-
SCANDIC FINANCE ने एलेक्स बोडी को समूह का उपाध्यक्ष नियुक्त किया
-
SCANDIC FINANCE แต่งตั้งอเล็กซ์ โบดี เป็นรองประธานกลุ่มบริษัท
-
SCANDIC FINANCE Grubu, Alex Bodi’yi başkan yardımcılığına atadı
-
Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди е назначен за вицепрезидент на групата SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi a SCANDIC FINANCE vállalatcsoport új alelnöke
-
Ο Άλεξ Μπόντι νέος αντιπρόεδρος του ομίλου SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi byl jmenován viceprezidentem skupiny SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi utsedd till vicepresident för SCANDIC FINANCE-koncernen
-
تعيين أليكس بودي نائبًا لرئيس مجموعة SCANDIC FINANCE
-
SCANDIC FINANCEグループ、アレックス・ボディ氏を副社長に任命
-
SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
-
亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
-
Алекса Боді призначено віцепрезидентом групи SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi nomeado vice-presidente do grupo SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi, numit vicepreședinte al grupului SCANDIC FINANCE
-
Niterói escolhe Corte Momesca do Carnaval 2027 na quadra da Viradouro
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública em dois turnos e envia texto à promulgação
-
Sporting derrota Shakhtar Donetsk por 1-0 na Liga dos Campeões
-
Cancro do pâncreas causou mais de duas mil mortes em Portugal num ano
-
Montenegro convoca PS e Chega para reuniões sobre crise da habitação
-
Lucro do novobanco recua 4,1% para 585,6 milhões de euros até setembro
-
Ministro espanhol dos Transportes demite-se após acidente ferroviário mortal
-
Óculos inteligentes da Meta levantam novas dúvidas sobre privacidade e vigilância
-
Trump responsabiliza guerra no Irão pela derrota republicana nas intercalares
-
Francisco Rodrigues dos Santos deixa CDS e critica aproximação à direita radical
Equador vai aumentar para 100% tarifas à Colômbia; Petro critica 'monstruosidade'
O Equador vai aumentar em maio, de 50% para 100%, as tarifas sobre as importações procedentes da Colômbia, uma medida que o presidente colombiano, Gustavo Petro, chamou de "monstruosidade", em meio à crise diplomática entre os países vizinhos.
Na véspera, o Equador chamou para consultas seu embaixador em Bogotá, após o presidente Gustavo Petro classificar como "preso político" o ex-vice-presidente equatoriano Jorge Glas, preso por corrupção.
O aumento das tarifas ocorre "após constatar a falta de implementação de medidas concretas e eficazes em matéria de segurança fronteiriça por parte da Colômbia", afirmou o Ministério da Produção do Equador em comunicado.
Os países mantêm desde fevereiro uma guerra tarifária que afeta o comércio, a cooperação energética e o transporte de petróleo. A taxa, que o Equador chama de "segurança", passou de 30% (em vigor desde fevereiro) para 50% em março.
- 'Monstruosidade' -
As tarifas de 100% são "uma monstruosidade", criticou Petro no X. Ele também cogitou a possibilidade de a Colômbia se retirar da Comunidade Andina de Nações (CAN), um mecanismo de integração também conhecido como Pacto Andino, que inclui Peru, Bolívia e Equador.
A decisão do governo de Daniel Noboa "significa o fim do Pacto Andino para a Colômbia", disse Petro, para quem é necessário que a diplomacia de seu país foque em se unir ao Mercosul, bloco comercial sul-americano do qual a Colômbia ainda não é um membro pleno, e sim um Estado associado.
Em meio à crise diplomática, delegações dos dois países negociavam desde março sob mediação da CAN. Segundo a chanceler do Equador, Gabriela Sommerfeld, as conversas "foram suspensas até que o ambiente propício seja encontrado".
O Equador alega que o imposto é necessário porque precisa investir cerca de 400 milhões de dólares adicionais para proteger a fronteira comum, de aproximadamente 600 quilômetros. Na região atuam grupos do crime organizado ligados ao narcotráfico, à mineração ilegal e ao tráfico de pessoas.
A Colômbia respondeu com uma tarifa de 50% sobre as importações equatorianas e se recusando a vender energia ao Equador, que em 2024 sofreu apagões de até 14 horas diárias.
Com a tarifa, o Equador "busca reforçar a corresponsabilidade" nas ações para "enfrentar a presença do narcotráfico na fronteira", acrescentou a pasta de Comércio equatoriana.
A crise diplomática entre os dois países se agravou na última segunda-feira, quando Petro chamou de "preso político" Glas, que também possui nacionalidade colombiana. Entre 2013 e 2017, Glas foi vice-presidente de Rafael Correa, um dos principais opositores de Noboa.
O ex-vice-presidente enfrenta várias condenações, uma delas de 13 anos, por corrupção, peculato e associação ilícita, e está detido desde novembro em uma megapenitenciária de segurança máxima inaugurada por Noboa na província costeira de Santa.
E.Burkhard--VB