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Mianmar celebra eleições legislativas organizadas pela junta militar
A primeira fase das eleições legislativas organizadas pela junta militar em Mianmar, uma votação muito restrita e criticada pela comunidade internacional, terminou neste domingo (28), quase cinco anos após o golpe de Estado que provocou uma guerra civil no país.
As eleições, que devem durar um mês e que a junta militar defende como um retorno à democracia, acontecem com a ex-governante e Nobel da Paz Aung San Suu Kyi na prisão desde o golpe militar de fevereiro de 2021.
A junta dissolveu o popular partido de Suu Kyi, cujos líderes foram detidos ou obrigados a fugir para o exílio.
A ONU e muitos países criticaram o processo eleitoral, que consideram uma tentativa da junta de legitimar o regime militar birmanês, que desencadeou uma guerra civil ao tomar o poder pelas armas.
"É essencial que o futuro de Mianmar seja decidido por meio de um processo livre, justo, inclusivo e confiável, que reflita a vontade do seu povo", afirmou o escritório da ONU em Mianmar em um comunicado.
O chefe da junta militar, Min Aung Hlaing, afirmou que as eleições legislativas são "livres e justas", apesar de serem organizadas pelas Forças Armadas.
"Garantimos que estas são eleições livres e justas. Foram organizadas pelos militares, não podemos permitir que a nossa reputação seja manchada", declarou o general após votar na capital, Naypyidaw.
O pró-militar Partido União, Solidariedade e Desenvolvimento deve sair das urnas como a principal força política do país do Sudeste Asiático.
Na eleição anterior, em 2020, os eleitores formaram longas filas diante dos centros de votação, mas o pleito foi anulado pelos militares quando tomaram o poder.
Na votação iniciada neste domingo, havia mais jornalistas e funcionários do governo que eleitores em um centro de votação em Yangon.
Swe Maw, de 45 anos, foi um dos poucos que compareceram ao local para votar e minimizou as críticas internacionais. "Não é importante, há sempre pessoas que gostam e que não gostam", afirmou.
- Votação limitada -
Com uma população de quase 50 milhões de habitantes, o país vive uma guerra civil e não há votação nas áreas sob controle rebelde.
Nos territórios controlados pela junta, a primeira de três etapas de votação começou às 6h00 locais, incluindo distritos das cidades de Yangon, Mandalay e a capital Naypyidaw.
A votação terminou 10 horas depois e a apuração começou imediatamente.
Nos dias que antecederam a votação, não foram organizados grandes comícios, como os que eram celebrados por Kyi.
"É impossível que esta eleição seja livre e justa", comentou Moe Moe Mying, que há dois meses tenta "fugir" dos ataques aéreos militares em seu vilarejo.
"Como podemos apoiar uma eleição controlada pela junta quando os militares destruíram nossas vidas?", perguntou a mulher de 40 anos em uma entrevista à AFP na região central de Mandalay.
"Estamos sem casa, escondidos na selva e vivendo entre a vida e a morte", acrescentou.
Aung San Suu Kyi cumpre uma pena de 27 anos de prisão por acusações que grupos de defesa dos direitos humanos consideram politicamente motivadas.
"Não acredito que ela considere que estas eleições sejam significativas de nenhuma maneira", declarou seu filho, Kim Aris, em sua casa no Reino Unido.
A maioria dos partidos que participaram da eleição de 2020, incluindo o de Suu Kyi, foi dissolvida.
L.Stucki--VB