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EUA expressa otimismo após conversas sobre a Ucrânia em Genebra
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, declarou-se "muito otimista" quanto à possibilidade de concluir "muito em breve" um acordo sobre a Ucrânia, após um dia de negociações com autoridades ucranianas e de outros países da Europa.
As conversas aconteceram na Suíça e se centraram em um plano americano de 28 pontos, cujo objetivo é encerrar o conflito provocado pela invasão russa iniciada em 2022. Embora as conversas de hoje tenham sido concluídas oficialmente, restam várias incógnitas.
"Fizemos progressos enormes. Posso dizer que as questões pendentes não são insuperáveis, apenas precisamos de mais tempo", disse Rubio, que ressaltou que os russos terão "voz no assunto".
O negociador ucraniano, Andriy Yermak, relatou "um progresso muito bom", e o presidente Volodymyr Zelensky destacou que a nova versão do plano americano reflete "a maioria das prioridades" de Kiev.
O presidente americano, Donald Trump, havia dado um prazo até 27 de novembro para o colega ucraniano responder à proposta, mas indicou ontem que o plano não era sua "última oferta". Rubio insinuou que havia uma certa flexibilidade em relação ao cronograma.
- Satisfeito -
A versão inicial do documento foi criticada por Kiev e seus aliados europeus, que viajaram neste domingo a Genebra para evitar uma paz com aparência de capitulação. Segundo Rubio, Trump ficou "bastante satisfeito com as informações" sobre "o progresso" obtido nas conversas em Genebra.
Recebido com satisfação pelo presidente russo, Vladimir Putin, o plano inicial retomava várias exigências de Moscou, como que a Ucrânia ceda território, aceite reduzir o tamanho do seu Exército e desista de ingressar na Otan.
A Rússia também veria o fim do seu isolamento em relação ao Ocidente, com a sua reintegração ao G8 e o levantamento gradual de sanções. Paralelamente, eram oferecidas garantias de segurança ocidentais a Kiev para evitar um novo ataque russo.
Zelensky disse hoje que está "pessoalmente" agradecido a Trump, após o líder americano acusar a Ucrânia de ingratidão diante dos seus esforços para encerrar a guerra.
– Papel da UE –
Em Genebra, as delegações americana, ucraniana e de outros países europeus multiplicaram suas reuniões. Os europeus tentam não ficar afastados das negociações.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pediu que a União Europeia (UE) tenha um "papel central" em um plano de paz para a Ucrânia. Já o chefe de governo alemão, Friedrich Merz, expressou ceticismo em relação a um acordo antes de 27 de novembro. Ele disse ter apresentado uma proposta que poderia permitir "ao menos um primeiro passo na quinta-feira".
Donald Trump e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, concordaram hoje, por telefone, que era importante trabalharem todos juntos "neste momento crítico" para o futuro da Ucrânia, segundo a Downing Street.
Está marcada para amanhã uma reunião sobre a Ucrânia entre os líderes dos países da UE, e o presidente francês anunciou para terça-feira uma videoconferência entre os países que apoiam Kiev.
Na frente de guerra, um ataque russo deixou 4 mortos e 17 feridos na cidade ucraniana de Kharkiv, informou hoje o prefeito Igor Terekhov.
F.Fehr--VB