-
Polícia espanhola transfere cerca de 1.700 migrantes para o porto de Ceuta
-
Unesco pode exercer papel "moderador" no debate sobre IA, afirma diretor
-
Líder social-democrata da Suécia diz estar disposta a formar governo
-
Kylian Mbappé troca Nike pela marca suíça On
-
No Oiapoque, o petróleo alimenta sonhos e temores
-
Rússia vota em legislativas sem suspense em plena guerra com a Ucrânia
-
Sobreviventes e familiares do ataque do Hamas de 2023 entram na campanha eleitoral israelense
-
Polícia espanhola inicia transferência de migrantes para o porto de Ceuta
-
Tóquio testa robôs coletores de lixo na estação de trem mais movimentada do mundo
-
San Sebastián começa com filme de Fatih Akin e homenagem a Werner Herzog
-
Rússia confisca ativos da Nestlé e de três grupos franceses
-
IA avança para criação autônoma de novas versões, alerta Anthropic
-
Unesco pode ser "moderador" no debate sobre IA, afirma diretor
-
Ucrânia, Irã, Gaza e IA no centro do debate na ONU
-
Polícia espanhola transfere migrantes para o porto de Ceuta
-
Político de extrema direita anuncia candidatura à presidência da França
-
Rússia tem eleições legislativas marcadas pela guerra na Ucrânia
-
Flamengo empata com Del Valle (1-1) e vai à semifinal da Libertadores
-
NY Times afirma que Microsoft e OpenAI sabiam que usar artigos jornalísticos era roubo
-
Marcelo Gallardo é apresentado como novo técnico da seleção do Equador
-
Juventus e Crystal Palace começam a Liga Europa com goleadas
-
Meta é criticada internamente por proteções 'insuficientes' contra deepfakes
-
Congressista republicana de origem cubana diz a Trump que latinos se sentem "traídos"
-
EUA volta a negar visto ao líder palestino Abbas para Assembleia da ONU
-
Com gol de Allan, Manchester City atropela Norwich na Copa da Liga Inglesa
-
Venezuela desbloqueia sites de notícias censurados há anos
-
Combates entre forças do governo e houthis deixam dezenas de mortos no Iêmen
-
Milei envia ao Congresso PL para endurecer sanções à exploração de recursos nas Malvinas
-
Rio habitado por crocodilos receberá remo e canoagem nos Jogos de Brisbane-2032
-
Federação inglesa pede divulgação de documentos sobre projeto fracassado de Infantino
-
Príncipe Harry aparece em público após retorno para o Reino Unido
-
EUA inclui empresas militares e do setor do níquel de Cuba à sua lista de sanções
-
EUA concede vistos para delegação do Irã participar da Assembleia Geral da ONU
-
Klopp estreia como técnico da Alemanha com lista dupla de 44 jogadores
-
Como está a disputa tarifária entre EUA e China antes da cúpula Trump-Xi?
-
Macron busca apoio internacional para mobilizar Exército libanês e desarmar Hezbollah
-
França propõe grande ajuste fiscal para melhorar finanças públicas
-
Charles III alerta executivos de tecnologia sobre 'perigos existenciais' da IA
-
É possível 'desligar' uma inteligência artificial?
-
Pescadores franceses bloqueiam portos devido aos preços da gasolina
-
Trump receberá Xi com grande pompa, mas poucas expectativas
-
Foto da AFP mostra Trump examinando imagem de aparente demolição do Kennedy Center
-
Mbappé é criticado por direita e extrema direita em episódio com camisa de Ceuta
-
Onda de feminicídios acende alerta na África do Sul
-
Novos ataques no Iêmen e na Arábia Saudita deixam ao menos cinco mortos
-
Esquerda conquista vitória apertada em eleições na Suécia
Queda em desgraça do ex-príncipe Andrew lança dúvidas sobre as finanças da monarquia
A queda em desgraça do ex-príncipe Andrew, devido ao caso Epstein, lançou dúvidas sobre a família real britânica e suas finanças motivando uma investigação parlamentar — uma iniciativa incomum que ilustra a crescente busca por transparência.
Na mira da Comissão de Contas Públicas está o aluguel simbólico que Andrew pagou por mais de vinte anos por sua luxuosa residência, Royal Lodge, na propriedade de Windsor.
Este contrato foi revelado pelo The Times em outubro, durante o escândalo que levou o rei Charles III a destituir seu irmão Andrew do título de príncipe devido a seus vínculos com o criminoso sexual Jeffrey Epstein, que morreu na prisão em 2019.
Andrew Mountbatten-Windsor, seu nome atual, deixou a residência de 30 cômodos na segunda-feira, após a divulgação de novos documentos e fotografias que o implicam no caso Epstein.
O ex-príncipe havia recebido ordens do próprio rei para deixar o palácio e retornar a uma residência em Sandringham, propriedade pessoal do monarca, no nordeste da Inglaterra.
- Dúvidas -
No entanto, os termos do antigo contrato de aluguel que vinculava Andrew à Crown Estate, que administra os imóveis da Coroa — incluindo o Castelo de Windsor — levantam dúvidas.
Membros do Parlamento apontaram suas consequências para as contas públicas, uma vez que quaisquer lucros gerados pela Crown Estate são transferidos ao Tesouro.
"Qualquer diminuição na receita reduz o superávit anual da Crown Estate e representa um custo para o contribuinte", alertou Geoffrey Clifton-Brown, presidente da Comissão de Contas Públicas do Parlamento, que anunciou a investigação iminente em dezembro.
Para Francesca Jackson, doutoranda na Universidade de Lancaster, esta investigação — que ainda não foi agendada — "marca um ponto de virada".
"Historicamente, o Parlamento sempre demonstrou grande deferência à realeza", disse à AFP Jackson, cuja dissertação se concentra na monarquia constitucional do Reino Unido.
Em um livro dedicado ao tema, Norman Baker, ex-deputado do Partido Liberal Democrata (centro) de 1997 a 2015, critica o aumento "obsceno" da 'Sovereign Grant', verba anual destinada ao rei para suas funções oficiais, incluindo a manutenção de suas residências.
Em 2011, totalizou £7,9 milhões (R$ 56,25 milhões). Quatorze anos depois (2025-2026), chega a £132,1 milhões (R$ 942,12 milhões) e a previsão é de que alcance £137,9 milhões (R$ 983 milhões) em 2026-2027.
- Receita da monarquia -
“Charles disse que queria uma monarquia mais enxuta, com menos membros ativos da família real, mas os custos não foram reduzidos”, afirma Baker.
O aumento está relacionado à mudança no método de cálculo da verba, que desde 2011 é proporcional aos lucros da Crown Estate.
Os lucros foram impulsionados pela receita do arrendamento de terras do leito marinho britânico — de propriedade da Crown Estate — para parques eólicos.
Nos últimos dez anos, a Crown Estate transferiu £ 5 bilhões (R$ 36,13 bilhões) para os cofres públicos, segundo dados do Ministério da Fazenda.
O comentarista Richard Fitzwilliams destaca que a monarquia gera receita, principalmente por meio do turismo que atrai.
Mas esse fato por si só não é suficiente para convencer Baker, que lista as isenções fiscais desfrutadas pela família. O ex-parlamentar afirma que o público britânico “desconhece” o “verdadeiro custo” de sua monarquia.
No entanto, “os tempos estão mudando”, adverte Jackson.
D.Bachmann--VB