-
Mísseis lançados contra casa deixam quatro mortos em Bagdá
-
Adolescentes processam xAI nos EUA por imagens sexualizadas geradas por chatbot
-
Jogadoras iranianas treinam com clube australiano e enviam mensagem: "Tudo vai ficar bem"
-
Brentford cede empate contra lanterna Wolves no encerramento da 30ª rodada da Premier
-
EUA convoca aliados a defender trânsito de petróleo por Ormuz
-
Bayer Leverkusen, espelho e obstáculo para o Arsenal na Champions
-
Presidente de Israel diz que Europa deveria apoiar esforços para 'erradicar' o Hezbollah
-
Corvos necrófagos memorizam vastas áreas dos territórios de caça dos lobos, diz estudo
-
Em grande fase, João Pedro tem missão de liderar virada do Chelsea contra PSG na Champions
-
Trump critica falta de 'entusiasmo' de aliados para reabrir Estreito de Ormuz
-
Cuba abre economia a emigrados e permite investimentos de residentes nos EUA
-
João Fonseca poderá enfrentar Alcaraz na 2ª rodada do Masters 1000 de Miami
-
Afeganistão acusa Paquistão de matar civis em ataque a Cabul
-
'O melhor jogador do mundo', diz Arbeloa sobre Mbappé
-
Aliados da Otan rejeitam proposta de Trump de intervir no Estreito de Ormuz
-
Endrick é convocado para amistosos do Brasil contra França e Croácia; Neymar fica fora
-
'O jogo de volta é sempre diferente', alerta Luis Enrique antes de duelo com Chelsea
-
Presidente alemão pede fim da guerra no Oriente Médio para evitar consequências 'desastrosas'
-
Petróleo é negociado em baixa e bolsas se recuperam
-
Antonelli vê vitória no GP da China como 'ponto de partida' para ter sucesso na F1
-
Trump anuncia que sua chefe de gabinete, Susie Wiles, tem câncer de mama
-
HRW denuncia 'desaparecimento forçado' em El Salvador de imigrantes deportados pelos EUA
-
Risco de estagflação nos EUA é 'bastante alto', diz à AFP Stiglitz, Nobel de Economia
-
Arteta aposta no jovem Dowman: 'Está pronto para jogar regularmente'
-
Rotas alternativas ao Estreito de Ormuz são insuficientes para atender à demanda
-
Prefeitos dos EUA se opõem a centros de dados, enquanto cresce reação contra IA
-
Chelsea é multado em 10 milhões de libras por irregularidades financeiras
-
Rei da Espanha admite que houve 'muito abuso' na conquista da América
-
Cubanos emigrados vão poder investir na ilha, diz ministro à NBC
-
Sean Penn, vencedor do Oscar, está em Kiev
-
'Não tenho um plano específico, é só tentar', diz Guardiola antes de duelo com Real Madrid
-
Começa na França julgamento de apelação de Sarkozy por suposto financiamento líbio
-
Espanha substitui Finalíssima por amistoso contra Sérvia
-
Irã afirma que levará a guerra 'tão longe quanto for necessário'
-
Irã afirma que levará a guerra 'tão longe quando for necessário'
-
Vídeos falsos sobre guerra no Oriente Médio se multiplicam no X apesar dos alertas
-
Bombardeios russos deixam três mortos na Ucrânia; explosões em Kiev
-
Rosalía inicia na França a turnê internacional de 'Lux'
-
Barril de petróleo passa dos 100 dólares, bolsas operam com cautela
-
Israel anuncia operações terrestres contra o Hezbollah no Líbano
-
Iranianos que fugiram do 'inferno' acompanham a guerra no exílio
-
Cinco momentos importantes da 98ª edição do Oscar
-
'Uma Batalha Após a Outra' é o grande vencedor do Oscar
-
'Valor Sentimental', da Noruega, ganha Oscar de Melhor Filme Internacional
-
'Uma Batalha Após a Outra' leva o Oscar de Melhor Filme
-
Oscar: últimas novidades
-
México bate recorde mundial de maior aula de futebol
-
Sinner vence Medvedev e conquista seu 1º título de Masters 1000 de Indian Wells
-
Milan perde para Lazio (1-0) e deixa líder Inter escapar; Como vence Roma
-
Extrema direita avança nas eleições municipais na França; esquerda lidera em Paris
Príncipe Harry relata na Justiça seu 'sofrimento' com matérias dos tabloides
O príncipe Harry se tornou, nesta terça-feira (6), o primeiro membro da realeza britânica a testemunhar em um tribunal em um século, ao explicar o "sofrimento" causado por centenas de artigos em um jornal sensacionalista, o qual acusa de ter coletado informações sobre ele de forma ilegal.
