-
Reforma da 'lei transgênero' na Índia deixa muitos em um limbo
-
Dois quadros de Monet, nunca antes exibidos ao público, serão leiloados em Paris
-
Ucrania prevê gasto recorde em defesa para 2027
-
Fiji declara crise nacional por HIV
-
Austrália vai reduzir imigração para solucionar crise da habitação
-
Peter Max, grande nome da arte psicodélica, morre aos 88 anos
-
Congresso dos EUA aprova novas sanções contra Rússia e seus aliados
-
Com 100º gol de Messi, Inter Miami vence Cruz Azul e conquista sua primeira Campeones Cup
-
Memphis isola pênalti e Corinthians é eliminado da Libertadores pelo Estudiantes
-
Memphis isola pênalti e Corinthians é eliminado da Libertadores pelo Estudiantes (1-0)
-
OpenAI promete comunicar sistematicamente 'desalinhamentos' de IA
-
Palmeiras bate LDU nos pênaltis e vai à semifinal da Libertadores contra o Fluminense
-
Fed contraria Trump e aumenta juros para conter inflação
-
Líder da UE quer Canadá como primeiro 'membro associado' do bloco
-
Congresso dos EUA aprova novo pacote de sanções contra Rússia
-
Benfica derruba Milan em duelo de gigantes na estreia da Liga Europa
-
Justiça argentina ordena interrupção de operações petroleiras nas Malvinas
-
Com hat-trick de Raphinha, Barcelona atropela Racing no Espanhol; Atlético goleia Osasuna
-
United desperdiça vantagem de dois gols e é eliminado da Copa da Liga pelo Brighton
-
Botafogo anuncia Tite como novo técnico
-
Líder da UE quer ver o Canadá como primeiro "membro associado" do bloco
-
Houthis do Iêmen relatam ataques de Riade, que os acusa de atacar Meca
-
Fed eleva juros para conter inflação, contrariando Trump
-
Mbappé mostra solidariedade a Ceuta e diz que não queria priorizar sofrimentos
-
Nadal voltará às quadras para comemorar aniversário de sua academia de tênis
-
ONU denuncia concentração de poderes na Nicarágua
-
Ex-presidente José Sarney deixa hospital após ser internado com pneumonia
-
Empresas de petróleo e mineração dos EUA vão operar na Venezuela com apoio de Trump
-
Fed aumenta juros ante inflação, indo contra linha de Trump
-
FIA divulga calendário da temporada 2027 da F1; São Paulo terá corrida sprint
-
Canadá e Alemanha se aliam por uma IA "a serviço da população"
-
João Pedro é cortado da Seleção por lesão; Martinelli, do Fluminense, é convocado
-
Desabamento de prédio em Gaza deixa 21 mortos, incluindo 12 crianças
-
EUA premia colaboração antidrogas da Venezuela e incentiva esforços de Colômbia e Bolívia
-
Presidente da LaLiga critica atitude de Vini Jr e Mbappé com camisa em apoio a Ceuta
-
Indicados às principais categorias do Grammy Latino
-
'Estamos perdendo o controle', diz à AFP pioneiro da IA Yoshua Bengio
-
Chefe da ONU pede 'coordenação global' sobre os riscos da IA
-
Israel ameaça 'terminar o trabalho' em Gaza e expulsar palestinos
-
Modelo de Bukele também seduz o Brasil com vistas às eleições presidenciais
-
Alta dos combustíveis provoca protestos em todo o mundo
-
OMS vê 'sinais promissores' no combate ao ebola na RDC
-
Presidente do Egito rejeita deslocamento da população palestina de Gaza
-
Em 'Resident Evil', Zach Cregger leva o espírito dos videogames ao cinema
-
Seleção Brasileira feminina jogará amistosos contra Argentina e Japão
-
Anitta concorre a Álbum do Ano no Grammy Latino
-
UE propõe proibir redes sociais aos menores de 13 anos
-
IA ameaça aumentar desigualdades de gênero no mercado de trabalho, segundo relatório
-
Seca causada pelo El Niño assola a América Central
-
Vilarejo inglês vota pela independência em protesto contra centro para imigrantes
María Corina Machado pede a milhares de venezuelanos em Madri que preparem o retorno à pátria
A líder opositora venezuelana María Corina Machado disse neste sábado (18) a uma multidão de compatriotas em Madri que se preparem para "o dia" do "reencontro e da reconstrução" da Venezuela.
