-
Fiji declara crise nacional por HIV
-
Austrália vai reduzir imigração para solucionar crise da habitação
-
Peter Max, grande nome da arte psicodélica, morre aos 88 anos
-
Congresso dos EUA aprova novas sanções contra Rússia e seus aliados
-
Com 100º gol de Messi, Inter Miami vence Cruz Azul e conquista sua primeira Campeones Cup
-
Memphis isola pênalti e Corinthians é eliminado da Libertadores pelo Estudiantes
-
Memphis isola pênalti e Corinthians é eliminado da Libertadores pelo Estudiantes (1-0)
-
OpenAI promete comunicar sistematicamente 'desalinhamentos' de IA
-
Palmeiras bate LDU nos pênaltis e vai à semifinal da Libertadores contra o Fluminense
-
Fed contraria Trump e aumenta juros para conter inflação
-
Líder da UE quer Canadá como primeiro 'membro associado' do bloco
-
Congresso dos EUA aprova novo pacote de sanções contra Rússia
-
Benfica derruba Milan em duelo de gigantes na estreia da Liga Europa
-
Justiça argentina ordena interrupção de operações petroleiras nas Malvinas
-
Com hat-trick de Raphinha, Barcelona atropela Racing no Espanhol; Atlético goleia Osasuna
-
United desperdiça vantagem de dois gols e é eliminado da Copa da Liga pelo Brighton
-
Botafogo anuncia Tite como novo técnico
-
Líder da UE quer ver o Canadá como primeiro "membro associado" do bloco
-
Houthis do Iêmen relatam ataques de Riade, que os acusa de atacar Meca
-
Fed eleva juros para conter inflação, contrariando Trump
-
Mbappé mostra solidariedade a Ceuta e diz que não queria priorizar sofrimentos
-
Nadal voltará às quadras para comemorar aniversário de sua academia de tênis
-
ONU denuncia concentração de poderes na Nicarágua
-
Ex-presidente José Sarney deixa hospital após ser internado com pneumonia
-
Empresas de petróleo e mineração dos EUA vão operar na Venezuela com apoio de Trump
-
Fed aumenta juros ante inflação, indo contra linha de Trump
-
FIA divulga calendário da temporada 2027 da F1; São Paulo terá corrida sprint
-
Canadá e Alemanha se aliam por uma IA "a serviço da população"
-
João Pedro é cortado da Seleção por lesão; Martinelli, do Fluminense, é convocado
-
Desabamento de prédio em Gaza deixa 21 mortos, incluindo 12 crianças
-
EUA premia colaboração antidrogas da Venezuela e incentiva esforços de Colômbia e Bolívia
-
Presidente da LaLiga critica atitude de Vini Jr e Mbappé com camisa em apoio a Ceuta
-
Indicados às principais categorias do Grammy Latino
-
'Estamos perdendo o controle', diz à AFP pioneiro da IA Yoshua Bengio
-
Chefe da ONU pede 'coordenação global' sobre os riscos da IA
-
Israel ameaça 'terminar o trabalho' em Gaza e expulsar palestinos
-
Modelo de Bukele também seduz o Brasil com vistas às eleições presidenciais
-
Alta dos combustíveis provoca protestos em todo o mundo
-
OMS vê 'sinais promissores' no combate ao ebola na RDC
-
Presidente do Egito rejeita deslocamento da população palestina de Gaza
-
Em 'Resident Evil', Zach Cregger leva o espírito dos videogames ao cinema
-
Seleção Brasileira feminina jogará amistosos contra Argentina e Japão
-
Anitta concorre a Álbum do Ano no Grammy Latino
-
UE propõe proibir redes sociais aos menores de 13 anos
-
IA ameaça aumentar desigualdades de gênero no mercado de trabalho, segundo relatório
-
Seca causada pelo El Niño assola a América Central
-
Vilarejo inglês vota pela independência em protesto contra centro para imigrantes
-
Greta Thunberg critica Ed Sheeran por controvérsia sobre comentários pró-palestinos
-
Renault investirá mais € 319 milhões no Brasil com a chinesa Geely
-
Anistia Internacional acusa Irã de 'crimes contra a humanidade' durante protestos de 2022
EUA aplica sanções a funcionários chineses por 'assimilação forçada' de crianças tibetanas
Os Estados Unidos anunciaram, nesta terça-feira (22), que impuseram sanções a autoridades chinesas por sua política de "assimilação forçada" de crianças no Tibete, onde, segundo especialistas da ONU, mais de um milhão de crianças foram separadas das suas famílias.
"Estas políticas coercivas buscam eliminar as tradições linguísticas, culturais e religiosas distintivas do Tibete entre as gerações mais jovens de tibetanos", afirmou o secretário de Estado americano, Antony Blinken, em um comunicado informando da restrição de vistos para estes funcionários.
"Pedimos às autoridades chinesas que ponham fim à coerção das crianças tibetanas em internatos administrados pelo governo e que cessem as políticas repressivas de assimilação, tanto no Tibete como em outros lugares" do país, acrescentou.
Desde 2021, os Estados Unidos acusam a China de realizar um genocídio em outra região, Xinjiang, por meio de uma rede de campos de trabalhos forçados.
De acordo com um porta-voz do Departamento de Estado, as novas restrições serão aplicadas a funcionários envolvidos nas políticas para o Tibete, estejam ativos, ou não. O porta-voz evitou dar detalhes, alegando leis de confidencialidade sobre os registros de vistos.
Em dezembro, os Estados Unidos anunciaram sanções contra dois funcionários chineses de alto escalão, Wu Yingjie e Zhang Hongbo, pelo que Washington chamou de violações generalizadas dos direitos humanos no Tibete.
No comunicado, Blinken cita um número divulgado em fevereiro por três especialistas da ONU, que estimam que cerca de um milhão de crianças tibetanas foram transferidas à força para internatos.
O programa parece ter como objetivo integrar os tibetanos, coercivamente, à cultura da etnia han, majoritária na China, com educação obrigatória em mandarim e sem referências à cultura da região do Himalaia, de maioria budista.
Outro relatório divulgado este ano por especialistas da ONU diz que centenas de milhares de tibetanos também foram forçados a abandonar a vida rural tradicional em busca de uma "formação profissional" pouco qualificada.
O Ministério chinês das Relações Exteriores classificou o relatório como "completamente infundado" e disse que a região do Tibete "goza de estabilidade social, desenvolvimento econômico, unidade étnica, harmonia religiosa e as pessoas vivem e trabalham em paz".
A China governa o Tibete com mão de ferro desde a década de 1950.
O carismático líder espiritual do Tibete, o dalai lama, que vive exilado na Índia desde 1959, aumentou a consciência global sobre o destino da região. Muitos tibetanos acusam a China de adotar medidas repressivas e de tortura.
M.Ouellet--BTB