-
'Emergência humanitária' no enclave espanhol de Ceuta após entrada em massa de migrantes do Marrocos
-
Venezuela inicia diálogo político sem presença da principal líder da oposição
-
Economia dos EUA cresce menos que o esperado no 2º trimestre
-
Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem mensagens de ódio contra a Argentina
-
Economia americana cresce 1,5% no segundo trimestre, menos do que o esperado
-
Rússia inclui fundador do Telegram, Pavel Durov, na lista de 'terroristas'
-
George e Amal Clooney deixam sua residência no sul da França por incêndio
-
Nigéria desmantela laboratório de metanfetamina e teme ligação com cartéis mexicanos
-
Oito mortos, seis de uma mesma família, em ataques russos contra a Ucrânia
-
Zona do euro retoma o crescimento apesar do conflito no Oriente Médio
-
Espanha suspende estado de emergência por incêndios perto de Madri
-
Calor dificulta tarefas de resgate após terremoto que matou 34 pessoas no Japão
-
Paquistão afirma que EUA e Irã prosseguem com negociações após novos bombardeios
-
Singapura multa jovem francês por incidente com canudo
-
Exército dos EUA lança represália 'potente' contra o Irã
-
Justiça ordena prisão de Morales por protestos que paralisaram a Bolívia
-
Agressor de Salman Rushdie é condenado nos EUA por 'ato de terrorismo'
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra CEO do Telegram
-
Ancelotti foca no meio-campo no processo de reconstrução da Seleção Brasileira
-
Meta tem lucro menor do que o esperado e mantém gastos com IA
-
Milhares de evacuados por incêndios voltam para casa na Espanha e na França, sob novo alerta de calor
-
Infantino defende seu projeto: 'É uma oportunidade, mas não uma obrigação'
-
Messi retorna aos treinos do Inter Miami
-
De postos de gasolina a farmácias: Cuba abre vários setores à iniciativa privada
-
De Miñaur vence Tsitsipas em Washington e vai enfrentar Cruz Hewitt
-
Jair Bolsonaro nega ter autorizado "deepfake" no qual apoia campanha de Flávio
-
Mancini sonha em dar à Itália 'um grande troféu, ou até mesmo dois'
-
Ator Jared Leto nega novas acusações de agressão sexual
-
Fifa abre processo contra Paredes, Molina, Almada, Ayala e Gavi por incidentes na final da Copa
-
Em decisão dividida, Federal Reserve mantém taxas de juros nos EUA
-
Milhares de evacuados por incêndios voltam para casa na Espanha; França enfrenta ameaça de calor
-
Príncipe Harry e outros demandantes podem ter que pagar indenização ao Daily Mail
-
Europa deve responder à proposta da Fifa para a Copa, diz especialista em geopolítica do esporte
-
De postos de gasolina a farmácias: Cuba abre economia à iniciativa privada
-
BTS se recusa a participar do Grammy após criação de categoria para o pop asiático
-
Ataque de agente de IA descontrolado atingiu outras plataformas, diz OpenAI
-
Pai de Amy Winehouse indenizará amigas da filha por disputa sobre objetos da cantora
-
Trump adverte que vai atingir Irã "com força" após ataques contra bases dos EUA
-
Neymar reafirma que seu momento na Seleção Brasileira 'já foi'
Seleções de México e EUA enfrentam dúvidas a um ano da Copa do Mundo
Na contagem regressiva para a maior Copa do Mundo da história, as esperanças dos anfitriões México, Estados Unidos e Canadá são ofuscadas por questionamentos sobre a competitividade de suas seleções.
O caminho para o Mundial de 2026, o primeiro expandido para 48 equipes, tem sido repleto de turbulências, especialmente para México e Estados Unidos, que já haviam tido um desempenho medíocre na Copa de 2022, no Catar.
O pânico se espalhou ainda mais após o fracasso na Copa América de 2024, nos Estados Unidos, com as duas seleções eliminadas ainda na fase de grupos, e causou uma mudança abrupta nos planos para 2026 com a demissão repentina de seus técnicos.