O filho caçula de Charles III, de 38 anos, começou a dar seu testemunho ante a Alta Corte de Londres, onde acontece, desde 10 de maio, processo contra o Mirror Group Newspapers (MGN).
Harry, dois atores de televisão e a ex-esposa de um comediante acusam este grupo, editor do jornal Mirror e da revista Sunday People, entre inúmeras publicações, de obter detalhes sobre suas vidas entre 1996 e 2011 por meio de métodos ilegais, incluindo invasão de celulares.
“Mais de milhares, talvez milhões de artigos foram escritos sobre mim desde que eu tinha 11 anos”, lembrou, apesar de, neste caso, o juiz analisar apenas 33 deles.
O príncipe também denunciou "a invasão da imprensa durante a maior parte da minha vida até o dia de hoje".
“Cada um desses artigos me causou sofrimento”, declarou, citando informações que, às vezes, remontam a mais de 20 anos e que ele admitiu não recordar com precisão.
"Quando criança, cada um desses artigos era uma distração enquanto crescia", insistiu ele, relembrando que informações sobre questões tão delicadas como sua reação ao divórcio de seus pais, o então príncipe Charles e a agora falecida princesa Diana, "estavam em todos os palácios."
"Outras pessoas, amigos, colegas de escola liam as matérias e seu comportamento mudava", disse ele com voz tímida e hesitante.
Ele contou, ainda, que isso deixou-o "paranoico" em suas relações, desconfiando de qualquer pessoa que pudesse fornecer informações sobre ele, e levou-o a reduzir seu círculo de amizades.
Embora achasse "difícil acreditar como (o jornal) teria conseguido (algumas informações) de outra forma", para além de "hackear" suas mensagens telefônicas, ele não conseguiu fornecer provas sobre essas acusações.
Para ele, a reputação do Reino Unido foi prejudicada pelos laços entre a mídia e o governo.
“Nosso país é julgado globalmente pelo estado da nossa imprensa e do nosso governo, e acho que ambos estão no nível mais baixo”, afirmou.
“A democracia fracassa quando a imprensa não escrutina, nem exige responsabilidades do governo e, em vez disso, escolhe ir para a cama com eles para garantir o status quo”, acrescentou.
- Relações tensas -
O duque de Sussex não voltava ao país desde a cerimônia de coroação do pai, em 6 de maio, à qual compareceu sem a esposa, a atriz americana Meghan Markle. Partiu logo após o evento, retornando para os EUA, onde o casal mora desde 2020.
Sua declaração nesta terça-feira é a primeira de um membro da realeza britânica desde Edward VII, que testemunhou em um julgamento por difamação em 1891, antes de assumir o trono.
No início do processo, em maio, o MGN reconheceu "alguns indícios" da coleta ilegal de informações sobre Harry em uma única ocasião, pediu desculpas e garantiu, à época, que "essa conduta não se repetirá".
Seu advogado, Andrew Green, negou, no entanto, que as mensagens de correio de voz tenham sido interceptadas e argumentou que algumas ações foram movidas tarde demais, décadas depois dos supostos eventos.
Harry já apareceu de surpresa em um tribunal de Londres em março, em outro processo por violação de privacidade movido por várias celebridades — como o cantor Elton John — contra o grupo Associated Newspapers Ltd, editor do jornal Daily Mail. Mas ele não falou no julgamento, apenas apresentou seu testemunho por escrito.
O príncipe, quinto na linha de sucessão ao trono, e sua esposa mantêm relações muito tensas com a imprensa.
Há algumas semanas, ambos relataram que sofreram uma perseguição de carro "quase catastrófica" por parte de paparazzi nas ruas de Nova York. As autoridades locais minimizaram o episódio, que lembrou o acidente de trânsito de 1997, em Paris, que matou a mãe de Harry, a princesa Diana, enquanto era perseguido por fotógrafos.
O príncipe acusou recentemente outros membros da monarquia britânica de conluio com a imprensa.
Em documentos apresentados aos tribunais em abril, afirmou que a família real havia chegado a um "acordo secreto" com um editor para evitar que qualquer um de seus membros tivesse que depor. Isso o impediu, alegou Harry, de entrar com uma ação enquanto fazia parte da realeza.
F.Müller--BTB