-
SCANDIC FINANCE ने एलेक्स बोडी को समूह का उपाध्यक्ष नियुक्त किया
-
SCANDIC FINANCE แต่งตั้งอเล็กซ์ โบดี เป็นรองประธานกลุ่มบริษัท
-
SCANDIC FINANCE Grubu, Alex Bodi’yi başkan yardımcılığına atadı
-
Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди е назначен за вицепрезидент на групата SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi a SCANDIC FINANCE vállalatcsoport új alelnöke
-
Ο Άλεξ Μπόντι νέος αντιπρόεδρος του ομίλου SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi byl jmenován viceprezidentem skupiny SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi utsedd till vicepresident för SCANDIC FINANCE-koncernen
-
تعيين أليكس بودي نائبًا لرئيس مجموعة SCANDIC FINANCE
-
SCANDIC FINANCEグループ、アレックス・ボディ氏を副社長に任命
-
SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
-
亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
-
Алекса Боді призначено віцепрезидентом групи SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi nomeado vice-presidente do grupo SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi, numit vicepreședinte al grupului SCANDIC FINANCE
-
Niterói escolhe Corte Momesca do Carnaval 2027 na quadra da Viradouro
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública em dois turnos e envia texto à promulgação
-
Sporting derrota Shakhtar Donetsk por 1-0 na Liga dos Campeões
-
Cancro do pâncreas causou mais de duas mil mortes em Portugal num ano
-
Montenegro convoca PS e Chega para reuniões sobre crise da habitação
-
Lucro do novobanco recua 4,1% para 585,6 milhões de euros até setembro
-
Ministro espanhol dos Transportes demite-se após acidente ferroviário mortal
-
Óculos inteligentes da Meta levantam novas dúvidas sobre privacidade e vigilância
-
Trump responsabiliza guerra no Irão pela derrota republicana nas intercalares
-
Francisco Rodrigues dos Santos deixa CDS e critica aproximação à direita radical
Berd destinará € 5 bilhões para economias afetadas pela guerra no Oriente Médio
O Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento (Berd) anunciou, nesta quinta-feira (9), sua intenção de investir 5 bilhões de euros (29,7 bilhões de reais) em 2026 em economias devastadas pela guerra no Oriente Médio, como Iraque, Jordânia, Líbano, Cisjordânia e Gaza.
"O impacto econômico e social do conflito já está sendo sentido" em diversas economias, afirmou a instituição em comunicado.
O Berd citou, entre esses impactos, "interrupções nas rotas comerciais, choques nos setores de energia e commodities, enfraquecimento da confiança dos investidores e aumento do custo de vida para a população".
Fundado em 1991 para auxiliar os países do antigo bloco soviético na transição para economias de mercado, o Berd expandiu seu escopo para incluir países do Oriente Médio, assim como da Ásia Central e da África.
Além das economias diretamente afetadas, a instituição também fornecerá apoio a "um primeiro grupo de países vizinhos impactados" pela guerra, como Egito, Turquia, Armênia e Azerbaijão.
O Berd também declarou estar pronto para auxiliar "todas as outras economias em seus países de atuação afetadas por questões mais amplas de segurança econômica, assim como por efeitos macroeconômicos emergentes".
A guerra no Oriente Médio, desencadeada em 28 de fevereiro por bombardeios israelenses e americanos contra o Irã, tomou um novo rumo na quarta-feira com o anúncio de um cessar-fogo entre Washington e Teerã.
Mas os contínuos ataques israelenses no Líbano alimentam dúvidas sobre a estabilidade da trégua.
"A magnitude das repercussões dependerá de como a situação evoluirá nas próximas semanas e meses", segundo o Berd, que já havia alertado no final de março que a persistência dos preços do petróleo em torno de 100 dólares o barril, devido à guerra no Oriente Médio, sufocaria o crescimento econômico global ao alimentar a inflação.
O apoio anunciado nesta quinta-feira pelo Berd deve, em primeiro lugar, "proporcionar alívio imediato por meio do apoio à atividade econômica, estabilizando o setor financeiro e garantindo a continuidade dos serviços essenciais", antes de "lançar as bases para o crescimento e uma recuperação sustentável nas economias afetadas".
A instituição afirma que trabalhará "em estreita coordenação com governos, doadores, instituições financeiras internacionais e agências de financiamento do desenvolvimento".
O conflito no Oriente Médio pode mergulhar cerca de 45 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar, alertou nesta quinta-feira a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva.
P.Staeheli--VB