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Irã e EUA retomam negociações entre ameaças de ataque militar
Delegações do Irã e dos Estados Unidos se reúnem nesta quinta-feira (26) em Genebra para uma terceira rodada de negociações com o objetivo de superar o atual cenário de "nem guerra, nem paz", nas palavras de Teerã, que enfrenta a ameaça de um ataque de Washington.
Desde janeiro, cada parte afirma que está aberta ao diálogo, mas também a uma operação militar.
As duas delegações chegaram antes das 10h00 (6h00 de Brasília) à residência do embaixador de Omã, país mediador, perto de Genebra, segundo correspondentes da AFP.
Washington deseja um acordo que garanta, entre outras coisas, que Teerã não desenvolva armas atômicas, um receio antigo das potências ocidentais.
O presidente americano, Donald Trump, enviou um grande dispositivo militar à região do Golfo. O republicano afirma que prioriza a diplomacia, mas na terça-feira acusou Teerã de ter "ambições nucleares".
"Nosso líder supremo (Ali Khamenei) já declarou que não teremos armas nucleares de forma alguma", afirmou o presidente iraniano Masoud Pezeshkian em um discurso.
"Mesmo que eu quisesse avançar nessa direção, não poderia, de um ponto de vista doutrinário, não me seria permitido", acrescentou.
O programa balístico iraniano é outro tema de discórdia. Washington quer abordar o tópico, assim como o apoio de Teerã a grupos armados hostis a Israel. Mas Teerã é reticente, o que reduz a perspectiva de um acordo.
"O tema das negociações (...) está concentrado na questão nuclear", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqaei. Ele afirmou ainda que o país vai pressionar para obter o fim das sanções a que está submetido e pretende reiterar o seu direito "ao uso pacífico da energia nuclear".
Para o chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, isso é "um grande problema". "Temos que falar sobre outros temas, que vão além do programa nuclear", advertiu poucas horas antes da retomada das negociações na Suíça.
- "Oportunidade histórica" -
O Irã desenvolveu "mísseis que podem ameaçar a Europa e nossas bases" militares e quer produzir outros ainda mais poderosos, capazes de "alcançar em breve os Estados Unidos", afirmou na terça-feira o presidente Trump em seu discurso sobre o Estado da União.
Teerã, que afirma ter limitado o alcance de seus mísseis a 2.000 km, se defendeu e afirmou que as acusações de Trump são "grandes mentiras".
O Irã dispõe de um amplo arsenal, em particular os Shahab-3, que podem alcançar Israel, seu inimigo declarado, e alguns países do leste da Europa.
Apesar das divergências, Teerã considera que um acordo está "ao alcance da mão", segundo o chefe da diplomacia, Abbas Araghchi, que lidera a delegação iraniana nas negociações. Para ele, esta é uma "oportunidade histórica".
O presidente Pezeshkian considera que a negociação permite sair "da situação de 'nem guerra, nem paz'".
"Mas o sucesso das negociações depende da seriedade da outra parte e de sua capacidade de evitar comportamentos e posições contraditórias", ressaltou Araghchi nesta quinta-feira.
- Negociações anteriores -
O governo dos Estados Unidos está representado pelo enviado Steve Witkoff e pelo genro de Trump, Jared Kushner.
Os dois países já dialogaram recentemente em Omã e em Genebra. Uma tentativa anterior de diálogo chegou ao fim quando Israel atacou o Irã em junho, o que deu início a uma guerra de 12 dias na qual os Estados Unidos bombardearam instalações nucleares iranianas.
Em janeiro, surgiram novas tensões entre Washington e Teerã, quando o governo do Irã reprimiu com violência os protestos que desafiaram o poder dos aiatolás na República Islâmica.
Trump ameaçou intervir no país para "ajudar" o povo iraniano.
Emile Hokayem, analista de Segurança no Oriente Médio para o 'International Institute for Strategic Studies', considera que "a região parece esperar uma guerra neste momento".
Ele afirmou que vários países do Oriente Médio pressionaram em janeiro "para convencer os Estados Unidos" a não atacar o Irã.
"Mas há muita apreensão neste momento porque se espera que, desta vez, a guerra será maior do que a de junho", completou.
C.Stoecklin--VB