-
Espanha de luto após colisão de trens que deixou 68 mortos
-
Governo americano demite principal estrategista do Exército, afirma imprensa
-
Cultivo de ópio aumenta no Afeganistão apesar da proibição do governo talibã
-
Bukele envia mais de 2.000 militares ao Haiti para procurar salvadorenhos vítimas de emboscada
-
Corinthians e Cruzeiro farão final brasileira da Libertadores feminina
-
Vazam dados de 41 mil funcionários do governo dos EUA após ciberataque, diz coletivo
-
Estado de Nova York restringe uso de chatbots por menores
-
Uruguai de Diego Forlán jogará contra República Dominicana após visitar Argentina em novembro
-
Após chegar aos EUA, Flávio Bolsonaro se declara "líder do Brasil"
-
Putin diz que Elon Musk é "realmente um gênio"
-
City vence Brighton e vai às quartas da Copa da Liga Inglesa; Liverpool elimina Chelsea
-
Irã adverte sobre risco de escalada militar após ameaças de Israel
-
Com Kane no banco, Bayern goleia Magdeburg (6-1) e avança na Copa da Alemanha
-
Fed mantém suas taxas inalteradas antes das legislativas nos EUA
-
Líder opositora percorre área devastada por terremotos na Venezuela
-
Após chegar aos EUA, Flávio Bolsonaro se declara "verdadeiro presidente do Brasil"
-
Kompany deixa hospital após uma meningite
-
Medvedev avança às oitavas de final do ATP 500 de Viena
-
Produtora de "Star Wars" vai comandar cerimônias das Olimpíadas de Los Angeles 2028
-
Inter de Milão vence lanterna Venezia (2-0) e segue líder no Italiano
-
Snapchat vai a julgamento nos EUA por vício de jovens em redes sociais
-
Sem maioria clara, presidente de Israel quer evitar novas eleições
-
Djokovic vence Humbert de virada na primeira rodada do ATP 500 da Basileia
-
Para o Hezbollah, não importa quem vença as eleições em Israel
-
Conmebol rejeita ação do Flamengo por escalação de Rojo na semifinal da Libertadores
-
Tribunal da Noruega bloqueia temporariamente novos termos de uso da Meta
-
Flávio Bolsonaro desembarca nos EUA depois de fugir do Brasil
-
Etiópia anuncia que recebeu 12 caças russos
-
Flávio Bolsonaro: de quase presidente à fuga pela porta dos fundos
-
Sergio Pérez renova contrato com a Cadillac até 2029
-
Ao menos 68 mortos no segundo acidente ferroviário grave do ano na Espanha
-
Governo britânico aumenta impostos sobre bancos para ajudar famílias
-
Segundo dia consecutivo de trégua humanitária na cidade ucraniana de Oleshky
-
Oposição exige explicações do governo de Milei por fuga de Flávio Bolsonaro pela Argentina
-
Técnico do Cruzeiro diz que time pode fazer 'coisas que ninguém espera' na Libertadores feminina
-
Os Bolsonaro: uma história de poder, prisão e exílio
-
COPs são um 'monte de bobagens', afirma o Panamá, que quer sediar a próxima reunião
-
Banco Mundial alerta para forte alta nos preços dos alimentos até 2027
-
Vice-presidente da Federação Japonesa renuncia após apoio da Ásia a Infantino
-
Onze mulheres são condenadas na Indonésia por maus-tratos a crianças em uma creche
-
Britânica denuncia que marido a drogava e a amarrava para ser violada por outros homens
-
Flávio Bolsonaro desembarca nos Estados Unidos depois de fugir do Brasil
-
Colisão de trens na Espanha deixa 64 mortos
-
Sem maioria clara, partidos árabes têm a chave para formação de governo em Israel
-
Cortes em programas de ajuda incentivam o voto de castigo contra Trump
-
Migrantes criam raízes no México após bloqueio de Trump ao 'sonho americano'
-
Tribunal iraniano condena cineasta Jafar Panahi a cinco anos de prisão
-
Zelensky teme que reunião entre EUA, Rússia e China vire plataforma de redistribuição da influência mundial
-
Pelo menos 31 mortos em colisão de trens na Espanha
-
Flávio Bolsonaro faz breve escala no Equador após fugir do Brasil
China registra crescimento acima do esperado antes da guerra tarifária de Trump
A China anunciou nesta quarta-feira (16) um crescimento econômico de 5,4% no primeiro trimestre, acima das expectativas dos analistas, em parte graças ao frenesi exportador de suas empresas antes do aumento expressivo das tarifas por parte dos Estados Unidos.
