-
Exportações sul-coreanas disparam graças a demanda de chips de IA
-
Novo chatbot do governo dos EUA contradiz Trump e depois recua
-
Venezuelano baleado pelo ICE permanece detido por acusações criminais nos EUA
-
Suprema Corte dos EUA autoriza 1ª execução de uma mulher no Tennessee em 200 anos
-
Pânico, ira e lágrimas: o difícil retorno de Evan Gershkovich após passar por uma prisão russa
-
Comissão do governo recomenda reativação de mina polêmica no Panamá
-
Justiça americana ratifica acordo de compra da Warner pela Paramount
-
Israel denuncia 'tentativa de atentado' para enfraquecer relação com Emirados
-
Google restringe acesso a novo modelo de IA por preocupações de segurança
-
Cristiano Ronaldo se aborrece e deixa concentração de Portugal
-
Universidade de Buenos Aires homenageará Messi com doutorado Honoris Causa
-
Órgão de controle descarta crime em obras do Fed, como Trump insinuou
-
Piloto da Flydubai tentou derrubar avião com destino a Israel, afirma Netanyahu
-
EUA pressiona por medidas contra superprodução com foco na China em reunião do G20
-
Agência de proteção ao consumidor dos EUA investiga gigantes da IA
-
Confronto entre guerrilha colombiana ELN e forças venezuelanas deixam um morto
-
Shows de Kanye West são cancelados na Rússia
-
Órgão de controle não vê crime em obras do Fed, como Trump insinuou
-
Brasil e EUA têm reunião comercial com crise tarifária como pano de fundo
-
Gritos e sangue: passageiros relatam a angústia a bordo do voo da flydubai
-
Comissão governamental recomenda reativar polêmica mina de cobre no Panamá
-
Piloto do voo da flydubai rumo a Israel "tentou derrubar o avião", diz Netanyahu
-
América Latina abre passagem na Semana da Moda de Paris
-
Federação Suíça de Futebol retira apoio a Infantino
-
Ativistas lançam armário de pílulas abortivas na Polônia
-
Justiça suspende execução de mulher no Tennessee pouco antes da injeção letal
-
Ministros do Comércio do G20 se reúnem sob a sombra do 'tarifaço' de Trump
-
Justiça brasileira ordena que Discord proteja menores após suicídio de adolescente
-
Como uma 'montanha-russa': passageiros relatam a angústia a bordo do voo da flydubai
-
EUA revisa em alta crescimento no 2º trimestre e inflação segue estável
-
El Niño esvazia as redes dos pescadores latino-americanos
-
Burnham levanta possibilidade de retorno do Reino Unido à UE
-
Manchester City enfrenta futuro incerto por infrações financeiras
-
EUA revisa para cima PIB do segundo trimestre, inflação segue estável
-
O que está em jogo para o futebol brasileiro com o fim das apostas online?
-
Passageira em voo para Israel alega que piloto tentou derrubar o avião
-
Trump-Lula, uma relação de altos e baixos
-
Pontos-chave do código de boas práticas assinado pelas gigantes americanas da IA
-
Príncipe Harry denuncia 'intrusão' de paparazzi na vida dos filhos
-
Com a aproximação do inverno, Rússia ataca o sistema de energia elétrica da Ucrânia
-
Nova geração de colonos radicais alimenta a violência na Cisjordânia
-
Milhões de crianças enfrentam riscos na América Latina devido ao El Niño, alerta Unicef
-
Primeiro-ministro britânico afirma que retornar à UE é uma de suas opções
-
Coalizão liderada pelos Estados Unidos conclui missão antijihadista no Iraque
-
Ladrões trocam cocaína por farinha em roubo dentro de tribunal de Fiji
-
Líder norte-coreano estaria 'extremamente obeso', segundo agência de inteligência de Seul
-
Raphinha é cortado da seleção por edema muscular
Opep+ aumenta suas cotas de produção e não comenta saída dos Emirados
Arábia Saudita, Rússia e outros cinco países da Opep+ decidiram, neste domingo (3), aumentar suas cotas de produção de petróleo na primeira reunião da organização após a saída dos Emirados Árabes Unidos, esta semana.
O grupo de sete países adicionará "188.000 barris diários" a suas cotas de produção para junho, "no marco de seu compromisso coletivo com a estabilidade do mercado petroleiro", indicou um comunicado publicado no site da Opep.
Desde a surpreendente saída de seu quarto maior produtor, a Opep não fez nenhum comentário a respeito. No comunicado deste domingo, sequer mencionou os Emirados Árabes Unidos.
Os analistas do mercado tinham antecipado um aumento de 188.000 barris, um número similar ao aumento de 206.000 barris anunciado em março e abril, subtraída a proporção correspondente aos Emirados.
No entanto, este aumento provavelmente não resultará em uma produção adicional.
As principais capacidades inexploradas da Opep+ estão em países do Golfo, cujas exportações são obstaculizadas pelo bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã desde o início da guerra no Oriente Médio.
Jorge León, analista da Rystad Energy, declarou à AFP, neste domingo, que o cartel pretendia enviar "uma mensagem dupla": que a saída dos Emirados não alteraria o funcionamento da Opep+ e que o grupo segue exercendo controle sobre os mercados mundiais do petróleo, apesar das enormes perturbações da guerra.
"Embora a produção esteja aumentando no papel, o impacto real no abastecimento físico segue muito limitado, dadas as restrições do Estreito de Ormuz", explicou León à AFP.
Os Emirados Árabes Unidos, um dos principais produtores mundiais de petróleo, anunciaram sua saída da Opep e do grupo ampliado Opep+ em 28 de abril, após muito tempo descontentes com suas cotas de produção.
A saída entrou em vigor na sexta-feira.
P.Keller--VB