-
Inter vence Cremonese e segue firme na liderança do Italiano
-
City e Aston Villa deixam Arsenal escapar na liderança, United vence 3ª seguida
-
Com 2 de Guirassy, Dortmund vira sobre Heidenheim e fica a 6 pontos do líder Bayern
-
Israel reabre parcialmente a passagem de Rafah para moradores de Gaza
-
Menino de cinco anos detido pelo ICE em Minneapolis volta para casa
-
Paris FC anuncia contratação do atacante italiano Ciro Immobile
-
Lyon vence Lille e segue embalado no Campeonato Francês
-
United vence terceira seguida e se mantém no G4 do Campeonato Inglês
-
Com golaço de Vini, Real Madrid sofre, mas vence Rayo Vallecano no Espanhol
-
Família mexicana permanece trancada em sua casa em Minneapolis por medo do ICE
-
Negociações sobre a guerra na Ucrânia são adiadas para quarta-feira
-
Paquistão procura autores de ataques separatistas que deixaram quase 200 mortos
-
Costa Rica elege presidente com candidata de direita como favorita
-
Irã compara protestos a 'golpe' e faz alerta contra guerra regional
-
Alcaraz bate Djokovic e é campeão do Aberto da Austrália
-
Israel reabre a passagem de Rafah de maneira limitada
-
Irã diz querer evitar guerra e privilegiar diplomacia
-
Juíza rejeita pedido de Minnesota para suspender operações anti-imigração
-
Baarcelona vence Elche e se mantén na liderança do Espanhol
-
Líder Arsenal goleia Leeds United; Chelsea vira sobre West Ham
-
Bayern empata com Hamburgo e volta a tropeçar no Campeonato Alemão
-
Após decepção na Champions, Napoli reage e vence Fiorentina no Italiano
-
Olympique de Marselha tropeça com Paris FC e se distancia da briga pelo título francês
-
Chefe diplomática dos EUA chega à Venezuela no relançamento da relação pós-Maduro
-
Paul George, ala do Philadelphia 76ers, é suspenso por 25 jogos por doping
-
Líder Arsenal volta a vencer no Inglês com goleada sobre Leeds United
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô e água
-
Ataques israelenses em Gaza deixam 32 mortos
-
Marcha silenciosa na Dinamarca contra críticas de Trump à Otan no Afeganistão
-
Chefe da missão diplomática americana quer retomar relação com a Venezuela
-
Helicoide, símbolo da 'tortura' na Venezuela
-
Restauração de afresco em Roma gera polêmica por suposta semelhança com Meloni
-
Apagão deixa Kiev sem metrô e água
-
Ataques israelenses em Gaza deixam 28 mortos
-
Comandante militar iraniano alerta EUA e Israel contra ataque
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam mais de 70 mortos no Paquistão
-
Atividade industrial da China perde força em janeiro
-
Vítimas de Epstein afirmam que agressores permanecem protegidos apesar da publicação de novos documentos
-
Rybakina supera Sabalenka e é campeã do Aberto da Austrália
-
Governo dos EUA entra em 'shutdown' mas paralisação deve ser curta
-
Documentos indicam que ex-príncipe Andrew convidou Jeffrey Epstein ao Palácio de Buckingham
-
Presidente da Venezuela anuncia anistia geral e fechamento de temida prisão política
-
Tribunal da Espanha ordena que freiras desocupem convento
-
Senado dos EUA aprova projeto de lei que deve encurtar 'shutdown'
-
Bruce Springsteen interpreta canção contra polícia de imigração em Minneapolis
-
Principal refinaria de petróleo do Equador registra segundo incêndio em oito meses
-
Milhares de pessoas marcham em Minneapolis contra operações anti-imigração nos EUA
-
Lens vence Le Havre (1-0) e assume liderança provisória do Francês, à frente do PSG
-
Israel anuncia reabertura limitada da passagem de fronteira de Rafah a partir de domingo
-
Departamento de Justiça dos EUA publica mais de 3 milhões de páginas do caso Epstein
Príncipe Harry diz à Justiça que jornal sensacionalista 'grampeou' seu telefone
O príncipe Harry se tornou, nesta terça-feira (6), o primeiro membro da realeza britânica a testemunhar em um tribunal em um século, afirmando, apesar de não poder comprovar, que um jornal sensacionalista obteve informações sobre sua vida grampeando seu telefone.
