-
Governo e oposição têm primeiro encontro rumo a transição política na Venezuela
-
Protesto contra projeto de lei termina em confronto na Argentina
-
Governo e oposição têm primeiro encontro para transição política na Venezuela
-
Meta é condenada a pagar US$ 567 milhões para estado dos EUA por caso envolvendo menores nas redes
-
Lucro da Petrobras dobra com produção recorde e alta do petróleo
-
Governo e oposição iniciam diálogo com vistas a uma transição política na Venezuela
-
Manifestantes entram em confronto com polícia na Argentina por projeto de lei em favor da propriedade privada
-
Trump assina decreto contra 'turismo' da cidadania por nascimento
-
Kompany confia nos reforços do Bayern para conquistar a Champions
-
Pegula elimina Rakhimova e vai às oitavas do WTA 1000 de Toronto
-
Governo interino e delegados da oposição iniciam diálogo na Venezuela
-
PSG anuncia contratação do meia-atacante Maghnes Akliouche
-
Ônibus-bomba deixa dois mortos na Síria
-
Rodrigo Paz defende sua gestão nos primeiros nove meses à frente da Bolívia
-
Ex-Inter, Enner Valencia é anunciado pelo Boca Juniors
-
EUA saúdam chegada de opositora à Venezuela para iniciar diálogo
-
França anuncia caso de hantavírus da cepa Andes em turista franco-argentino
-
Rodri dá sinal verde ao Barcelona para negociar com o Manchester City
-
Autoridades registram um caso de sarampo em parque da Universal Studios na Califórnia
-
Crianças migrantes correm risco de sofrer abusos nas ruas de Ceuta, alertam ONGs
-
Vini Jr. renova com o Real Madrid até 2032
-
Infantino sob pressão da Uefa e da Conmebol
-
EUA sanciona ministro cubano das Forças Armadas e cúpula da indústria militar
-
O papel da desinformação na última onda de migrantes que chegou ao enclave espanhol de Ceuta
-
Conmebol expressa 'preocupação com ações unilaterais' da Fifa
-
Interferências russas se multiplicam antes das eleições presidenciais na França
-
A dolorosa dança dos números de desaparecidos nos terremotos na Venezuela
-
Uefa mantém boicote às competições da Fifa
-
Chuva define cardápio de restaurante em São Paulo com 3 estrelas no guia Michelin
-
Turista franco-argentino testa positivo para hantavírus, anuncia governo francês
-
Mohamed Salah assina por duas temporadas com o Trabzonspor, da Turquia
-
Real Madrid anuncia contratação do atacante marfinense Yan Diomandé
-
Três pontos para entender por que Ortega quer excluir oposição das eleições
-
Comitê do Senado americano declara Anthony Fauci em desacato
-
Kast anuncia pacote de reformas legislativas contra o crime organizado no Chile
-
Papa se reúne com jovens durante visita a Assis
-
Uruguai anuncia Diego Forlán como técnico após saída de Bielsa
-
Homem que atropelou manifestantes em Munique em 2025 é condenado a prisão perpétua
-
Iranianos ajustam gastos para sobreviver após cinco meses de guerra
Secretária do Tesouro adverte que default dos EUA produziria 'um caos'
A secretária do Tesouro americana, Janet Yellen, alertou neste domingo (07) que, a menos que o Congresso atue rapidamente para elevar o limite de endividamento do país, "um caos financeiro e econômico será produzido", com implicações em todo o mundo.
O governo do democrata Joe Biden adiantou que, se não houver acordo, os Estados Unidos não poderão honrar suas obrigações a partir de 1º de junho, o que, pela primeira vez na História, colocaria o país em situação de default.
"É simplesmente inaceitável que o Congresso ameace com uma calamidade econômica para os lares americanos e o sistema financeiro global como o custo de um aumento do teto da dívida", disse Janet no talk show "This Week", do canal ABC.
O teto da dívida pública dos Estados Unidos só pode ser elevado com a aprovação de uma legislação do Congresso promulgada pelo presidente.
A Câmara dos Representantes, liderada pelos republicanos, votou no fim de abril um aumento do limite de endividamento, mas apenas em troca de cortes drásticos para conter o que o partido considera um gasto excessivo. O texto, no entanto, não tem chance de ser aprovado no Senado, de maioria democrata.
Até agora, Biden se negou a negociar possíveis concessões sob a pressão de afastar o espectro de um default, lembrando que o teto da dívida já subiu dezenas de vezes, mesmo sob o mandato do ex-presidente republicano Donald Trump. No entanto, convidou os quatro líderes dos dois principais partidos do Congresso à Casa Branca para discutir o assunto.
"Sei que ele quer criar um processo onde prioridades e níveis de gastos sejam discutidos", disse Janet, "mas estas negociações não deveriam acontecer com uma arma apontada para a cabeça do povo americano".
A secretária esquivou-se de perguntas sobre a possibilidade de Biden autorizar unilateralmente mais empréstimos. "Não deveríamos chegar ao ponto de questionar se o presidente pode emitir dívida. Seria uma crise constitucional", declarou.
O impasse levantou a possibilidade do primeiro default do país, com consequências sérias para os Estados Unidos e as economias globais. Segundo analistas, os mercados seriam abalados e as taxas de juros subiriam de forma duradoura, fazendo com que lares e empresas recuassem em seus gastos.
Assessores econômicos de Biden alertam que um default poderia levar à perda de 8 milhões de empregos e fazer o PIB despencar 6%.
Desde janeiro, quando os Estados Unidos atingiram seu limite de endividamento, de US$ 31,4 trilhões, o Tesouro vem tomando medidas extraordinárias para continuar financiando o governo. Mas, como advertiu Janet Yellen na semana passada, estas medidas irão se esgotar em breve.
K.Brown--BTB