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Porta-aviões, negociação, John Lennon... Pontos-chave da crise EUA-Venezuela
Nicolás Maduro cantarola 'Imagine', de John Lennon. "É uma inspiração... Um hino", diz o presidente da Venezuela, que pede "peace" (paz, em inglês), em meio às incertezas de um ataque militar dos Estados Unidos ou a possibilidade de negociar com seu homólogo americano, Donald Trump.
Washington enviou o maior porta-aviões do mundo ao Caribe para se juntar a uma operação que, segundo afirma, visa combater o tráfico de drogas, embora Maduro insista que o objetivo é derrubá-lo e se apropriar das reservas de petróleo venezuelanas.
Trump declarou que os dias do governante venezuelano estão contados, embora não haja um discurso oficial de mudança de regime.
"Em algum momento, vou falar com ele", disse o presidente americano na segunda-feira. "Cara a cara", respondeu Maduro.
- Pressão -
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou no domingo que seu governo planejava declarar como organização terrorista o chamado Cartel dos Sóis, uma suposta organização do narcotráfico liderada por Maduro.
Uma declaração deste tipo dá suporte legal para uma ação militar.
O porta-aviões Gerald Ford integra a flotilha de Washington, além de outros seis navios de guerra, caças e milhares de tropas no Caribe e no Pacífico. Os Estados Unidos também deixaram 83 mortos em cerca de 20 bombardeios contra supostas lanchas do narcotráfico provenientes de Venezuela e Colômbia.
A escalada foi moderada com o primeiro anúncio de Trump sobre uma negociação, embora ele tenha elucidado que a opção militar continua sobre a mesa. "Não descarto nada", disse.
Segundo o analista político Mariano de Alba, o anúncio de Rubio é um "mecanismo de pressão adicional para tentar convencer o regime de Maduro a abandonar o poder".
- Estratégia conhecida -
Francisco González, especialista em integração regional, considera que Trump aplica contra a Venezuela a mesma estratégia que utilizou na crise nuclear com a Coreia do Norte em 2017, durante seu primeiro mandato.
"Procura 'extremar' até o limite e depois negociar com base nesse limite", explica González, citando uma "dualidade narrativa" entre um setor mais pragmático e outro "belicista", no qual se encontra Rubio.
Um general reformado que chegou a integrar o alto escalão das Forças Armadas venezuelanas afirma, sob condição de anonimato, que a negociação que Trump propõe busca apenas estabelecer os termos da saída de Maduro.
"Se ele vai deixar o governo e se colocar à disposição das autoridades, ou se vai sair da Venezuela para solicitar asilo em outro país", declara.
Outros analistas concordam que Trump pode optar por concessões petrolíferas em troca de não tocar em Maduro.
- Esperar para ver -
De Alba aponta que, para que Maduro considere deixar o poder, deve "haver um setor de seu próprio regime que lhe diga que não há outra alternativa".
No caso de uma negociação aberta, acrescenta, "não vai propor sua saída como uma opção". No máximo, "uma transição interna no chavismo ou a eventual realização de um novo processo eleitoral".
O presidente venezuelano convocou o alistamento militar e frequentemente ordena exercícios militares carregados de caráter ideológico.
E embora para a Venezuela esteja claro que carece da capacidade para enfrentar os Estados Unidos, uma opção para Maduro é esperar, diz um analista de conflitos sob condição de anonimato.
"Ver até onde pode chegar a administração Trump, até onde se atreve (...) Se (os eventuais bombardeios) serão contra instituições ou infraestrutura do Estado ou apenas contra uma pista clandestina", afirmou.
A mobilização militar não afetou os envios de petróleo da Chevron para os Estados Unidos, ou os voos com deportados para a Venezuela.
Maduro varia o tom de seu discurso, que vai da evocação da luta pela independência aos constantes apelos pela paz, em inglês e espanhol. Ele inseriu 'Imagine' em um comício no fim de semana e, na segunda-feira, em seu programa de TV. Também executou 'Give Peace a Chance'.
P.Staeheli--VB