-
'Difícil sobreviver': idosos de Kiev tremem de frio sem luz nem aquecimento após ataques russos
-
Desemprego registra leve queda na zona do euro em dezembro
-
EUA a caminho de novo 'shutdown' em meio a críticas democratas por mortes de manifestantes
-
Alcaraz supera Zverev em batalha de mais 5 horas e avança à final do Aberto da Austrália
-
Premiê britânico insiste em reforçar laços com a China apesar das advertências de Trump
-
Trump ameaça com tarifas países que venderem petróleo a Cuba
-
Argentina decreta emergência por incêndios na Patagônia
-
Trump suspende parcialmente o embargo petrolífero à Venezuela após abertura em nova lei
-
Nubank recebe aprovação inicial para operar como banco nos EUA
-
Lágrimas de LeBron acendem especulações sobre despedida das quadras
-
Bayern visita Hamburgo com missão de evitar que título da Bundesliga fique em aberto
-
EUA deve manter distância de aposta separatista de Alberta, diz premiê do Canadá
-
Venezuela abre sua indústria petrolífera a investimentos privados sob pressão dos EUA
-
Mano Menezes assume como novo técnico da seleção peruana
-
Eliminado da Champions e prejudicado por lesões, Napoli foca na Serie A
-
Porto, Betis e Roma avançam às oitavas da Liga Europa; Feyenoord é eliminado
-
'Czar da fronteira' de Trump promete continuar ofensiva anti-imigração em Minneapolis
-
Justiça do Rio proíbe SAF do Botafogo de vender jogadores
-
EUA perto de novo 'shutdown' em meio a críticas de democratas por mortes em Minneapolis
-
Médicos sem Fronteiras alerta para aumento da violência sexual na capital do Haiti
-
Lula fará cirurgia de catarata em um olho nesta 6ª feira
-
Cruz Vermelha informa que transferiu corpos de 15 palestinos para Gaza
-
Ataques russos com drones deixam seis mortos na Ucrânia
-
China bane 73 pessoas do futebol por manipulação de resultados
-
Timo Werner assina com San Jose Earthquakes da MLS
-
Com lesão no tornozelo, Kvaratskhelia vai desfalcar PSG de oito a dez dias
-
Emissário de Trump promete seguir com ações anti-imigração em Minneapolis
-
Trump anuncia que mandou reabrir o espaço aéreo da Venezuela
-
Colômbia restringe importação de drones diante dos ataques de guerrilheiros
-
Igrejas cristãs da Colômbia rejeitam declarações de Petro sobre sexualidade de Jesus Cristo
-
Boxeador Gervonta Davis é preso em Miami por agressão e sequestro
-
Grupo petroquímico Dow cortará 4.500 postos de trabalho
-
Google apresenta AlphaGenome, um novo passo na compreensão do genoma humano
-
Lego e tarifas: México anseia negociação comercial com EUA
-
Rybakina vence Pegula e vai enfrentar Sabalenka na final do Aberto da Austrália
-
Diante da pressão ocidental, Irã ameaça com 'resposta esmagadora'
-
Trump lida com consequências de ataque armado em Minneapolis, dois agentes de imigração são suspensos
-
Técnico de Senegal é suspenso por 5 jogos devido aos incidentes na final da Copa Africana de Nações
-
Famílias de vítimas no Irã denunciam extorsão de autoridades
-
Sabalenka derrota Svitolina e retorna à final do Aberto da Austrália
-
Samsung registra lucro trimestral recorde graças à demanda por chips de IA
-
Preço do ouro se aproxima de 5.600 dólares após ameaças de Trump contra o Irã
-
Starmer e Xi defendem aproximação entre Reino Unido e China diante das turbulências mundiais
-
Nasa prevê lançamento de missão para troca de astronautas da ISS em 11/2
-
Governo dos EUA suspende agentes envolvidos em ataque em Minneapolis
-
Steven Adams, pivô do Houston Rockets, vai perder restante da temporada da NBA
-
Agentes dispersam protesto por detenção de imigrante de 5 anos nos EUA
-
Lula defende soberania do Panamá sobre o Canal, questionada por Trump
-
Quando os goleiros se vestem de artilheiros
-
FBI realiza buscas em centro eleitoral no estado da Geórgia
Manifestantes na Universidade Columbia desafiam ultimato para desmontar acampamento
A Universidade de Columbia, epicentro dos protestos pró-palestinos nos Estados Unidos, vivia, nesta segunda-feira (29), um clima de tensão depois de as negociações fracassarem e os estudantes desafiarem o ultimato para evacuar o acampamento que montaram dentro do local.
Cerca de 275 pessoas foram presas em quatro universidades do país neste fim de semana em virtude dos protestos, que a Casa Branca pediu que se mantivessem pacíficos.
As autoridades de Columbia, em Nova York, disseram nesta segunda em um comunicado que os manifestantes deveriam desmontar as tendas que instalaram no jardim principal antes das 14h locais (15h em Brasília).
Também anunciaram que a universidade não "dispensará os investimentos de Israel", mas se ofereceram para elaborar um calendário acelerado que "revise as novas propostas dos estudantes" e "realizar investimentos em saúde e educação em Gaza".
Apesar do ultimato e da ameaça de suspensão, um grupo de estudantes convocou os manifestantes para "protegerem o acampamento".
As manifestações contra a guerra em Gaza e sua enorme baixa de civis representam um desafio para as autoridades universitárias, que tentam equilibrar o direito à liberdade de expressão com as reclamações de que os protestos geraram ações antissemitas, violência e ameaças.
A reitora havia se comprometido na semana passada a não recorrer à polícia para desmantelar o acampamento, como ocorreu no último 18 de abril, quando uma centena de estudantes foi presa e depois suspensa pelo centro.
"Para muitos de nossos estudantes judeus e para outros, o ambiente se tornou intolerável nas últimas semanas, Muitos abandonaram o campus e isso é uma tragédia", disse a reitora de Columbia, Nemat Shakif, em um comunicado no qual anuncia que as negociações fracassaram.
"A linguagem e os atos antissemitas são inaceitáveis, e os apelos à violência são simplesmente abomináveis", disse ela, antes de lembrar que o "direito de um grupo de expressar suas opiniões não pode ser exercido às custas do direito de outro grupo de falar, ensinar e aprender".
Os organizadores dos protestos negam as acusações de antissemitismo, e defendem que suas ações acusam o governo de Israel e a forma que ele gere o conflito em Gaza.
Também afirmam que os episódios mais ameaçadores foram organizados por ativistados que não são estudantes.
A universidade tenta negociar desde a semana passada com os manifestantes para que desfaçam o acampamento. "Infelizmente não conseguimos chegar a um entendimento", disse a reitora Shakif.
L.Wyss--VB