-
Autarquias expõem receios do MPLA sobre mudanças na ordem de poder
-
Trump classifica intercalares como decisivas e afasta novo ataque ao Irão
-
Lucro da Corticeira Amorim recua 22% até setembro
-
Petróleo cai mais de 7% com sinais de avanço diplomático no Médio Oriente
-
Ministério Público terá de levar limite horário de protestos ao Constitucional
-
Seguro relaciona coesão social à confiança nas instituições democráticas
-
Cinco náufragos, incluindo duas crianças, são resgatados após três meses à deriva no Pacífico
-
Apple supera estimativas de receita e lucro no primeiro teste de John Ternus
-
Ciberataque afeta refrigeração de sete supermercados Intermarché
-
Melhores TVs com Roku OS para comprar em 2026: análise de modelos e especificações
-
Apple alerta que preços de iPhones podem subir em 2027 devido à crise de chips
-
Mercados e economia: os principais acontecimentos de 2 de novembro
-
Volkswagen Virtus 2027: veja preços, versões e equipamentos do sedã compacto
-
Boca Livre e Edu Lobo encerram domingo da FLIM com apresentação gratuita
-
Leapmotor B03X chega ao Brasil com duas versões para evitar erro do B10
-
Finados leva famílias ao Cemitério São Gonçalo
-
Niterói amplia ações do Novembro Azul contra tabu dos exames preventivos
-
Atacante Jesús de Miguel morre após colisão fatal com goleiro no futebol espanhol
-
Túmulo de Paulinho Milagreiro mantém tradição de fé em Niterói
-
Sinistralidade do seguro de crédito interno dispara para 292,4% em agosto
-
Três pessoas baleadas em diferentes bairros de São Gonçalo na tarde de domingo
-
Adolescente de 14 anos morre afogado em lago de São Gonçalo
-
Concurso da Guarda Municipal mantém inscrições abertas até 18 de novembro
-
Exposição itinerante do Museu do Aljube chega a Palmela e Pinhal Novo
-
Novas regras para atendimento ao consumidor entram em vigor
-
Ministra anuncia apoio de até 15 mil euros para compra de carros elétricos a famílias carenciadas
-
Duas pessoas morrem em acidente de asa-delta em São Conrado
-
Megafone debate mobilidade e direitos na Área Metropolitana de Lisboa
-
Gabigol contesta queda do Santos e questiona arbitragem após derrota
-
Andrey Santos explica opção pelo Vasco após conversas com o Palmeiras
-
Madrugada de quarta-feira será a mais fria da semana com mínimas perto dos 0 ºC
-
Novo formato mantém acesso à Série B em aberto na reta final
-
Google desmantela rede criminosa com backdoors em caixas Android TV
-
Matheus Bidu atua com hérnia pelo Corinthians e fará cirurgia no fim de 2026
-
Queda de asa-delta em São Conrado provoca duas mortes
-
Flávio Bolsonaro reaparece em culto na Flórida após deixar o Brasil
-
Defesa de Daniel Vorcaro leva caso à Comissão Interamericana contra o Brasil
Arábia Saudita promete resposta firme aos ataques houthis
A Arábia Saudita prometeu nesta terça-feira (15) responder com "firmeza" aos ataques mais recentes dos houthis, insurgentes iemenitas apoiados pelo Irã, uma nova frente de batalha da guerra no Oriente Médio.
O movimento houthi infligiu nos últimos dias importantes derrotas às forças governamentais iemenitas e ao seu aliado saudita. Na semana passada, os insurgentes tomaram o controle da costa do Mar Vermelho e do Estreito de Bab al-Mandeb, de importância vital desde que a guerra entre Estados Unidos e Irã bloqueia o Estreito de Ormuz.
Os houthis também atacaram as infraestruturas petrolíferas da Arábia Saudita, o principal exportador mundial de petróleo bruto, o que provocou a disparada dos preços dos combustíveis.
