiam edifícios e carros na Cisjordânia Ocupada
-
Botafogo demite técnico argentino Martín Anselmi
-
'Conselho de Comércio' EUA-China pode estreitar laços, mas preocupar o mercado
-
Dimitri Payet anuncia aposentadoria do futebol
-
Cuba se prepara para 'possível ataque' dos EUA
-
Aston Villa vence West Ham e se consolida no G4; Tottenham segue em queda livre
-
Trump ordena envio de agentes do ICE para aeroportos em meio a paralisação orçamentária
-
Irã ameaça atacar infraestruturas energéticas após ultimato de Trump
-
Barcelona vence Rayo Vallecano e abre 7 pontos do Real Madrid antes de clássico com Atlético
-
Cruzeiro anuncia Artur Jorge como novo técnico
-
O bloqueio do Estreito de Ormuz em números
-
França realiza segundo turno de disputadas eleições municipais
-
Itália vota em referendo uma controversa reforma judiciária
-
Primeiro-ministro chinês promete expandir o 'bolo' do comércio mundial
-
Show do BTS reuniu mais de 100 mil pessoas na capital sul-coreana
-
Irã atinge com mísseis Arad e Dimona, onde há uma instalação nuclear em Israel
-
PSG goleia Nice e recupera liderança do Campeonato Francês
-
Milan vence Torino e recupera vice-liderança do Campeonato Italiano
-
De Gaza ao Líbano, o cirurgião que opera crianças feridas na guerra
-
Guerra de Trump contra Irã abala indecisos às vésperas das eleições de meio de mandato nos EUA
-
Bayern goleia Union Berlin e segue líder isolado do Alemão
-
EUA afirma ter destruído instalação iraniana no Estreito de Ormuz
-
Arsenal x City: o discípulo Arteta e o professor Guardiola duelam pela Copa da Liga Inglesa
-
Arbeloa diz que Mbappé está '100%' antes de clássico contra Atlético de Madrid
-
Hezbollah confirma confrontos com exército israelense em duas cidades do sul do Líbano
-
Borussia Dortmund renova contrato do capitão Emre Can, apesar de lesão
-
Liverpool perde para Brighton e segue fora do G4 no Inglês
-
Reis do k-pop BTS fazem show de retorno em Seul
-
Iranianos celebram fim do Ramadã sem Khamenei
-
Lens goleia Angers (5-1) e assume liderança provisória do Francês, à frente do PSG
-
Juiz dos EUA declara restrições do Pentágono à imprensa como inconstitucionais
-
EUA autoriza venda e entrega de petróleo iraniano carregado em navios
-
Napoli sofre mas vence na visita ao Cagliari (1-0) e assume vice-liderança da Serie A
-
Manchester United fica em vantagem duas vezes, mas cede empate na visita ao Bournemouth (2-2)
-
Villarreal vence Real Sociedad (3-1) e sobe provisoriamente ao 3º lugar no Espanhol
-
Venda de maconha a turistas, uma 'mudança possível' no Uruguai
-
RB Leipzig goleia Hoffenheim (5-0) e assume 3º lugar no Alemão
-
PIB da Argentina cresceu 4,4% em 2025
-
Troféu da Copa do Mundo visita Chichén Itzá, berço do jogo de bola maia
-
Três homens são presos na França por suspeita de abuso sexual em escolas
-
Guerra ameaça protagonismo do Golfo no mapa esportivo global
-
Presidente colombiano é investigado nos EUA por suposta ligação com narcotraficantes
-
Jonathan Wheatley deixa chefia da Audi F1 e pode se transferir para Aston Martin
-
Lesionado, Mohamed Salah vai desfalcar Liverpool e Egito
Viúva de Navalny promete que continuará lutando pela 'liberdade' na Rússia
A viúva de Alexei Navalny, Yulia Navalnaya, acusou nesta segunda-feira (19) o presidente russo, Vladimir Putin, de matar o seu marido e prometeu que continuará lutando pela "liberdade" do seu país, três dias após a morte do opositor.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Navalnaya, tomada pela emoção, falou sobre a vida e o sofrimento do marido, garantindo que assumirá seu lugar.
