-
Ucrânia e Rússia retomam ataques com drones após fim da trégua de Páscoa
-
EUA iniciará bloqueio dos portos iranianos
-
Eleições no Peru caminham para 2º turno; Keiko Fujimori celebra vitória sobre 'inimigo' de esquerda
-
Trump diz que não é fã do papa após mensagem de Leão XIV contra a guerra
-
Pró-europeu conservador Magyar destrona Orbán na Hungria, que reconhece derrota 'dolorosa'
-
EUA iniciará bloqueio de portos iranianos, segundo Trump e Exército
-
Policiais e promotores intervêm em órgão eleitoral após 63 mil pessoas não votarem no Peru
-
Endrick entra no intervalo e brilha na vitória do Lyon, a primeira após 6 jogos
-
Villarreal vence Athletic Bilbao (2-1) e se consolida em 3º no Espanhol
-
Inter de Milão vence Como de virada (4-3) e fica ainda mais perto do Scudetto
-
Marie-Louise Eta assume Union Berlin e se torna 1ª treinadora numa grande liga europeia
-
Premiê Orbán reconhece 'dolorosa' derrota para Magyar nas legislativas na Hungria
-
Stuttgart goleia Hamburgo (4-0) e entra no 'Top 3' da Bundesliga
-
Manchester City atropela Chelsea (3-0) e coloca pressão sobre líder Arsenal
-
Colômbia reforça segurança de candidata de oposição após ameaças de morte
-
Napoli só empata com Parma (1-1) e fica mais longe do Scudetto
-
Recorde de participação na Hungria, onde Orbán busca uma difícil reeleição
-
Trump ordena bloqueio do Estreito de Ormuz após fracasso das negociações com o Irã
-
Tottenham perde para Sunderland na estreia de De Zerbi e entra na zona de rebaixamento
-
Peruanos votam em novo presidente, cansados da criminalidade e turbulência política
-
Sinner vence Alcaraz, conquista Masters 1000 de Monte Carlo e volta a ser número 1
-
Hungria vota em eleição decisiva que pode pôr fim a anos de governo de Orbán
-
EUA e Irã concluem negociações sem acordo de paz, mas trégua permanece
-
Ucrânia e Rússia acusam-se mutuamente de violar trégua para Páscoa Ortodoxa
-
Justin Bieber reencontra fãs no segundo dia do Coachella; brasileira Luísa Sonza se apresenta
-
Peter Magyar, antigo aliado do governo que promete mudança na Hungria
-
Tripulação da Artemis pede unidade na Terra, nosso 'bote salva-vidas'
-
Da euforia às dúvidas: Endrick tenta recuperar brilho no Lyon
-
Rennes vence Angers (2-1) e ainda sonha com vaga em competição europeia
-
Ucrânia acusa Rússia de quase 470 violações do cessar-fogo pela Páscoa
-
Barça goleia Espanyol (5-0) e fica mais perto do título de LaLiga
-
EUA e Irã realizam negociações diretas no Paquistão
-
Bayern fica mais perto do título e bate recorde de gols na Bundesliga
-
Milan perde para Udinese (3-0) em casa e praticamente dá adeus ao Scudetto
-
Quase 100 detidos em manifestação pró-palestina em Londres
-
"Ele tem dois meses": Ancelotti deixa em aberto convocação de Neymar para Copa do Mundo
-
Bournemouth vence Arsenal (2-1) e reacende disputa pelo título da Premier League
-
Após Artemis II, Nasa recorre a Musk e Bezos para pousar na Lua
-
Dortmund perde em casa para Leverkusen e deixa Bayern ainda mais perto do título do Alemão
-
Começa oficialmente trégua entre Ucrânia e Rússia pela Páscoa Ortodoxa
-
Alcaraz vence Vacherot e vai enfrentar Sinner na final em Monte Carlo
-
Sabrina Carpenter transporta Coachella a seu 'Sabrinawood'
-
Irã e EUA celebram negociações de paz marcadas por desconfiança mútua
-
Keiko Fujimori promete expulsão de imigrantes e aproximação com Trump se vencer eleições no Peru
-
'Jacksonmania' toma conta de Berlim na estreia mundial de 'Michael'
-
Astronautas da Artemis II retornam à Terra em 'missão perfeita'
-
Cuba abre comércio de produtos agrícolas ao setor privado
-
ONG africana processa príncipe Harry por difamação
-
Com hat-trick de Malen, Roma vence Pisa e se recupera no Campeonato Italiano
-
Paris FC goleia Monaco (4-0) no Francês; Olympique de Marselha sobe para 3º
Começa oficialmente trégua entre Ucrânia e Rússia pela Páscoa Ortodoxa
A trégua entre Rússia e Ucrânia pela Páscoa Ortodoxa começou oficialmente neste sábado (11) na linha de frente, e o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, advertiu que seu Exército responderá "golpe por golpe" a qualquer violação dessa suspensão das hostilidades.