O diesel americano registrou nesta terça-feira um novo recorde de 6,27 dólares (32 reais) por galão (3,78 litros) nos Estados Unidos, enquanto o barril de Brent, o petróleo de referência na Europa, se aproximou de US$ 110 (R$ 565).
Na segunda-feira, um ataque houthi no oeste do Iêmen matou oito soldados das forças governamentais, segundo duas fontes militares.
Os houthis reivindicaram um novo ataque "em larga escala com dezenas de mísseis balísticos e drones" contra a base aérea Rei Khalid, em Khamis Mushait, no sul da Arábia Saudita.
Um morador disse à AFP que ouviu "fortes explosões" que provocaram incêndios.
A coalizão militar liderada por Riade confirmou nesta terça-feira que os ataques da véspera, com projéteis e drones, atingiram Khamis Mushait, Abha e Taif. Um comunicado relata 13 civis feridos.
Riade respondeu com quase 50 ataques aéreos, assim como no dia anterior, segundo os houthis. A aliança informou que "enfrentará os ataques com responsabilidade e firmeza".
A pedido da França, o Conselho de Segurança da ONU vai abordar nesta terça-feira a situação no Estreito de Bab el-Mandeb, informaram à AFP fontes diplomáticas, que confirmaram a participação do Iêmen e da Arábia Saudita na reunião.
Na segunda-feira, o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, dirigente de fato do reino, recebeu em Jidá o chefe do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), o almirante Brad Cooper, para abordar "os últimos acontecimentos na região", segundo a agência de imprensa oficial SPA.
- "Novo equilíbrio" -
A Arábia Saudita solicitou o adiamento de uma reunião com o Irã, que deveria acontecer na segunda-feira, em Omã, com representantes dos países do Golfo.
O porta-voz da diplomacia iraniana, Esmael Baqaei, criticou a atitude e afirmou que o "Irã não interfere nos assuntos iemenitas". Os houthis são "totalmente independentes (e) tomam suas decisões em função de seus próprios interesses".
A reunião deveria abordar o futuro do Estreito de Ormuz, outro ponto de passagem crucial para o comércio mundial de hidrocarbonetos, que o Irã mantém bloqueado há meses em sua guerra com os Estados Unidos.
Os últimos acontecimentos no Iêmen "estabeleceram um novo equilíbrio de poder na região e, inclusive, a nível internacional", destaca o analista político Maziar Khosravi.
"Portanto, me parece que o Irã compareceria a esta reunião em uma posição de força", declarou à AFP, diante de uma Arábia Saudita enfraquecida.
- "Insustentável" -
O reino está sob pressão devido aos ataques dos houthis, e seus petroleiros estão ameaçados nos dois estreitos. O oleoduto Leste-Oeste, uma rota crucial para a exportação de petróleo e para evitar o bloqueio de Ormuz, também está paralisado devido aos ataques com drones procedentes do Iraque, segundo Riade.
Os avanços dos houthis agravaram "uma crise que os Estados do Golfo já consideravam insustentável. Com Ormuz bloqueado e Bab al-Mandeb cada vez mais vulnerável, a desescalada se torna um imperativo econômico", disse Ali Vaez, do centro de estudos International Crisis Group.
Após anos de trégua, o Iêmen foi arrastado em julho para o conflito regional desencadeado pela ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã no fim de fevereiro.
Os combates das últimas semanas no oeste do Iêmen causaram centenas de mortes e deslocaram quase 86.000 pessoas, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM).
As negociações entre Washington e Teerã estão paralisadas, mas o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na segunda-feira — mais uma vez — que está disposto a dialogar.
"Não haverá nenhuma negociação enquanto as condições do Irã não forem atendidas. Ponto final!", respondeu na rede social X o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Mohsen Rezaei.
burs-anb-apz/mdh/roc/ms/arm/mvl/fp
C.Koch--VB