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Bombardeio russo mata 25 pessoas na Ucrânia antes de visita fracassada de Zelensky à Turquia
Pelo menos 25 pessoas morreram nesta quarta-feira (19) em um dos piores bombardeios russos no oeste da Ucrânia, um ataque que coincidiu com uma visita infrutífera do presidente Volodimir Zelensky à Turquia para retomar as negociações de paz.
Após se reunir com seu homólogo turco, Recep Tayyip Erdogan, em Ancara, Zelensky expressou sua vontade de que sejam retomadas as trocas de prisioneiros com a Rússia "até o final do ano".
Sua visita à Turquia, sem a presença russa, buscava reativar a participação dos Estados Unidos nos esforços para pôr fim à invasão russa, iniciada em 2022. Mas o encontro foi marcado pela ausência de Steve Witkoff, o principal enviado do presidente Donald Trump.
O Kremlin, por outro lado, se recusou a comentar uma informação publicada pelo portal americano Axios segundo a qual estaria trabalhando em um plano de paz secreto com Washington para encerrar o conflito.
O Exército russo, enquanto isso, continuou bombardeando cidades e infraestruturas energéticas ucranianas antes do início do inverno no hemisfério norte.
Em Ternopil, no oeste do país, um ataque atingiu dois blocos de apartamentos. Em fotos publicadas pelas autoridades, aparecem edifícios destruídos, com enormes incêndios visíveis através das janelas quebradas.
Ao menos 25 pessoas morreram, entre elas três crianças, e 92 ficaram feridas, indicaram os serviços de emergência.
Oksana, de 46 anos, estava indo para o trabalho quando os ataques russos atingiram a cidade. Ela não tem notícias de seu filho de 20 anos, que estava em um dos apartamentos.
"Eu liguei para ele e disse: 'Bogdan, vista-se e saia'. Ele me respondeu: 'Mamãe, não se preocupe, tudo vai ficar bem'. Mas já é tarde demais", declarou à AFP.
"Estamos esperando desde esta manhã e ainda não o encontraram", acrescentou sua irmã, Natalia Bachinska.
- "Pressão insuficiente" -
As autoridades de Ternopil relataram que, devido aos incêndios, o nível de cloro no ar multiplicou-se por seis, e pediram aos residentes que permanecessem em casa e fechassem as janelas.
No total, a Rússia lançou mais de 476 drones e 48 mísseis, segundo a força aérea ucraniana, que destruiu 442 e 41, respectivamente.
Os ataques noturnos também deixaram dezenas de feridos na região administrativa nordeste de Kharkiv. Além disso, a Rússia atacou outras partes do oeste ucraniano.
Antes de suas conversas na Turquia, Zelensky pediu aos aliados ocidentais da Ucrânia que fizessem mais para que a Rússia encerrasse a guerra.
"Cada ataque descarado contra os cidadãos demonstra que a pressão sobre a Rússia é insuficiente", afirmou.
O chefe de governo alemão, Friedrich Merz, denunciou "uma intensificação massiva" dos ataques russos.
"Isso não tem nada a ver com objetivos militares. Trata-se puramente de uma guerra de terror contra a população civil ucraniana", disse em uma coletiva de imprensa.
Na Turquia, Kiev esperava que Washington fosse capaz de pressionar a Rússia a sentar-se à mesa de negociações, até mesmo impondo sanções, segundo um alto funcionário ucraniano.
Ancara acolheu três rodadas de conversas entre a Rússia e a Ucrânia este ano, que apenas resultaram na troca de prisioneiros e na repatriação dos corpos dos soldados mortos.
Nenhum responsável russo esteve presente nesta quarta-feira nas conversas, embora o Kremlin tenha indicado que continua aberto aos diálogos para resolver a guerra na Ucrânia.
Ao retornar à Casa Branca em janeiro, Trump tentou aproveitar sua boa relação pessoal com seu homólogo russo, Vladimir Putin, para encerrar o conflito, mas até agora não conseguiu nenhum avanço.
As tropas russas avançam lentamente na frente e Putin exige que Kiev ceda mais território e renuncie ao apoio militar ocidental se quiser que Moscou interrompa sua invasão.
B.Wyler--VB