-
Alex Saab, ex-aliado de Maduro, se declara culpado de lavagem de dinheiro nos EUA
-
James Rodríguez anuncia aposentadoria da seleção da Colômbia
-
Helen Mirren mergulha na psicologia de Patricia Highsmith em 'A Talent For Murder'
-
Argentina anuncia primeiros amistosos após saída de Messi
-
Empresa de IA Mistral critica atores que buscam 'fortalecer sua posição no mercado'
-
Juiz decide que nome de Trump não pode ser reincorporado ao Kennedy Center
-
Morre aos 85 anos, em Paris, documentarista chileno Patricio Guzmán
-
OpenAI, Anthropic e Google buscam criar órgão de supervisão de riscos da IA
-
Nairóbi será sede do Mundial de Atletismo em 2029, o primeiro na África
-
Itália e Espanha mantêm controle de fronteiras após crise migratória em Ceuta
-
Volta às aulas marcada pelo medo em região devastada por terremotos na Venezuela
-
Trump critica decisão 'horrível' da Suprema Corte sobre voto por correio
-
Camp Nou será sede da final da Liga dos Campeões de 2029
-
Arábia Saudita e Egito exigem livre navegação no Mar Vermelho diante de bloqueio de rebeldes do Iêmen
-
Ex-funcionário do Google afirma que 'a IA tem o potencial de nos matar'
-
Justiça francesa condena auxiliar escolar por abusos sexuais de crianças
-
Canadá continuará sendo o 'parceiro mais importante' dos EUA em áreas-chave, diz primeiro-ministro
-
Arquiteto chinês Ma Yansong harmoniza natureza com 'sensação futurista'
-
STF inicia sessão inédita com Moraes na mira
-
Ex-presidente filipino Duterte sofre de perda significativa de memória, diz sua defesa
-
'Está nos deixando mais burros', população mundial divide opiniões sobre a IA
-
Turquia prende dezenas de manifestantes que protestavam contra a repressão LGBTQIA+
-
China e Rússia alertam contra a militarização do espaço após anúncio dos EUA
-
Rússia realizará eleições sem suspense sob a sombra da guerra na Ucrânia
-
Países Baixos expõem grande coleção de Van Gogh pela primeira vez em 40 anos
-
Arábia Saudita promete resposta firme aos ataques houthis
-
Comércio varejista desacelera em agosto na China
-
Líder da extrema direita australiana pede desculpas por chamas indígenas de 'primitivos'
-
Declínio da democracia nos Estados Unidos tem consequências em todo o mundo, afirma relatório
-
Japão tem mais de 100.000 pessoas com mais de 100 anos pela primeira vez
-
Arábia Saudita promete resposta firme a ataques houthis
-
'O Segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' triunfam no Emmy
-
Alexandre de Moraes e André Mendonça, os ministros em guerra no STF
-
Começa o Emmy nos EUA com "O Segredo de Widow's Bay" e "The Pitt" como favoritos
-
Detidos em "Alcatraz dos Jacarés" ficavam em celas do tamanho de uma cabine telefônica
-
Filho de Trump confirma que empresário russo pagou festas de seu casamento
-
Zelensky diz que Ucrânia está pronta para "medidas de desescalada"
-
Betis vira sobre Villarreal e sobe para 3º no Campeonato Espanhol
-
EUA elimina normas climáticas para usinas de energia durante reunião do G20
-
Leeds goleia Newcastle e sobe para 3º no Campeonato Inglês
-
Roma e Inter pisam no acelerador e seguem 100% no Italiano
Brasil e EUA vão retomar diálogo sobre tarifas, afirma Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (21) que Brasil e Estados Unidos vão retomar o diálogo sobre as tarifas comerciais, após conversar por telefone com o colega Donald Trump.
Lula telefonou hoje para o presidente americano, depois que os Estados Unidos impuseram no mês passado duas novas rodadas de tarifas sobre produtos do Brasil, sob o argumento de que o país comete falhas em áreas como desmatamento, propriedade intelectual e combate à corrupção.
O presidente brasileiro disse a Trump que as tarifas são "infundadas" e que manter as negociações é "a melhor opção para os dois países", informou a Presidência brasileira, segundo a qual a conversa durou uma hora e vinte minutos e foi conduzida em tom "amistoso" e "cordial".
Durante um ato de campanha em Minas Gerais, Lula disse que Trump pediu hoje ao seu representante comercial que telefonasse para o ministro brasileiro do Comércio Exterior, e que eles marcaram uma reunião. O presidente acrescentou que Trump "reconheceu" durante o telefonema seus argumentos segundo os quais as tarifas contra o Brasil foram baseadas "na mentira".
Lula acusou recentemente os Estados Unidos de tentar interferir nas eleições de outubro, nas quais o presidente enfrentará seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, um aliado de Trump.
Uma fonte do governo brasileiro informou que a questão eleitoral não foi mencionada na conversa, embora Lula tenha afirmado a Trump que o sistema eleitoral brasileiro é confiável, diante de uma pergunta genérica do presidente americano sobre a disputa.
Em um eventual segundo turno, Lula teria 47% das intenções de voto, contra 43% de Flávio Bolsonaro, segundo uma pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta sexta-feira.
- Sem interferência -
Durante o telefonema, o presidente brasileiro reiterou sua recusa em designar as duas principais facções criminosas do país - Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) - como organizações terroristas. Washington atribuiu essa designação a ambos os grupos em maio.
Esses "grupos criminosos exercem terror cotidiano sobre as populações mais carentes, mas não se confundem com organizações terroristas", diz o comunicado de Brasília. Lula ressaltou que seu governo defende outros métodos para acabar com esses grupos, como asfixiá-los financeiramente.
"Eu falei: 'Ô, Trump, se você quer combater o crime organizado (...) nós queremos trabalhar juntos. O que não queremos é interferência no Brasil'", relatou o presidente, durante o ato em Minas Gerais.
A insegurança é uma das principais preocupações dos brasileiros. Flávio Bolsonaro defende a importação do modelo de linha dura do presidente salvadorenho, Nayib Bukele. O senador afirma que pediu pessoalmente a Trump que designasse o PCC e o CV como terroristas dias antes de os Estados Unidos tomarem essa decisão.
S.Spengler--VB