-
Colômbia registra ataque de guerrilha mais letal em décadas
-
PSG-Bayern, um duelo de titãs por uma vaga na final da Champions
-
Começa seleção do júri na batalha legal de Musk contra OpenAI
-
Modric é operado de fratura no osso da face e poderá jogar a Copa
-
UE quer obrigar Google a abrir Android para concorrentes de IA
-
Chanceler do Irã se reúne com Putin após fracasso de diálogos de paz no Paquistão
-
Taylor Swift quer registrar sua voz como marca para se proteger da IA
-
Risco de corrida armamentista nuclear marca reunião da ONU sobre proliferação
-
Dinheiro vivo ou escambo: o agitado mercado de animais de El Salvador
-
Human Rights Watch teme uma Copa 'da exclusão e do medo' nos EUA
-
O seleto mundo dos bolos de casamento superluxuosos
-
Fatores para a proliferação nuclear estão 'se acelerando', diz chefe da ONU
-
Turismo despenca em Cuba no primeiro trimestre de 2026
-
Colômbia registra 31 ataques da guerrilha desde a sexta-feira
-
Americana relata sofrimento em investigação francesa contra Al Fayed
-
BRIT School, um berço de talentos de onde surgiram Amy Winehouse, Olivia Dean e Adele
-
Mali se recupera de onda de ataques jihadistas no fim de semana
-
Ministra colombiana reivindica 'novo poder' com países dispostos a deixar o petróleo
-
Parque bíblico ameaça demolir bairro palestino em Jerusalém Oriental
-
Real Madrid confirma lesão de Mbappé na coxa esquerda
-
Xavi Simons anuncia que está fora da Copa do Mundo
-
Startup japonesa pede aprovação para tratamento de insuficiência renal crônica em gatos
-
OMS inicia semana crucial de negociações sobre vacinas e patógenos
-
Gasto militar seguiu crescendo em 2025 com multiplicação de guerras e tensões
-
Chanceler do Irã culpa EUA por fracasso das negociações de paz
-
Suspeito de atirar contra cerimônia de gala com a presença de Trump comparece à Justiça
-
Coreia do Norte inaugura monumento em homenagem a soldados mortos na guerra da Rússia contra Ucrânia
-
Trabalhador morre em acidente durante montagem de palco da Shakira em Copacabana
-
João Fonseca perde para Jódar, que avança às oitavas do Masters 1000 de Madri
-
Líderes condenam incidente armado em jantar dos correspondentes com Trump em Washington
-
Porto vence Estrela da Amadora (2-1) e fica a um passo do título em Portugal
-
Suspeito de ataque em jantar dos correspondentes nos EUA é engenheiro e fã de videogames
-
Rybakina vence Zheng de virada e avança às oitavas do WTA 1000 de Madri
-
Chanceler do Irã segue para Rússia, sem perspectivas de diálogo com EUA
-
Marselha empata com Nice (1-1) e fica mais longe da Champions; Lille e Rennes não desistem
-
"Não posso me comparar" a Nadal ou Federer, afirma Sinner
-
Ministro das Relações Exteriores do Irã viaja a Moscou após reuniões em Paquistão e Omã
-
Partido do presidente palestino lidera eleições municipais na Cisjordânia
-
Wembanyama é liberado para jogar pelos Spurs após concussão
-
Atentado à bomba deixa 20 mortos na Colômbia a um mês das eleições
-
Inter cede empate na visita ao Torino (2-2) em seu caminho rumo ao Scudetto
-
Borussia Dortmund goleia Freiburg (4-0) e garante vaga na Champions
-
Lesionado, Pablo Barrios vai desfalcar o Atlético contra o Arsenal na semifinal da Champions
-
Stuttgart empata com Werder Bremen (1-1) e pode se complicar na corrida por vaga na Champions
-
Homem armado em jantar de imprensa nos EUA tinha como alvo membros do governo
-
Chelsea vence Leeds (1-0) com gol de Enzo Fernández e vai enfrentar City na final da FA Cup
-
Sinner atropela Moller e vai às oitavas de final do Masters 1000 de Madri
-
Número de mortos em atentado com bomba na Colômbia sobe para 19
-
Chanceler do Irã retorna ao Paquistão apesar de Trump ter cancelado a viagem de seus enviados
-
Gauff supera problemas estomacais, vence Cirstea e vai às oitavas do WTA 1000 de Madri
Começa seleção do júri na batalha legal de Musk contra OpenAI
O confronto judicial entre os magnatas da tecnologia e outrora sócios na OpenAI, Elon Musk e Sam Altman, começou nesta segunda-feira (27) com o início da seleção do júri em um processo em que o homem mais rico do mundo acusa o cocriador do ChatGPT de trair sua missão de gerar IA sem fins lucrativos.
