-
Por que as ações de tecnologia estão caindo?
-
UE exige que empresas incluam rótulo em conteúdos feitos com IA
-
Trump e Netanyahu se reúnem pela primeira vez desde o início da guerra no Oriente Médio
-
Terremoto de 7,1 graus no Japão deixa feridos e provoca desabamentos
-
Zinédine Zidane é anunciado como técnico da França
-
Bombeiros avançam na luta contra incêndios florestais na Espanha
-
Keiko Fujimori assume o governo no Peru
-
BitMart تحت الضغط: لم يتم الإفراج عن 22,000 USDT و930,000 SNC بعد مرور 48 ساعة – هل تعاني BitMart من نقص في الأموال؟
-
BitMart под давлением: 22 000 USDT и 930 000 SNC не разблокированы по истечении 48 часов — у BitMart не хватает средств?
-
BitMart 面臨壓力:22,000 USDT 和 930,000 SNC 在 48 小時後仍未解凍——難道 BitMart 資金不足?
-
BitMart sob pressão: 22 000 USDT e 930 000 SNC não foram libertados após 48 horas – será que a BitMart não tem fundos suficientes?
-
Rapper D4vd será julgado por homicidio de adolescente
-
Imigrantes haitianos nos EUA inseguros com fim de status de proteção
-
Avanço do HIV é um perigo real devido à queda do financiamento a seu combate
-
Nicarágua adia aprovação de reforma para excluir opositores de eleições
-
Argentina está em 'posição mais sadia' desde que Milei assumiu, diz diretora do FMI
-
Cantora Carly Simon revela que sofre de Parkinson
-
Carlos Alberto Parreira apresenta melhora e é transferido para unidade semi-intensiva
-
De Antonelli à Aston Martin: os altos e baixos da primeira metade da temporada de F1
-
Filadélfia comemora chegada de LeBron James: 'Cidade digna de um rei'
-
ONU teme repique da aids com queda de financiamento no combate ao HIV
-
Trump diz haver "boas chances" de alcançar acordo com Irã
-
Espanha e França enfrentam dias cruciais para conter incêndios antes de nova onda de calor
-
Theatro da Paz e Teatro Amazonas são declarados Patrimônio Mundial da Unesco
-
PSG retorna aos treinos sem jogadores da Copa do Mundo
-
Novas ferramentas de IA permitem que leitores conversem com os livros
-
Infantino diz que críticos da Copa do Mundo espalham 'ódio e rumores falsos'
-
Republicanos e democratas enfrentam muitas incógnitas nas eleições legislativas
-
Nvidia lidera aliança global para desenvolver IA aberta de cibersegurança
-
Pirlo anuncia que foi descartado para assumir seleção da Itália
-
Policial detém um homem que feriu a faca três mulheres em Paris
-
Macron visita área devastada por grande incêndio no sudoeste da França
-
Diretora do FMI visita Argentina em demonstração de apoio a Milei
-
Exército do Sudão recupera estrada que leva a cidade sitiada em Cordofão
-
Irã diz que não há negociações com EUA sobre a guerra
-
El Salvador enfrenta incerteza econômica após ofensiva contra as gangues
Apesar das barreiras, os eSports femininos continuam se desenvolvendo
Embora os eSports possam parecer uma disciplina mista em teoria, as jogadoras que se aventuram nesse meio muitas vezes se deparam com um ambiente hostil, mesmo que o setor, predominantemente masculino, esteja se tornando gradualmente mais inclusivo.
Na sexta-feira, segundo dia da Paris Games Week, o encontro anual de fãs de jogos eletrônicos na capital francesa, a equipe Eterna derrotou a equipe G2 por 3 a 1 no Palais des Sports, em Paris.
Essa foi a grande final do torneio "Game Changers" do jogo League of Legends.
Uma competição exclusivamente feminina dentro de uma disciplina mista: o conceito pode parecer desnecessário, mas está começando a ganhar força no mundo das competições de eSports.
"É importante lembrar que os eSports, por definição, são mistos, ao contrário dos esportes tradicionais, já que não há diferença física (para praticá-los) entre um homem e uma mulher", explicou à AFP Bertrand Amar, gerente de eSports da Webedia, empresa organizadora do torneio. "Mas as equipes são mistas apenas no nome e na maioria das vezes você só vê homens".
Embora um em cada dois jogadores seja mulher, de acordo com o último relatório da associação France Esports, são poucas as mulheres que se lançam em uma carreira nos eSports, onde representam, segundo estimativas, apenas entre 5% e 10% dos participantes.
Machismo, assédio, estereótipos de gênero, falta de modelos a seguir — os obstáculos são variados, lamenta Ève "Colomblbl" Monvoisin, que chegou à final com a G2 na sexta-feira.
"Muitas garotas saíram de equipes mistas revoltadas porque não eram levadas em consideração, não eram ouvidas e, às vezes, eram culpadas pelas derrotas", diz a jogadora, de 26 anos.
Competições exclusivamente femininas como o "Game Changers" oferecem às jogadoras "um ambiente um pouco mais descontraído", ela argumenta. "É necessário para adquirir a confiança e a maturidade para se lançar completamente".
- "Todas somos iguais" -
Vitoriosa com a equipe Eterna, Sasha Barrault, apelidada de "Sashy", recebeu, como muitas outras jogadoras, uma enxurrada de insultos misóginos — e, no caso dela, transfóbicos — durante as partidas. Aos 23 anos, ela se sente mais à vontade nas ligas reservadas às mulheres.
"Na equipe, somos todas iguais, então é mais simples de treinar e jogar", ela conta, embora admita que seu objetivo ainda seja fazer parte de uma estrutura tradicional.
Mas as jogadoras que alcançaram esse lugar em alto nível ainda são exceções.
Uma delas é a canadense Ava "florescent" Eugene, que se juntou à equipe principal do clube Apeks na última temporada do jogo Valorant. Procedente dos "Game Changers", Ava se tornou a primeira mulher a entrar no VCT, o nível competitivo mais alto do jogo de tiro, pertencente, assim como o League of Legends, à editora Riot Games.
"Esse é o objetivo da abordagem de todas essas competições femininas", afirma Bertrand Amar. "A ideia é ajudar o cenário feminino a evoluir, a se estruturar melhor, a participar de competições para que o nível aumente e, idealmente, no final não haja mais competições femininas, mas sim exclusivamente mistas".
H.Kuenzler--VB