-
Sabalenka e Rybakina vão duelar novamente, desta vez nas semis do WTA 1000 de Miami
-
ONU propõe plano de ajuda a Cuba que inclui fornecimento de combustível
-
Técnico do Suriname se diz preocupado com calor de Monterrey antes da repescagem contra a Bolívia
-
Fifa colocará à venda últimos ingressos para a Copa do Mundo em 1º de abril
-
Deschamps mantém silêncio sobre nome do futuro técnico da seleção francesa
-
Lehecka vence promessa espanhola Landaluce e vai às semifinais do Masters de Miami
-
Itália e Gattuso querem espantar de vez os fantasmas de 2018 e 2022
-
Vice-presidente da Fifa minimiza temores políticos e de segurança antes da Copa do Mundo
-
Quatro sonhos e 12 pesadelos: começa a repescagem europeia para a Copa de 2026
-
Trump 'desencadeará o inferno' se Irã não aceitar negociar um fim para a guerra
-
Mbappé nega que médicos do Real Madrid tenham examinado seu joelho errado
-
Suspeita de atirar contra mansão de Rihanna se declara inocente
-
EUA vai consumir combustível com mais etanol diante de possível escassez
-
Rybakina vence Pegula mais uma vez e vai à semifinal do WTA 1000 de Miami
-
Técnico da Colômbia diz que James "parece muito bem", apesar da falta de ritmo de jogo
-
Domínio da Mercedes ameaça série de vitórias de Verstappen em Suzuka
-
Júri dos EUA responsabiliza Meta e YouTube em julgamento sobre dependência em redes sociais
-
Cães acompanham humanos há 16 mil anos
-
Maiores poluentes geram danos climáticos astronômicos, alerta estudo
-
Bolívia aposta em novos heróis com uma missão: voltar à Copa do Mundo
-
Senegal recorre na CAS após perder título da Copa Africana
-
Brasil apresenta seu primeiro caça supersônico fabricado no país
-
Promotoria francesa pede 30 anos de prisão para chileno Zepeda por assassinato
-
Jair Bolsonaro deve ter alta do hospital na sexta-feira
-
John Toshack, treinador campeão pelo Real Madrid, é diagnosticado com demência
-
Esperança de Copa do Mundo para Endrick passa pela França, país onde ressurgiu
-
AC Schnitzer: Quando os tuners de culto silenciam
-
Irã rejeita plano proposto pelos EUA para encerrar a guerra, diz meio estatal
-
Marquinhos está fora contra França, mas deve pegar Croácia, antecipa Ancelotti
-
Guerra no Irã impulsiona negócio dos drones na Ucrânia
-
Dois homens detidos em Londres por ataque contra ambulâncias da comunidade judaica
-
Matt Brittin, ex-executivo do Google, é nomeado diretor-geral da BBC
-
Os astronautas que sobrevoarão a Lua na missão Artemis II
-
Missão Artemis II, o retorno à Lua após mais de 50 anos
-
Dinamarca busca formar governo em cenário político fragmentado após eleições
-
Papa viaja a Mônaco para breve visita repleta de contrastes
-
Mamíferos não podem ser clonados indefinidamente, revela estudo
-
Maybach entre o brilho e a viragem
-
Guerra no Oriente Médio não dá sinais de trégua apesar do anúncio de Trump de negociações com o Irã
-
O chavismo está 'ferido' e se desmantela por ordem de Trump, diz María Corina
-
Show de retorno do BTS teve audiência de 18,4 milhões na Netflix
-
Bloco da primeira-ministra vence eleições legislativas na Dinamarca
-
Gauff vence Bencic e vai enfrentar Muchova nas semifinais do WTA 1000 de Miami
-
OpenAI encerra plataforma de vídeos Sora e se concentra em ferramentas profissionais
-
Reino Unido pesquisa arquivos sobre ex-príncipe Andrew
-
Sinner vence Michelsen e avança às quartas do Masters 1000 de Miami
-
Toronto apresenta estádio reformado para Copa do Mundo em meio a críticas por arquibancadas temporárias
-
Bolsonaro passará à prisão domiciliar temporária em Brasília devido à sua saúde
-
Chile retira apoio à candidatura de Michelle Bachelet para Secretaria-Geral da ONU
-
Sobe para 69 o número de mortos em acidente de avião militar na Colômbia
Trump diz que haverá mais diálogo com Irã após 'conversas muito boas'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que as negociações com o Irã serão retomadas no início da próxima semana, após uma primeira rodada de "conversas muito boas" em Omã para evitar uma escalada nas tensões entre os dois países.