"Há três dias, Vladimir Putin matou o meu marido, Alexei Navalny. Putin matou o pai dos meus filhos. (...) Com ele, ele queria matar o nosso espírito, a nossa liberdade, o nosso futuro", disse ela.
O opositor e principal adversário do presidente Vladimir Putin morreu aos 47 anos em uma prisão do Ártico, no distrito autônomo de Yamalia-Nenetsia, na região de Yamal, onde cumpria uma pena de 19 anos.
"Vou continuar o trabalho de Alexei Navalny. Vou continuar pelo nosso país, com vocês. Peço a todos que estejam ao meu lado (...). Não é uma vergonha fazer pouco, é uma vergonha não fazer nada, é uma vergonha se permitir ter medo", declarou.
Navalnaya pediu unidade "para atingir Putin, os seus amigos, os bandidos com dragonas, os cortesões e os assassinos que querem paralisar" a Rússia, e prometeu descobrir "quem cometeu este crime" e em quais circunstâncias.
- Sem acesso ao corpo -
Há três dias, os parentes de Alexei Navalny, que acusam o Kremlin de tê-lo assassinado e de querer ocultar as evidências de suas ações, tentam recuperar o corpo, mas sem sucesso.
A porta-voz do opositor, Kira Yarmish, afirmou que sua mãe, Luidmila Navalnaya, não foi autorizada a entrar no necrotério onde supostamente está o corpo em Salekhard, a capital regional, que fica a 50 quilômetros da prisão onde as autoridades afirmam que Navalny faleceu.
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, se limitou a dizer que a investigação "continua em andamento" e não chegou a nenhuma conclusão "até o momento".
Yarmish afirmou que o Comitê de Investigação, responsável pelas investigações penais na Rússia, comunicou que o inquérito sobre a morte de Navalny "foi prolongado".
"Não se sabe até quando vai prosseguir. A causa da morte continua sendo 'indeterminada'. Eles mentem, tentam ganhar tempo e nem sequer escondem", completou
Segundo Evgeni Smirnov, advogado da ONG especializada Pervy Otdel, os investigadores podem reter legalmente o corpo de uma pessoa que morreu na prisão por até 30 dias.
Mas mesmo depois deste período, as autoridades podem decidir abrir uma investigação criminal e manter os restos mortais "pelo tempo que quiserem", disse o advogado.
A mãe de Navalny compareceu no sábado com um advogado à colônia penal de segurança máxima número 3, um uma área remota a quase 2.000 quilômetros de Moscou.
O Serviço Penitenciário Russo (FSIN) informou que o opositor morreu na sexta-feira, depois que perdeu a consciência durante uma caminhada.
Ele estava detido desde seu retorno à Rússia no início de 2021, após sofrer um grave envenenamento, e enfrentava problemas de saúde há vários meses.
Durante sua reclusão, Navalny passou quase 300 dias em uma cela disciplinar, em condições rigorosas de isolamento.
Putin, que nunca mencionou Navalny por seu nome, não fez qualquer comentário sobre a morte de Navalny, que aconteceu um mês antes das eleições presidenciais russas, nas quais o chefe de Estado, de maneira previsível, deve conquistar um novo mandato de seis anos.
- Onda de indignação -
A morte de Navalny causou uma onda de comoção e indignação na Rússia e no Ocidente, onde muitos líderes acusaram Moscou de ser o culpado.
O ministério das Relações Exteriores alemão convocou o embaixador russo na Alemanha após a morte, declarou uma porta-voz do governo nesta segunda-feira, que pediu "a libertação de todos os presos políticos na Rússia".
"Diante da falta de informação, acreditamos que é absolutamente inaceitável fazer declarações tão odiosas", reagiu o Kremlin.
Na Rússia, as tentativas modestas de prestar homenagem ao opositor foram reprimidas, em plena campanha de intimidação contra qualquer crítica às autoridades desde o início da invasão na Ucrânia, em fevereiro de 2022.
No final de semana, a polícia russa prendeu centenas de pessoas que depositavam flores e acendiam velas em dezenas de cidades para homenagear o dissidente.
Navalny era a figura de maior destaque da oposição na Rússia, onde ganhou popularidade - em particular entre os jovens - graças às investigações sobre a corrupção durante o governo Putin.
M.Vogt--VB