-
Equador se complica na Copa ao empatar (0-0) com Curaçao, que conquista ponto histórico
-
Bielsa critica pausas para hidratação na Copa: "Tira muito" do futebol
-
Cacique Raoni é operado e está sob cuidados intensivos
-
"Lamine pode ser o maior talento do mundo", diz técnico da Arábia Saudita
-
Irã e EUA iniciam negociações na Suíça neste domingo
-
Cabo Verde quer competir 'sem medo', diz técnico antes de enfrentar o Uruguai
-
Raphinha passa por 'tratamento intensivo' e vai desfalcar Brasil contra Escócia
-
Alemanha vence Costa do Marfim de virada (2-1) e se garante na próxima fase da Copa
-
Zagueiro Saliba, da seleção francesa, diz que está jogando Copa com dores nas costas
-
Militares e policiais liberam vias em meio a estado de exceção na Bolívia
-
Raphinha passará por 'tratamento intensivo' após sofrer lesão contra o Haiti na Copa
-
Vice-presidente dos EUA viaja à Suíça para negociações com Irã
-
Com problemas respiratórios, Doku vai desfalcar a Bélgica contra o Irã
-
Al Jazeera anuncia morte de jornalista em bombardeio na Faixa de Gaza
-
Autoridade do Exército de Israel diz que recebeu ordem de trégua no Líbano
-
Países Baixos goleiam Suécia (5-1) e entram na briga pela liderança do Grupo F da Copa
-
Professores encerram 20 dias de protestos na Cidade do México
-
Zverev perde para Fritz e cai na semifinal do ATP 500 de Halle
-
Aos 46 anos, Ronaldinho retorna ao futebol para jogar na 3ª divisão italiana
-
Real Madrid nega contato para contratar Olise
-
Bolívia decreta estado de exceção e começa a remover barricadas
-
Brasil mostra nova cara contra o Haiti, enquanto aguarda enfrentar gigantes na Copa
-
Em meio ao caos geopolítico, Irã desafia a Bélgica em campo
-
Funeral de David Hockney foi realizado na mais estrita intimidade, diz assessora
-
Após decepção na estreia, Laporte acredita em virada de chave da Espanha contra Arábia Saudita
-
Sabalenka perde para Pegula e cai na semifinal do WTA 500 de Berlim
-
Uruguai busca reação contra Cabo Verde para avançar na Copa do Mundo
-
Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz em resposta aos ataques de Israel no Líbano
-
Espanha tem teste decisivo contra a Arábia Saudita no domingo
-
Juiz espanhol determina julgamento e apreensão do passaporte de esposa de Sánchez
-
Presidente Paz decreta estado de exceção na Bolívia após mais de seis semanas de protestos
-
Vini Jr. assume papel de líder na Seleção que sonha com o hexa
-
Copa do Mundo chega a 1.000 partidas e Alemanha pode voltar a um mata-mata
-
Paraguai sofre com um a menos mas vence Turquia (1-0), que está eliminada da Copa do Mundo
-
Paraguaio Almirón é o primeiro expulso por tapar a boca na Copa do Mundo
-
Brasil fez uma 'partida completa', diz Ancelotti, que espera Neymar contra Escócia
-
Brasil ganhou 'confiança' para a Copa com 'atuação excelente' contra o Haiti, diz Vini Jr
-
Brasil elimina Haiti (3-0) e lidera Grupo C da Copa do Mundo
-
Governo da Bolívia e central sindical fecham acordo para levantar protestos
Militares mataram quase 7.900 civis entre 1990 e 2016 na Colômbia
Um tribunal de paz na Colômbia elevou, nesta terça-feira (28), para 7.837 o número de civis mortos por militares entre 1990 e 2016, para apresentá-los como supostos guerrilheiros mortos em combate no âmbito do conflito interno.
A Jurisdição Especial para a Paz (JEP), criada com o acordo que desarmou a guerrilha das Farc em 2016, investiga estes casos como parte de seu trabalho para esclarecer as violações mais graves cometidas durante o confronto armado.
Em 2021, o tribunal tinha registrado 6.402 execuções de civis, conhecidas na Colômbia como "falsos positivos", entre 2002 e 2008.
Na terça-feira, o presidente da JEP, Alejandro Ramelli, informou que o tribunal recebeu informação de novas fontes e ampliou o período de análise entre 1990 e 2016, atualizando o balanço para 7.837 vítimas.
"O mais provável é que inclusive este novo número aumente no futuro", disse Ramelli durante uma audiência.
O presidente colombiano, o esquerdista Gustavo Petro, afirmou no X que "este é o pior crime contra a humanidade cometido nas Américas neste século".
Vários militares, inclusive do alto escalão, confessaram estes crimes no tribunal, que oferece penas alternativas à prisão em troca de que contem a verdade.
Em audiência perante familiares das vítimas, relataram como enganaram jovens para assassiná-los e fazê-los passar por membros de grupos insurgentes, em alguns casos por pressão de seus superiores.
Os militares recebiam em troca benefícios econômicos ou dias de folga.
A maioria dos casos ocorreu durante o governo do direitista Álvaro Uribe (2002-2010), que impulsionou uma política de linha-dura contra as guerrilhas. O ex-presidente nega que tenha sido uma orientação de seu governo.
Em setembro, a JEP condenou pela primeira vez a cúpula das Farc a oito anos de trabalhos restaurativos e restrições à mobilidade por mais de 21 mil sequestros.
Em seguida, sentenciou com uma medida similar um primeiro grupo de 12 militares reformados pelo desaparecimento e pelo assassinato de civis.
G.Haefliger--VB