A batalha, em um tribunal do outro lado da baía de San Francisco, opõe Musk a uma startup que ele apoiou e com a qual agora compete no explosivo setor de inteligência artificial (IA). O ChatGPT, da OpenAI, é rival do Grok, chatbot criado pela xAI de Musk.
"Esta é uma novela da tecnologia que todos os investidores vão acompanhar", disse o analista da Wedbush Dan Ives em nota. "Haverá muita roupa suja e golpes trocados no tribunal entre Musk e Altman, e isso não é bom para ninguém envolvido (...) Mas Musk levou isso para o lado pessoal", acrescentou.
Embora o processo faça parte de uma disputa entre Musk e o diretor‑executivo da OpenAI, Altman, o caso põe em destaque um debate sobre se a IA deveria, em última instância, servir para beneficiar alguns poucos privilegiados ou a sociedade como um todo.
Os documentos judiciais descrevem como Altman convenceu Musk a apoiar a OpenAI em 2015, atuando como cofundador de um laboratório sem fins lucrativos cuja tecnologia "pertenceria ao mundo". Musk injetou milhões de dólares na iniciativa, da qual posteriormente se afastou.
A OpenAI criou uma subsidiária comercial, já que precisava de centenas de bilhões de dólares para centros de dados que alimentassem sua tecnologia. A Microsoft investiu bilhões e seu diretor‑executivo, Satya Nadella, está entre aqueles que devem depor no julgamento.
- A verdade sobre a mesa -
Musk sustenta em sua ação que foi enganado quanto ao caráter altruísta da OpenAI. A empresa, sediada em San Francisco, respondeu em seus escritos judiciais que a ruptura com Musk se deveu à sua busca por controle absoluto e não à sua condição de organização sem fins lucrativos.
"Este caso sempre teve a ver com Elon gerar mais poder e mais dinheiro para o que ele quer", afirmou a OpenAI em uma publicação recente no X. "Sua ação não passa de uma campanha de assédio movida pelo ego, pela inveja e pelo desejo de frear um concorrente."
A startup destacou que poucos dias depois de Musk entrar na corrida da IA em 2023, ele pediu uma moratória de seis meses no desenvolvimento de IA avançada.
A juíza que preside o caso decidirá em meados de maio - guiada pelas conclusões de um júri consultivo - se a OpenAI descumpriu uma promessa feita a Musk em seu esforço para liderar a IA, ou se simplesmente aproveitou de forma inteligente a tecnologia para alcançar o sucesso.
Além de pedir que a OpenAI seja obrigada a voltar a ser uma organização puramente sem fins lucrativos, a ação de Musk exige a destituição de Altman e do cofundador Greg Brockman, presidente da startup.
Musk, que tinha pedido uma indenização de até 134 bilhões de dólares (R$ 665,95 bilhões, na cotação atual), abriu mão desde então de qualquer benefício pessoal, comprometendo‑se a destinar qualquer valor recebido à organização sem fins lucrativos da OpenAI.
A juíza Yvonne Gonzalez Rogers reservou para si o direito de determinar qualquer reparação. A OpenAI tem agora uma estrutura de governança híbrida que confere à sua fundação sem fins lucrativos o controle sobre um braço com fins lucrativos.
- Antecedentes -
Em fevereiro de 2018, Musk, empresário nascido na África do Sul por trás da Tesla, da SpaceX e de outras companhias, renunciou ao conselho de administração da OpenAI para, supostamente, concentrar‑se em seus outros projetos comerciais.
Nos bastidores, porém, Musk e Altman divergiam sobre uma proposta para transformar a OpenAI em uma empresa com fins lucrativos que pudesse atrair investidores na corrida pela IA.
A OpenAI concluiu essa transformação em 2025, cerca de três anos depois de seu assistente digital ChatGPT colocar a IA no centro das atenções no mundo tecnológico.
Após anos defendendo uma abordagem segundo a qual a IA deve servir à sociedade e não aos cofres corporativos, Musk lançou a startup xAI em julho de 2023.
A declaração de princípios da xAI e de seu chatbot Grok mal menciona os perigos da tecnologia, apesar de o bilionário ter chegado a qualificá‑la certa vez como uma "ameaça existencial" para a humanidade.
A.Zbinden--VB