-
Chamas e fumaça registradas em instalação da Aramco ao sul da capital saudita
-
Letônia vota em legislativas com um olho na Rússia e outro no custo de vida
-
Zverev vence e vai enfrentar Djokovic nas quartas de final do ATP 500 de Pequim
-
Rússia insta diplomatas e estrangeiros a deixar Kiev e anuncia ataques maciços
-
Cerca de 325 milhões de barris de reservas estratégicas foram liberados desde março, diz AIE
-
Coreia do Norte diz ter testado míssil de médio alcance equipado com IA
-
China abre investigação antidumping sobre importação de produto químico da UE
-
Congresso da Bolívia substitui procurador-geral detido por interino
-
Milhares protestam na Espanha pelo direito à moradia
-
Copiloto de voo da Flydubai rumo a Israel planejava "ato terrorista", segundo Emirados
-
Mais para o exército, menos para a educação: destaques do orçamento russo para 2027
-
Copiloto de voo da Flydubai planejava "ato terrorista", diz procurador emiradense
-
Sinner também ficará de fora do Masters 1000 de Xangai
-
Verstappen (Red Bull) conquista pole do GP do Bahrein na Malásia, Bortoleto é 10º
-
Alcaraz vence Arnaldi e avança às quartas de final do ATP 500 de Tóquio
-
OEA concorda em criar grupo de negociação com a Nicarágua
-
G7 concorda em liberar até 100 milhões de barris de diesel e petróleo para conter preços
-
Itália de Mancini segura França de Zidane com empate na Liga das Nações
-
Com gols de De Bruyne e Lukaku, Bélgica vence Turquia na Liga das Nações
-
Piloto da Flydubai: 'Não podia deixar todas aquelas pessoas morrerem'
-
'Importante em qualquer momento do jogo', diz técnico da Espanha sobre Yamal
-
Caos sobre debate presidencial gera críticas por censura
-
Amazon promete investimento bilionário em comunidades com centros de dados de IA
-
Governadora de Nova York propõe reforma de lei após suposto estupro coletivo em universidade
-
Protestos estudantis se espalham pela França em meio a confrontos com a polícia
-
Djokovic sofre, mas avança no ATP 500 de Pequim e espera Zverev nas quartas de final
-
OEA criará grupo de negociação com Nicarágua
-
Ancelotti dá novo voto de confiança a Vini na Seleção, apesar de má fase no Real Madrid
-
Milei diz que 'está escrevendo uma página da história' argentina ao receber prêmio em Paris
-
G7 concorda em liberar até 100 milhões de barris de diesel e petróleo para conter os preços
-
A odisseia de Lula em imagens
-
Com problema no tornozelo, Ferran Torres é cortado da seleção espanhola
-
Tuchel admite que caso City é assunto do momento na seleção inglesa
-
Congresso espanhol rejeita decretos sobre moradia e aumenta pressão sobre Sánchez
-
Messi desembarca na Argentina para despedida da seleção
Centenas de escolas fechadas na França por protestos estudantis
Estudantes do Ensino Médio da França acenderam fogueiras e voltaram a entrar em confronto com a polícia após uma semana de protestos, o que forçou o fechamento de quase 400 escolas nesta sexta-feira, sem sinais de apaziguamento.
O movimento começou na semana passada na região de Paris e se espalhou rapidamente por todo o país entre os alunos do Ensino Médio, a maioria entre 15 e 18 anos.
Os estudantes bloquearam os acessos às escolas e protagonizaram, em algumas ocasiões, confrontos com a polícia, que resultaram em imagens de barricadas em chamas e veículos incendiados.
Em Rennes, no oeste da França, as forças de segurança utilizaram jatos d'água nesta sexta-feira para apagar incêndios em latas de lixo e para dispersar jovens perto do liceu Chateaubriand.
Na entrada da escola Turgot, no centro de Paris, dezenas de estudantes, alguns encapuzados, bloqueavam o acesso em um ambiente descontraído, com faixas com frases como "Não vamos parar até que sejamos ouvidos" ou "Quem nos protege da polícia?".
"O horário está pesado demais. Muitas vezes temos aula das oito da manhã às seis da tarde. Além disso, estudamos duas horas por dia em casa. Não temos tempo para atividades extracurriculares", explicou à AFP Simon, de 15 anos.
Anna, de 15 anos, afirmou que durante a onda de calor as temperaturas chegaram a 37ºC e "no inverno faz frio". "Gastam dinheiro em capinhas de celular, mas não nas coisas mais importantes", acrescentou, em referência ao dispositivo para garantir a proibição do uso de celulares nas escolas.
Entre as reclamações dos manifestantes figuram também as ausências excessivas de professores e a falta de substitutos, em um momento em que a França tenta reduzir os gastos públicos para sanear sua dívida pública.
O ministro da Educação Nacional, Édouard Geffray, se reuniu pela manhã com sindicatos da área de educação e associações de estudantes. Geffray afirmou que "o movimento foi sequestrado por grupos marginais violentos".
Mais de 300 policiais e gendarmes ficaram feridos, assim como 65 funcionários do Ministério da Educação, entre eles 40 diretores de escolas, além de 170 alunos, desde o início do movimento, segundo as autoridades.
Geffray disse que 400 dos 3.700 colégios do Ensino Médio permaneceriam fechados nesta sexta-feira. O ministério citou ações ou perturbações em 564.
Na cidade de Marselha, no sul do país, a segunda mais populosa da França, muitas escolas organizaram aulas remotas, depois que os protestos interromperam na quinta-feira os serviços de transportes.
O ministro da Justiça, Gérald Darmanin, afirmou que pediu aos promotores que responsabilizem os pais pelos danos causados pelos filhos durante as manifestações e que "paguem pelos reparos".
"Desde o início do movimento, quase 2.000 pessoas foram detidas pela polícia, das quais 90% eram menores de idade", declarou à rádio RTL.
burs-tjc/pc/fp-jc
A.Ammann--VB