-
Nadal voltará às quadras para comemorar aniversário de sua academia de tênis
-
ONU denuncia concentração de poderes na Nicarágua
-
Ex-presidente José Sarney deixa hospital após ser internado com pneumonia
-
Empresas de petróleo e mineração dos EUA vão operar na Venezuela com apoio de Trump
-
Fed aumenta juros ante inflação, indo contra linha de Trump
-
FIA divulga calendário da temporada 2027 da F1; São Paulo terá corrida sprint
-
Canadá e Alemanha se aliam por uma IA "a serviço da população"
-
João Pedro é cortado da Seleção por lesão; Martinelli, do Fluminense, é convocado
-
Desabamento de prédio em Gaza deixa 21 mortos, incluindo 12 crianças
-
EUA premia colaboração antidrogas da Venezuela e incentiva esforços de Colômbia e Bolívia
-
Presidente da LaLiga critica atitude de Vini Jr e Mbappé com camisa em apoio a Ceuta
-
Indicados às principais categorias do Grammy Latino
-
'Estamos perdendo o controle', diz à AFP pioneiro da IA Yoshua Bengio
-
Chefe da ONU pede 'coordenação global' sobre os riscos da IA
-
Israel ameaça 'terminar o trabalho' em Gaza e expulsar palestinos
-
Modelo de Bukele também seduz o Brasil com vistas às eleições presidenciais
-
Alta dos combustíveis provoca protestos em todo o mundo
-
OMS vê 'sinais promissores' no combate ao ebola na RDC
-
Presidente do Egito rejeita deslocamento da população palestina de Gaza
-
Em 'Resident Evil', Zach Cregger leva o espírito dos videogames ao cinema
-
Seleção Brasileira feminina jogará amistosos contra Argentina e Japão
-
Anitta concorre a Álbum do Ano no Grammy Latino
-
UE propõe proibir redes sociais aos menores de 13 anos
-
IA ameaça aumentar desigualdades de gênero no mercado de trabalho, segundo relatório
-
Seca causada pelo El Niño assola a América Central
-
Vilarejo inglês vota pela independência em protesto contra centro para imigrantes
-
Greta Thunberg critica Ed Sheeran por controvérsia sobre comentários pró-palestinos
-
Renault investirá mais € 319 milhões no Brasil com a chinesa Geely
-
Anistia Internacional acusa Irã de 'crimes contra a humanidade' durante protestos de 2022
-
Líder da UE propõe status de 'membro associado' para o Canadá
-
Líbano quer acordo com Israel e desarmar o Hezbollah sem confronto, diz presidente
-
Desabamento de edifício em Gaza deixa 20 mortos e dezenas de desaparecidos
-
Papa faz alerta contra a dependência dos algoritmos
-
UE propõe proibição das redes sociais aos menores de 13 anos
-
Três mortos em acidente de helicóptero de notícias em Los Angeles
-
CEO da Meta rejeita apelos para desacelerar o desenvolvimento da IA
-
Arábia Saudita acusa houthis de ataque contra Meca
-
EUA prepara pacote de armas bilionário para Israel (imprensa)
-
Assassinatos de ativistas ambientais dobraram em 2025 no Brasil (Global Witness)
-
Fluminense perde para Platense (2-1), mas avança à semifinal da Libertadores
-
Artistas abandonam turnê de Ed Sheeran em apoio a rapper pró-Palestina
-
Técnico da Venezuela deixa Soteldo e Savarino fora de amistosos na Ásia
-
Real Madrid vence Elche com gol salvador de Espí
-
Salvadorenhos denunciam perda de direitos sob governo Bukele
-
Presidente da Finlândia afirma à AFP que Trump "fez bem à Otan"
-
Democratas acusam diretor do FBI de intimidar jornalistas
-
Liverpool elimina Tottenham na Copa da Liga Inglesa; Arsenal também avança
-
Riade e Cairo exigem livre navegação no Mar Vermelho ante bloqueio de rebeldes do Iêmen
-
Messi se despedirá da Argentina em amistoso em outubro, em Buenos Aires
-
México autoriza entrada de militares dos EUA para treinamento
Míssil Scalp, uma grande aquisição para Ucrânia
Primeiro o Reino Unido, depois a França. Paris concede à Ucrânia uma chance de aprofundar seu ataque ao fornecer mísseis de longo alcance Scalp, também conhecidos como "Storm Shadow".
Uma fonte militar francesa informou, nesta terça-feira (11), que os Scalps já estavam na Ucrânia. Os "mísseis foram entregues no mesmo momento em que nosso presidente (Emmanuel Macron) fez o anúncio", especificou a fonte, à margem de uma reunião na cúpula da Otan, realizada em Vilnius.
Londres anunciou em maio que iria entregar projéteis deste modelo às forças ucranianas e, dias depois, a Rússia anunciou ter interceptado um "Storm Shadow" no contexto do conflito na Ucrânia.
Este míssil de cruzeiro, desenvolvido em conjunto pela França e pelo Reino Unido, é lançado de um caça. Com a frente extremamente estável desde o inverno passado, apesar da inclinação ofensiva de ambos os lados, o míssil de cruzeiro permitirá ao exército ucraniano um ataque para além da linha de frente.
O 'Storm Shadow' possui um alcance superior a 250 km - maior que o restante das armas fornecidas a Kiev pelas potências ocidentais. Sua potência permitirá atingir partes controladas pela Rússia na parte oriental do país.
Essa capacidade reforçará "a abordagem atual" das forças ucranianas, que tentam "avançar lentamente para proteger suas forças e reduzir suas perdas o máximo possível", disse à AFP o pesquisador do Centro Internacional de Defesa e Segurança (Icds), Ivan Klyszcz, na Estônia.
- "Fazer a diferença" -
Com esses mísseis, "alguns caças que operam em um espaço aéreo seguro podem fazer a diferença", disse o analista da empresa de inteligência privada Janes, Dylan Lehrke, em junho.
"As forças russas podem impedir que aviões ucranianos acessem o espaço acima dos territórios que controlam, mas não foram capazes de se defender contra ataques em profundidade", disse ele.
Kiev os reivindicava há algum tempo, mas as potências ocidentais hesitavam em entregá-los "por medo de que a Ucrânia pudesse atacar além dos territórios ucranianos ocupados, inclusive na Rússia", considerou em maio o grupo The Soufan Center, com sede em Nova York.
O quartel general da Marinha russa no Mar Negro, em Sebastopol (Crimeia), estará ao alcance dos ucranianos com estes mísseis, assim como várias cidades russas que fazem fronteira, destacou a organização.
No entanto, tanto o Reino Unido quanto a França insistiram no uso estratégico restrito dessas armas.
Segundo Londres, os mísseis devem "permitir à Ucrânia repelir as forças russas estabelecidas no território soberano da Ucrânia".
Por sua vez, Macron enfatizou que os Scalp foram fornecidos para "permitir que a Ucrânia defenda seu território", excluindo implicitamente qualquer uso para atacar a Rússia em seu território.
H.Seidel--BTB