Vestindo terno cinza e camisa branca, o filho caçula de Charles III, de 38 anos, testemunhou por cinco horas na Alta Corte de Londres, que julga, desde 10 de maio, um processo contra o Mirror Group Newspapers (MGN).
Harry, dois atores de televisão e a ex-esposa de um comediante acusam este grupo, editor do jornal Mirror e da revista Sunday People, entre outras publicações, de obter detalhes sobre suas vidas entre 1996 e 2011 por meio de métodos ilegais, incluindo grampos telefônicos.
"Minhas mensagens de voz continham informação incrivelmente particular e delicada", afirmou.
Por exemplo, "não sei como poderiam saber meus planos de voo que nunca eram anunciados pelo Palácio por motivos de segurança", lançou a Andrew Green, o advogado do MGN que durante todo o dia o questionou sobre 20 das 33 reportagens analisadas pela Justiça.
Pela manhã, o príncipe se mostrou confuso e hesitante, mas na parte da tarde adotou uma postura mais combativa.
Ele garantiu que chamou de "hipócrita de merda" Paul Barrell, o ex-mordomo de sua mãe, a princesa Diana, em uma mensagem de voz em 2003 a seu irmão, o príncipe William. Esta expressão apareceu posteriormente na imprensa, mas ele afirmou não lembrar detalhes "depois de tanto tempo".
Esta minuciosa oitiva revelou informações íntimas como a reação de seu pai ao seu consumo de drogas, a vigilância secreta ordenada por sua avó, Elizabeth II, durante seu ano sabático na Austrália e as relações com sua ex-namorada, a zimbabuense Chelsy Davy, a partir de 2004.
"Se a relação com Chelsy era pública, seus detalhes deveriam permanecer privados", afirmou. "O nível de detalhes destas reportagens, é, no mínimo, constrangedor", destacou.
- "Atividade ilegal" -
O príncipe admitiu que muitas dessas informações foram publicadas por outros veículos e confirmadas por fontes da realeza.
Mas acusou o Mirror de ir além, obtendo informações por meios ilegais, o que não pode comprovar porque as provas "foram ocultadas ou destruídas".
Os quatro autores da ação pedem indenizações por perdas e danos ao MGM pelo impacto que as publicações tiveram sobre eles.
Harry denunciou "a invasão da imprensa durante a maior parte da minha vida até o dia de hoje".
“Cada uma dessas notícias me causou sofrimento”, declarou.
"Outras pessoas, amigos, colegas de escola liam as matérias e seu comportamento mudava", afirmou. Isso o deixou "paranoico" em suas relações, desconfiando de qualquer pessoa, e levou-o a reduzir seu círculo de amizades.
"Todo mundo lamenta a intromissão da imprensa em sua vida, mas isso não quer dizer que tenha sido resultado de uma atividade ilegal", destacou Green.
No início do processo, o MGN reconheceu "alguns indícios" de obtenção ilícita de informação e pediu desculpas, mas negou ter interceptado mensagens de voz.
- Crítica ao governo -
O príncipe, quinto na linha de sucessão ao trono, ainda assim fez uma incomum crítica aos laços entre a imprensa e o Executivo britânico.
“Nosso país é julgado globalmente pelo estado da nossa imprensa e do nosso governo, e acho que ambos estão no nível mais baixo”, afirmou.
“A democracia fracassa quando a imprensa não escrutina, nem exige responsabilidades do governo e, em vez disso, escolhe ir para a cama com eles para garantir o status quo”, acrescentou.
O duque de Sussex não voltava ao país desde a cerimônia de coroação do pai, em 6 de maio, à qual compareceu sem a esposa, a atriz americana Meghan Markle. Partiu logo após o evento, retornando para os EUA, onde o casal mora desde que abdicou de seus compromissos reais em 2020.
Seu depoimento nesta terça-feira é o primeira de um membro da realeza britânica desde Edward VII, que testemunhou em um julgamento por difamação em 1891, antes de assumir o trono.
I.Meyer--BTB