A potência asiática reconheceu, no entanto, "certa pressão" sobre sua economia e comércio exercida pela guerra tarifária global de Donald Trump, que visa especialmente as importações chinesas.
A disputa entre as duas grandes economias mundiais provocou a imposição de novas tarifas de 145% para os produtos da China, que respondeu com tarifas de 125% para as importações dos Estados Unidos.
"Neste momento, a imposição de tarifas elevadas por parte dos Estados Unidos provocará certa pressão no comércio e na economia do nosso país", afirmou Sheng Laiyun, funcionário de alto escalão do Escritório Nacional de Estatísticas (ONE).
Contudo, "isso não mudará a tendência geral da economia da China, que continuará melhorando a longo prazo", acrescentou.
No primeiro trimestre, pouco antes da aceleração da guerra comercial, o PIB da China registrou "um aumento em termos anuais de 5,4%, a preços constantes", afirmou o ONE.
O resultado é superior aos 5,1% projetados por analistas consultados pela AFP.
O órgão estatal de estatísticas também anunciou que a produção industrial cresceu 6,5% no período e que as vendas no varejo - indicador-chave da demanda do consumidor - subiram 4,6% na comparação com o mesmo período em 2024.
Além disso, as estatísticas de exportação anunciadas na segunda-feira por Pequim superaram todas as previsões, com um crescimento em termos anuais de 12% em março, resultado que os analistas atribuem ao acúmulo de pedidos antes do anúncio das novas tarifas de Trump em 2 de abril.
O ONE fez uma alerta nesta quarta-feira sobre um ambiente econômico global "complexo e grave" que exigirá "políticas macroeconômicas mais proativas e eficazes".
"Ainda não está consolidada a base de uma recuperação econômica sustentável e do crescimento", assegurou.
- "Atividade preventiva" -
A guerra comercial iniciada por Trump ameaça prejudicar a frágil recuperação econômica da China. Abalada por um consumo abaixo do ideal e uma crise de dívida no antes crucial setor imobiliário, o país asiático não conseguiu recuperar o dinamismo anterior à pandemia de covid-19.
Os analistas externos consideram que os últimos indicadores positivos serão ofuscados em breve pelo impacto das tarifas.
"O dano da guerra comercial será observado nos dados macroeconômicos do próximo mês", declarou Zhiwei Zhang, presidente e economista chefe da Pinpoint Asset Management.
Steve Innes, da consultoria SPI Asset Management, destaca que os dados "podem parecer uma vitória na superfície". "Mas não podemos fingir que pegaram alguém desprevenido".
"Muito disso se deve à antecipação, alimentada por uma explosão da atividade preventiva antes da escalada tarifária dos Estados Unidos e um excesso de estoque nos Estados Unidos, porque os importadores se apressaram para se antecipar às turbulências", argumenta o economista.
A Casa Branca afirmou na terça-feira que "a bola está com a China" para reduzir a tensão na guerra comercial. As autoridades chinesas responderam nesta quarta-feira que o país "não tem medo de lutar", mas reiteraram sua disposição ao diálogo.
Pequim nomeou um novo coordenador para as negociações comerciais internacionais, Li Chenggang, que já foi o representante da China na Organização Mundial do Comércio e tem décadas de experiência na área.
- Confiança para alcançar objetivos -
A China está longe dos anos de euforia e ritmos de crescimento de dois dígitos que a posicionaram como a segunda maior economia mundial e a transformaram em uma rival direta dos Estados Unidos.
Em 2024, Pequim anunciou uma série de medidas agressivas para estimular a economia, incluindo o corte de juros, a suspensão de restrições para a compra de imóveis, o aumento do teto de dívida dos governos locais ou o reforço do apoio aos mercados financeiros.
As Bolsas chinesas subiram com força, em parte pela esperança de um grande pacote de estímulo que não se concretizou e dissipou em parte o otimismo do mercado.
As autoridades chinesas fixaram no mês passado a meta de crescimento de cerca de 5% para este ano e defenderam a estratégia de transformar a demanda interna no principal motor de desenvolvimento do país.
Muitos economistas consideram, no entanto, que a meta é muito ambiciosa considerando os vários desafios da economia.
Sheng Laiyun, do ONE, discordou nesta quarta-feira: "Temos a força, a capacidade e a confiança para enfrentar os desafios externos e alcançar os objetivos de desenvolvimento estabelecidos".
U.Maertens--VB