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Últimos acontecimentos no cessar-fogo em Gaza
O cessar-fogo em Gaza é mantido pelo terceiro dia neste domingo (12), na véspera de uma troca prevista de reféns e prisioneiros, assim como de uma cúpula internacional que busca abrir um caminho para a paz após dois anos de guerra.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está entre os líderes esperados na segunda-feira na cidade egípcia de Sharm el-Sheikh para a cúpula de paz sobre Gaza, que será presidida juntamente com o presidente egípcio, Abdel Fattah al Sisi.
A seguir, os acontecimentos mais recentes no processo de paz:
- Troca de reféns e prisioneiros -
O acordo de paz em Gaza depende de ambas as partes honrarem o compromisso assumido de trocar reféns israelenses sequestrados pelo Hamas em 7 de outubro de 2023 por palestinos detidos em prisões israelenses.
Serão 48 reféns israelenses (20 vivos e 28 falecidos) em troca de 250 prisioneiros palestinos e 1.700 habitantes de Gaza detidos por Israel desde o início da guerra.
O Hamas afirmou que libertará os reféns israelenses na segunda-feira pela manhã, antes do prazo, que se encerra ao meio-dia (6h em Brasília), conforme os termos do acordo de cessar-fogo proposto por Trump.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que espera que seu país possa celebrar um "dia de alegria nacional" na noite de segunda-feira, assim que os reféns vivos e falecidos em cativeiro sejam devolvidos.
- Cúpula sobre Gaza -
Trump e Al-Sisi presidirão na segunda-feira a cúpula de paz sobre Gaza em Sharm el-Sheikh.
A reunião tem como objetivo "encerrar a guerra na Faixa de Gaza, intensificar os esforços para alcançar a paz e a estabilidade no Oriente Médio, e inaugurar uma nova era de segurança e estabilidade regionais", segundo o gabinete do presidente egípcio.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, confirmou sua presença, assim como o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer; o presidente francês, Emmanuel Macron; o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez; a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni; e o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.
Um porta-voz do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse neste domingo que nenhuma autoridade israelense participará da cúpula, e o Hamas afirmou que não participará da reunião porque já atua por meio de mediadores do Catar e do Egito.
- Pontos complicados do acordo -
Os reféns do Hamas e os prisioneiros de Israel serão libertados a partir da manhã de segunda-feira. Sobre esse ponto, há total concordância.
No entanto, um alto funcionário do Hamas, Husam Badran, afirmou que a segunda fase do plano de paz, que inclui o desarmamento do grupo, implica em negociações "mais complexas e difíceis".
Outro dirigente do Hamas, que pediu anonimato, disse no sábado à AFP que a proposta de desarmamento do movimento islamista "está fora de questão e não é negociável".
- O papel do Hamas após a guerra -
Uma fonte do Hamas próxima à equipe negociadora do grupo afirmou neste domingo que o movimento islamista não participará do governo de Gaza após a guerra.
A fonte, que pediu para permanecer anônima, disse que "o Hamas não participará de maneira alguma na fase de transição, o que significa que renunciou ao controle da Faixa, mas continua sendo uma parte fundamental do tecido social palestino".
"O Hamas aceita uma trégua de longo prazo e que suas armas não sejam utilizadas de forma alguma durante este período, exceto em caso de ataque israelense contra Gaza", acrescentou a fonte.
- Israel promete destruir túneis do Hamas -
O ministro da Defesa israelense afirmou neste domingo que Israel planeja destruir o que resta da rede de túneis do Hamas em Gaza, após a liberação dos reféns.
O ministro Israel Katz disse que havia ordenado ao Exército que se preparasse para a missão, qualificando a destruição dos túneis como "o grande desafio" de Israel após a fase de troca de reféns por prisioneiros.
- Habitantes de Gaza retornam a lares destruídos -
A Defesa Civil de Gaza, que opera sob autoridade do Hamas, afirmou que mais de 500.000 pessoas retornaram à Cidade de Gaza na noite de sábado, após o cessar-fogo.
Homens, mulheres e crianças vagavam por ruas cheias de escombros, procurando o que restou de seus lares. Um drone da AFP mostrou quarteirões inteiros de edifícios reduzidos a concreto quebrado e aço retorcido.
"Parei em frente a ela e chorei. Todas as minhas memórias são apenas pó", disse à AFP Raja Salmi, de 52 anos, ao encontrar sua casa destruída no bairro de Al Rimal.
- Manifestações em Israel -
O enviado de Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff, junto com a filha do presidente americano, Ivanka, participaram na noite de sábado de uma manifestação massiva em Tel Aviv, organizada por familiares e apoiadores dos reféns.
A multidão exclamou "Obrigado, Trump" durante o encontro.
"Finalmente sentimos esperança, mas não podemos nem vamos parar agora", disse Zairo Shachar Mohr Munder, sobrinho de um refém do Hamas cujo corpo foi recuperado em agosto passado.
burs-dv/smw/rnr/pb/dd/aa
K.Sutter--VB