-
Rodeo I, a prisão venezuelana 'para te deixar louco'
-
China e EUA buscam 'telefone vermelho' diante dos riscos da IA
-
Trump chega à Assembleia Geral da ONU atolado na guerra com o Irã
-
As acusações chocantes no livro do irmão da princesa Diana
-
Apesar da força militar, Arábia Saudita não consegue derrotar os houthis
-
UE prossegue sem acordo sobre retirada de dois oligarcas russos da lista de sanções
-
Ciclista afegã que se disfarçava de homem para treinar conquista medalha de prata nos Jogos Asiáticos
-
Chinesa de 6 anos estabelece recorde mundial na resolução de cubo mágico
-
Objetos pessoais de Brigitte Bardot são leiolados em Paris
-
Estêvão quer viver cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Furacão Polo atinge categoria 4 no Pacífico mexicano
-
Estêvão viverá cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Tufão Dujuan deixa quatro mortos e 45.000 casas sem energia elétrica no Japão
-
UE não consegue acordo para suspender sanções contra oligarcas russos; negociações continuarão
-
Reino Unido vai apoiar Arábia Saudita contra houthis (imprensa)
-
Incêndio em joia do turismo colombiano é parcialmente controlado
-
"Ainda estou com a bala aqui dentro", relata imigrante detido pelo ICE nos EUA
-
EUA mobiliza aliados no Ártico
-
Venezuelano ferido pelo ICE no Texas está detido com bala no corpo, denuncia advogada
-
Filme argentino 'El Tren Fluvial' é uma viagem iniciática de dor e aventura
-
João Fonseca anuncia pausa após lesões
-
Paramount chega a acordo com estados dos EUA para megafusão com Warner Bros.
-
EUA anuncia que companhias aéreas iranianas deixarão de operar em dois dias
-
Menor viaja de Ceuta à Península Ibérica no compartimento inferior do ônibus do Valladolid
-
Argentina estima que visita do papa mobilizará sete milhões de fiéis
-
Segundo navio reporta impacto nas águas de Ormuz, diz agência britância
-
Principais emissoras de TV dos EUA suspendem cobertura conjunta de Trump em apoio à CNN
-
Partido alemão de extrema esquerda rejeita acusações de antissemitismo
Flórida aprova rígida lei contra a imigração irregular
O estado da Flórida, no sul dos Estados Unidos, aprovou nesta quarta-feira(10) uma lei com duras medidas contra a migração irregular, impulsionada pelo governador republicano Ron DeSantis, cuja postulação à Casa Branca em 2024 parece iminente.
DeSantis assinou o texto durante um evento em Jacksonville, no nordeste do estado, sob o lema "A crise fronteiriça de (Joe) Biden", o presidente democrata a quem acusa de não abordar a imigração ilegal.
"Os cartéis de drogas mexicanos têm mais o que dizer sobre o que ocorre na fronteira sul que nosso próprio governo americano", disse o governador, justificando a necessidade da nova lei.
O texto entrará em vigor em 1º de julho. Entre suas medidas mais destacadas, exigirá às empresas com mais de 25 empregados que utilizem o E-Verify, um sistema federal para comprovar o status migratório das pessoas às quais pretendem contratar.
Além disso, obrigará os hospitais que atendem o programa público de serviços médicos Medicaid a coletar dados sobre o status migratório de seus pacientes, o que pode deixar migrantes sem documentos sem atendimento, segundo críticos da norma.
Já o transporte de pessoas sem documentos de outro estado para a Flórida será convertido em crime com penas de até 15 anos de prisão.
E ainda, as autoridades deixarão de reconhecer as licenças para dirigir emitidas fora do estado para migrantes irregulares, além de proibir o financiamento de programas locais para conceder documentos de identidade a estrangeiros sem documentos.
A lei destina 12 milhões de dólares (59,4 milhões de reais no câmbio atual) para transferir migrantes sem documentos a outros estados do país, no marco de um programa iniciado no ano passado com o envio de dois grupos de venezuelanos, em aviões particulares, do Texas ao nordeste dos Estados Unidos.
DeSantis, de 44 anos, figura em ascensão da direita americana, tem promovido nos últimos meses uma agenda muito conservadora em assuntos relacionados ao ensino, à imigração e ao direito ao aborto.
A maioria republicana em ambas câmaras estatais tem manifestado seu total apoio para a aprovação de leis que têm lhe garantido uma grande atenção midiática. Porém, suas iniciativas têm sido questionadas por defensores dos direitos humanos.
"A Flórida penaliza os imigrantes por terem a má sorte de nascer em países problemáticos e por tentarem buscar aqui a paz e a prosperidade", declarou Tessa Petit, diretora-executiva da organização Florida Immigrant Coalition, em nota enviada nesta quarta-feira.
I.Meyer--BTB