O Kremlin indicou na quinta-feira que o cessar-fogo, aceito pelo presidente ucraniano, entrou em vigor neste sábado às 16h (10h em Brasília) e terminará ao fim do domingo, ou seja, terá duração total de 32 horas.
A guerra na Ucrânia, desencadeada pela invasão russa de fevereiro de 2022, já provocou centenas de milhares de mortes e deslocou milhões de pessoas, o que a tornou o conflito mais sangrento na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.
Nas horas que antecederam o início oficial da trégua, os dois lados realizaram ataques noturnos com drones.
Na Ucrânia, atingida por pelo menos 160 aparelhos não tripulados, quatro pessoas morreram no leste e no sul do país, segundo Kiev.
Os bombardeios russos também deixaram 14 feridos na região de Sumi, no nordeste do país e na fronteira com a Rússia, e outros 10 em Kramatorsk, na região oriental de Donetsk, segundo as autoridades locais.
Do outro lado da fronteira, uma onda de drones lançados pela Ucrânia contra a região russa de Krasnodar, no sul, provocou um incêndio em um depósito de petróleo e danificou vários edifícios residenciais, segundo as autoridades.
Além disso, duas pessoas morreram em um ataque com um drone ucraniano em territórios da região de Donetsk sob controle russo, indicaram as autoridades instaladas por Moscou.
Em paralelo, Ucrânia e Rússia trocaram neste sábado prisioneiros de guerra, com 175 libertados de cada lado.
Além disso, segundo Moscou e Kiev, 14 civis detidos - sete de cada lado - também foram entregues.
- Avanço russo perde impulso -
O ministro da Defesa russo, Andrei Belousov, e o chefe do Estado-Maior do Exército, Valeri Gerasimov, receberam a ordem de "cessar as operações de combate em todas as frentes durante este período".
Volodimir Zelensky declarou em uma mensagem publicada no X que a Ucrânia "respeitará o cessar-fogo", mas responderá "golpe por golpe" a qualquer violação russa.
No ano passado, foi anunciada uma trégua semelhante pela Páscoa Ortodoxa, mas ambos os lados se acusaram repetidamente de tê-la descumprido.
Vários ciclos de negociações conduzidos com o apoio dos Estados Unidos não conseguiram aproximar as partes de um acordo, e o processo ficou ainda mais estagnado com a atenção de Washington voltada para o Irã desde 28 de fevereiro.
Nos últimos meses, os combates na linha de frente diminuíram em grande medida, e os ataques com drones passaram a dominar a guerra.
Moscou obteve pequenos ganhos territoriais a um alto custo.
Mas Kiev conseguiu recentemente recuperar terreno no sudeste, e os avanços russos vêm desacelerando desde o fim de 2025, segundo o Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), com sede nos Estados Unidos.
Além dos contra-ataques ucranianos, os analistas atribuem essa desaceleração à proibição imposta à Rússia de usar os satélites Starlink, da SpaceX, e aos esforços de Moscou para bloquear o aplicativo de mensagens Telegram.
Essa rede de satélites e o aplicativo de mensagens eram amplamente usados pelas tropas para se comunicar, especialmente para coordenar ataques com drones.
A situação, no entanto, é globalmente desfavorável para a Ucrânia na região de Donetsk, segundo o ISW.
A Rússia quer que a Ucrânia retire suas tropas de duas cidades-chave dessa área como parte de qualquer acordo de paz.
Nos últimos dias, a Ucrânia intensificou os ataques contra alvos energéticos russos, especialmente os portos exportadores de petróleo, depois que os preços do petróleo dispararam por causa da guerra no Oriente Médio. Essa alta dos preços beneficia a Rússia, um importante exportador de hidrocarbonetos.
Na prática, as negociações parecem estar em um impasse, já que Moscou exige concessões territoriais e políticas de Kiev, que Zelensky rejeita por considerá-las equivalentes a uma rendição. Entre as demandas russas está a tomada da região oriental do Donbass - Donetsk e Lugansk -, que já controla em mais de 80%.
Moscou ocupa pouco mais de 19% da Ucrânia, o que inclui a península da Crimeia, anexada em 2014.
M.Vogt--VB