"Tivemos conversas muito boas sobre o Irã. Parece que o Irã está muito interessado em fechar um acordo", disse Trump a jornalistas a bordo do Air Force One, que seguia para sua residência de Mar-a-Lago, na Flórida.
Também nesta sexta-feira, o Irã afirmou que as negociações com os Estados Unidos para evitar uma escalada militar iriam continuar, após destacar o "ambiente muito positivo" nesta primeira rodada.
"Vamos nos reunir novamente no início da próxima semana", afirmou Trump sobre as conversas.
As conversas na capital de Omã, Mascate, são o primeiro encontro entre os dois inimigos declarados desde que os Estados Unidos se juntaram à guerra de Israel contra o Irã em junho de 2025, atacando diversas instalações nucleares.
O Irã insiste em que as conversas se limitem ao seu programa nuclear, com o objetivo de obter o levantamento das sanções que paralisam sua economia há anos. Mas os Estados Unidos também querem discutir o programa de mísseis balísticos do Irã e seu apoio a facções armadas rivais de Israel no Oriente Médio.
Para manter a pressão, os Estados Unidos enviaram navios de guerra e um porta-aviões ao Golfo.
Apesar da tensão, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que as conversas foram positivas.
"Trocamos nossos pontos de vista", disse ele à televisão estatal iraniana ao término das negociações indiretas com o enviado de Washington para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e o genro do presidente americano Donald Trump, Jared Kushner.
"É um bom começo", acrescentou Araghchi. Segundo ele, ambas as partes "concordaram em continuar as negociações, mas as modalidades e o calendário serão decididos posteriormente".
Araghchi declarou à agência de notícias Irna que as conversas se concentram "exclusivamente no tema nuclear". "Não abordamos nenhum outro assunto com os americanos", especificou.
O ministro iraniano espera que Washington se abstenha de "ameaças" para que as negociações possam prosseguir.
Mas os Estados Unidos anunciaram novas sanções contra 15 entidades, duas pessoas e 14 embarcações da "frota fantasma" para coibir as exportações de petróleo do Irã.
As medidas afetam inclusive barcos com bandeiras de Turquia, Índia e Emirados Árabes Unidos, informou o Departamento de Estado em comunicado.
- 'Capacidade nuclear zero' -
Segundo imagens da agência de notícias de Omã, o almirante Brad Cooper, chefe do Comando Central dos Estados Unidos para o Oriente Médio (Centcom), esteve presente durante o diálogo que, segundo uma fonte próxima às negociações, ocorreu na residência do ministro das Relações Exteriores de Omã, Badr al Busaidi.
O chefe da diplomacia do sultanato disse que "Teerã e Washington devem avaliar atentamente os resultados". Ele acrescentou que o diálogo permitiu "identificar as áreas em que se pode avançar".
Na quinta-feira, a porta-voz da Casa Branca afirmou que Washington pretende explorar uma "capacidade nuclear zero" para o Irã e que Trump tinha "muitas opções à sua disposição, além da diplomacia".
Sobre as conversas, a China assinalou nesta sexta-feira que apoia o Irã "na defesa de sua soberania, segurança, dignidade nacional e direitos e interesses legítimos", e manifestou sua oposição ao que chamou de "intimidação unilateral".
- Pressão militar -
Os Estados Unidos enviaram um porta-aviões para o Oriente Médio após a violenta repressão aos movimentos de protesto no Irã no início de janeiro, que deixou milhares de mortos, segundo grupos de direitos humanos.
A ONG Human Rights Activists News Agency (HRANA), com sede nos Estados Unidos, afirmou ter confirmado a morte de 6.941 pessoas nos protestos, a maioria manifestantes. Outras organizações relatam números de mortos muito maiores.
Da mesma forma, cerca de 51.000 pessoas foram detidas como parte da repressão do governo iraniano, segundo essa organização.
Trump inicialmente ameaçou usar a força militar contra Teerã pela repressão às manifestações, mas sua retórica nos últimos dias tem se concentrado em conter o programa nuclear iraniano, que o Ocidente teme que tenha o objetivo de fabricar uma bomba atômica.
- 'Entre conciliação ou guerra' -
"Estamos prontos para nos defender e cabe ao presidente dos Estados Unidos escolher entre conciliação ou guerra", disse o porta-voz do Exército iraniano, o general Mohammad Akraminia, citado pela televisão estatal da República Islâmica.
O militar advertiu que o Irã tem acesso "fácil" às bases americanas na região.
S.Spengler--VB