Milhares de venezuelanos lotaram a Puerta del Sol, na capital espanhola, para ver pela primeira vez em muitos anos Machado, que deixou o país em dezembro para ir receber o Nobel da Paz em Oslo após passar mais de uma década sem sair da Venezuela, com um último período na clandestinidade.
"Para lá vamos!", disse Machado na praça madrilenha aos manifestantes, que pediam "eleições, eleições". "Aqui estamos iniciando o retorno para casa", afirmou.
"Muitos de vocês encontraram nesta grande nação acolhimento, afeto, carinho, aprenderam, trabalharam, pouparam, preparando-se para um dia, preparando-nos para esse dia", acrescentou a política de 58 anos.
"Tudo o que fizemos durante estes longos 27 anos foi nos preparar para um momento de reencontro e de construção de uma nação que será livre para sempre", acrescentou, referindo-se ao período de governo do chavismo na Venezuela, dividido principalmente entre Hugo Chávez e Nicolás Maduro.
Maduro foi capturado e transferido para Nova York para ser julgado em uma operação militar dos Estados Unidos em janeiro, sendo substituído por uma figura próxima a ele, Delcy Rodríguez.
- "Falta muito pouco lá fora" -
A Espanha é um dos principais destinos da diáspora venezuelana, com cerca de 700 mil venezuelanos instalados no país.
Dayanna Padrino, uma venezuelana de 37 anos que vive há dois anos na Espanha, explicou à AFP que o processo de retorno de milhões de venezuelanos "já é irreversível".
"Temos a esperança de voltar ao nosso país, de reconstruir a pátria que conhecemos há tantos anos e que volte a ser a mesma de antes", explicou, antes de concluir: "acho que nos resta muito pouco lá fora".
A manifestação foi o ponto alto da visita de María Corina Machado à Espanha. Na sexta-feira, ela recebeu as chaves da cidade, uma distinção simbólica, das mãos do prefeito, e neste sábado concedeu uma coletiva de imprensa.
Nela, defendeu sua decisão de presentear seu prêmio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negando assim estar decepcionada com a atuação de Washington após a derrubada de Maduro.
- Confiança intacta nos EUA -
"Não me arrependo", respondeu. "Há um líder no mundo, um chefe de Estado no mundo, um, que colocou em risco a vida de cidadãos de seu país pela liberdade da Venezuela, e esse é Donald Trump", acrescentou.
"E isso é algo que os venezuelanos sempre lembraremos e sempre agradeceremos, portanto, não, não me arrependo", reforçou.
Sobre seu retorno à Venezuela, onde vivia na clandestinidade antes de deixar o país para receber o Nobel em Oslo em dezembro, Machado disse estar coordenando sua volta com Washington.
"Estou tratando disso com o governo dos Estados Unidos e estamos fazendo isso em coordenação, com respeito mútuo e entendimento", afirmou Machado, sustentando que Washington é "fundamental para avançar em uma transição democrática".
Da mesma forma, Machado criticou o presidente colombiano, Gustavo Petro, que participava de um encontro de líderes progressistas internacionais em Barcelona, por propor um "governo de concentração" na Venezuela entre a presidente interina, Delcy Rodríguez, e a oposição.
Machado classificou Petro entre os "atores ou forças que buscam desesperadamente desculpas, manobras, para impedir que o processo eleitoral avance na Venezuela".
"Agora esses mesmos atores, que diante de eleições fraudulentas que violavam a Constituição insistiam que a qualquer custo era preciso participar, recusam-se a permitir que existam eleições", lamentou a líder opositora.
"Delcy Rodríguez representa o caos, Delcy Rodríguez representa a violência, Delcy Rodríguez e seu regime representam o terror", afirmou Machado.
Junto a essa proposta, Petro anunciou que viajará a Caracas em 24 de abril, naquela que será a primeira visita de um líder latino-americano após a derrubada de Maduro.
U.Maertens--VB