-
SCANDIC FINANCE ने एलेक्स बोडी को समूह का उपाध्यक्ष नियुक्त किया
-
SCANDIC FINANCE แต่งตั้งอเล็กซ์ โบดี เป็นรองประธานกลุ่มบริษัท
-
SCANDIC FINANCE Grubu, Alex Bodi’yi başkan yardımcılığına atadı
-
Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди е назначен за вицепрезидент на групата SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi a SCANDIC FINANCE vállalatcsoport új alelnöke
-
Ο Άλεξ Μπόντι νέος αντιπρόεδρος του ομίλου SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi byl jmenován viceprezidentem skupiny SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi utsedd till vicepresident för SCANDIC FINANCE-koncernen
-
تعيين أليكس بودي نائبًا لرئيس مجموعة SCANDIC FINANCE
-
SCANDIC FINANCEグループ、アレックス・ボディ氏を副社長に任命
-
SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
-
亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
-
Алекса Боді призначено віцепрезидентом групи SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi nomeado vice-presidente do grupo SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi, numit vicepreședinte al grupului SCANDIC FINANCE
-
Niterói escolhe Corte Momesca do Carnaval 2027 na quadra da Viradouro
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública em dois turnos e envia texto à promulgação
-
Sporting derrota Shakhtar Donetsk por 1-0 na Liga dos Campeões
-
Cancro do pâncreas causou mais de duas mil mortes em Portugal num ano
-
Montenegro convoca PS e Chega para reuniões sobre crise da habitação
-
Lucro do novobanco recua 4,1% para 585,6 milhões de euros até setembro
-
Ministro espanhol dos Transportes demite-se após acidente ferroviário mortal
-
Óculos inteligentes da Meta levantam novas dúvidas sobre privacidade e vigilância
-
Trump responsabiliza guerra no Irão pela derrota republicana nas intercalares
-
Francisco Rodrigues dos Santos deixa CDS e critica aproximação à direita radical
Onda de calor sufoca milhões de mexicanos
Enquanto Roberto luta para trabalhar sob o sol implacável, a onda de calor que atinge o México já deixou oito mortos e atrapalha a vida de milhões de pessoas.
Roberto De Jesús, de 50 anos, oferece seus serviços como pedreiro ao lado da Catedral Metropolitana, no centro histórico da Cidade do México, que esta semana atingiu temperaturas recordes de 35 ºC.
Roberto lida com a terceira onda de calor que atinge o país este ano e que pode durar mais duas semanas.
É meio-dia e o sol aquece o asfalto e os prédios da capital. As multidões, as emissões de carros e as empresas criam um ambiente sufocante.
"Fica muito pesado (o calor). Dá sono esperar o trabalho (...), às vezes a gente fica muito desidratado", comenta Roberto.
Ele fica até nove horas por dia esperando por clientes, embora a parte mais difícil seja quando tem que trabalhar ao ar livre à mercê do calor. "Estamos muito sufocados", diz ele.
Mas nem só o trabalho se torna tortuoso. Comer em barracas de rua - um hábito popular entre os mexicanos - agora representa um alto risco, pois o calor intenso decompõe rapidamente os alimentos.
Roberto verificou recentemente. "Passei mal do estômago", diz, "Foram uns tacos que comi na rua (...). Foi isso que me deu enjoo", confessa o pedreiro, que passou três dias se recuperando.
O México, com 126 milhões de habitantes, registra todos os anos ondas de calor, cuja maior duração atualmente é atribuída por especialistas a fatores como a mudança climática.
- "Calor horrível" -
Mas os tacos de rua não são os vilões, porque além das altas temperaturas eles devem trabalhar entre chapas quentes e fogões.
"O calor é horrível", diz Javier Ramos, 30 anos, encarregado de preparar tacos em uma barraca na Alameda Central.
"Tem que se hidratar o dia todo", diz, referindo-se à jornada de 15 horas em que ele e seus colegas montam a barraca, cozinham e atendem o público.
Faz parte do protocolo ter a carne fresca e os ingredientes preparados "do dia", além de armazenar os insumos em refrigeradores "e não combinar carne com vegetais", explica Javier.
Também localizada ao redor da catedral, Natividad Flores, uma vendedora de roupas artesanais de 40 anos, acredita que "estamos vendo as consequências da mudança climática".
Protegida com luvas, chapéu de aba larga, protetor solar "e muita água", Flores aproveita para vender roupas "muito frescas" para "aguentar o calor".
"Dá tontura, um pouco de insolação também", diz.
Das oito vítimas, sete morreram de insolação (colapso causado pela exposição prolongada a altas temperaturas) e uma de desidratação entre 14 de abril e 12 de junho, segundo o governo.
Três morreram em Veracruz (leste), duas em Quintana Roo (sudeste), duas em Sonora (norte) e uma em Oaxaca (sul).
Y.Bouchard--BTB