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Zelensky aplaude 'mensagem forte' das sanções dos EUA contra Rússia
As sanções dos Estados Unidos contra a Rússia enviam uma "mensagem forte" ao presidente russo, Vladimir Putin, para que acabe com a guerra, comemorou o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, nesta quinta-feira (23) em uma cúpula europeia em Bruxelas.
Tanto a União Europeia (UE) quanto o presidente americano, Donald Trump, anunciaram na véspera novos pacotes de sanções contra o setor petrolífero russo pela invasão da Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022.
"É uma mensagem forte e necessária de que a agressão não ficará sem resposta", escreveu Zelensky na rede social X.
"É muito importante", acrescentou à imprensa ao chegar à reunião de líderes da UE.
Os esforços de Trump para encerrar o conflito não produziram resultados. Nesta quinta-feira, pelo menos três pessoas morreram por bombardeios russos na Ucrânia, duas delas jornalistas, informaram autoridades e o canal de mídia local Freedom TV.
Trump havia adiado a imposição de novas restrições contra a Rússia por meses, mas sua paciência se esgotou depois que os planos para realizar outra cúpula com Putin em Budapeste fracassaram.
As sanções dos EUA incluem o congelamento de todos os ativos da Rosneft e da Lukoil nos Estados Unidos, assim como a proibição de todas as empresas americanas de fazer negócios com essas duas gigantes petroleiras russas.
As penalidades fizeram os preços do petróleo dispararem mais de 5% nesta quinta-feira, alimentando temores de tensões no fornecimento do ouro negro.
"Vemos esta medida como totalmente contraproducente", disse Maria Zakharova, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.
"Nosso país desenvolveu uma forte imunidade às restrições ocidentais e continuará desenvolvendo com confiança seu potencial econômico, incluindo seu potencial energético", acrescentou.
A China declarou que "se opõe" às sanções americanas.
A UE também anunciou uma nova bateria de sanções para pressionar a Rússia a encerrar sua ofensiva de três anos e meio no país vizinho. As sanções europeias têm como alvo principal a frota fantasma de petroleiros usada pela Rússia para escapar das sanções ocidentais.
O comércio de petróleo atribuído a essa frota fantasma representa "mais de 30 bilhões de euros" (35 bilhões de dólares ou 188 bilhões de reais) para o orçamento e as finanças da Rússia, "entre 30% e 40% de seu esforço de guerra" contra a Ucrânia, denunciou o presidente francês, Emmanuel Macron.
A maior pressão coletiva sobre Moscou poderia "mudar os cálculos de Putin" e "levá-lo à mesa de negociações" com vistas a um cessar-fogo, estimou o secretário-geral da Otan, Mark Rutte.
"Estou absolutamente convencido disso, talvez não hoje ou amanhã, mas conseguiremos", afirmou durante sua visita à Casa Branca.
Os europeus também buscam fortalecer seu apoio de longo prazo. Para isso, pretendem emprestar 140 bilhões de euros (R$ 875 bilhões) à Ucrânia usando os ativos do Banco Central russo congelados na UE.
Zelensky declarou à margem da cúpula que espera "uma decisão política" positiva para ajudar seu país e que constitua uma forma de "empréstimo de reparação".
"A Rússia trouxe a guerra ao nosso país e deve pagar por essa guerra", afirmou.
P.Keller--VB