'El Tri' convocou com urgência Javier Aguirre, seu 'bombeiro' habitual, para guiar uma nova geração de jogadores com muito a provar.
A seleção dos Estados Unidos, por sua vez, trouxe o renomado técnico argentino Mauricio Pochettino para garantir uma forte atuação neste evento crucial, que deve culminar na grande aposta da Fifa em impulsionar o 'soccer' no gigante norte-americano.
Os Estados Unidos e seus dois países vizinhos, todos isentos de se classificar como anfitriões, terão uma última chance de provar seu valor na Copa Ouro da Concacaf, que começa em 14 de junho.
- Aguirre devolve confiança a 'El Tri' -
Em sua terceira passagem pelo comando do México, "El Vasco" Aguirre foi encarregado de retomar o controle após a fracassada mudança geracional proposta por Jaime Lozano.
Em uma aposta arriscada, o jovem técnico deixou de fora Guillermo Ochoa, Raúl Jiménez e outros jogadores importantes do fiasco no Catar, onde a seleção mexicana sofreu sua primeira eliminação na fase de grupos desde 1978.
Com personalidade forte e abordagem direta, Aguirre libertou o elenco da pressão do ambiente e desafiou a todos, jovens e veteranos, a conquistarem seu lugar com bom jogo e personalidade.
"A mudança mais significativa que Javier conquistou na seleção foi dar aos jogadores paz, estabilidade e tranquilidade para trabalhar", disse à AFP o ex-meio-campista Ramón Morales, que o treinou na Copa do Mundo de 2002 na Coreia e no Japão.
Com outra figura carismática como assistente técnico, Rafael Márquez, a nova equipe recebeu um reforço de confiança em março com a vitória na final da Liga das Nações da Concacaf.
A ressurreição de Raúl Jiménez, autor dos quatro gols mexicanos no 'Final Four', foi uma ótima notícia para Aguirre.
Com Santiago Giménez (Milan) como outra força ofensiva fundamental, as críticas a 'El Tri' se concentram no setor defensivo e na criação de jogadas.
"No ataque, há muitas opções, mas defensivamente, o nível de segurança que Javier gosta ainda não foi alcançado", observou o ex-meio-campista Gabriel Caballero, que também jogou na Copa do Mundo de 2002.
- O grande desafio de Pochettino -
Ao contrário do seu vizinho do sul, a chegada de Pochettino ainda não gerou reação da seleção americana.
O ex-técnico de Tottenham, Chelsea e Paris Saint-Germain sofreu um pequeno revés com o fiasco na Liga das Nações, onde terminou em último diante de sua torcida.
O argentino tampouco poderá trabalhar com seu grupo principal na Copa Ouro. Seu líder em campo, Christian Pulisic (Milan), desistiu do torneio, alegando necessidade de descanso, e os demais jogadores-chave ficarão de fora por causa da Copa do Mundo de Clubes da Fifa ou devido a lesões.
As ausências incluem Weston McKennie e Tim Weah (Juventus), Gio Reyna (Borussia Dortmund) e Sergiño Dest (PSV Eindhoven).
Junto com Pulisic, eles compõem a chamada "geração de ouro" do futebol americano, que estava destinada a explodir nesta Copa do Mundo, mas até agora ficou muito aquém das expectativas.
- Os progressos do Canadá -
No Canadá, também há a ambição de que a Copa do Mundo impulsione o progresso recente do futebol. O país já produziu grandes talentos como Alphonso Davies e colocou um time, o Vancouver Whitecaps, na última final da Copa dos Campeões da Concacaf.
Davies é um dos grandes responsáveis pelo retorno do Canadá a uma Copa do Mundo no Catar, após 36 anos de ausência.
A recuperação completa do explosivo lateral do Bayern de Munique, que sofreu uma lesão grave na Liga das Nações, é crucial para a equipe comandada pelo americano Jesse Marsch.
Jonathan David (Lille) é o principal trunfo ofensivo de uma equipe que chegou às semifinais da Copa América de 2024, em que perdeu para a Argentina de Lionel Messi.
L.Maurer--VB