-
COPs são um 'monte de bobagens', afirma o Panamá, que quer sediar a próxima reunião
-
Banco Mundial alerta para forte alta nos preços dos alimentos até 2027
-
Vice-presidente da Federação Japonesa renuncia após apoio da Ásia a Infantino
-
Onze mulheres são condenadas na Indonésia por maus-tratos a crianças em uma creche
-
Britânica denuncia que marido a drogava e a amarrava para ser violada por outros homens
-
Flávio Bolsonaro desembarca nos Estados Unidos depois de fugir do Brasil
-
Colisão de trens na Espanha deixa 64 mortos
-
Sem maioria clara, partidos árabes têm a chave para formação de governo em Israel
-
Cortes em programas de ajuda incentivam o voto de castigo contra Trump
-
Migrantes criam raízes no México após bloqueio de Trump ao 'sonho americano'
-
Tribunal iraniano condena cineasta Jafar Panahi a cinco anos de prisão
-
Zelensky teme que reunião entre EUA, Rússia e China vire plataforma de redistribuição da influência mundial
-
Pelo menos 31 mortos em colisão de trens na Espanha
-
Flávio Bolsonaro faz breve escala no Equador após fugir do Brasil
-
Pelo menos 10 mortos em colisão de trens na Espanha
-
Netanyahu lidera apuração em Israel, mas sem maioria
-
China afirma que leva a sério pedido de desculpas de Mbappé
-
Governo dos Estados Unidos propõe aliança de defesa 'ambiciosa' com o sudeste asiático
-
Síria reabre fronteira com a Jordânia
-
Flávio Bolsonaro viaja para o Equador, procedente da Argentina, após fugir do Brasil
-
Flávio Bolsonaro fugiu para os EUA, indica imprensa
-
Ativista palestino retorna à Universidade de Columbia após prisão
-
Com lesão no joelho, Kawhi Leonard vai desfalcar Toronto Raptors contra Clippers
-
Netanyahu promete formar novo governo 'forte' em Israel
-
Zverev e Alcaraz avançam no ATP 500 de Viena
-
Boca de urna aponta empate entre Eisenkot e Netanyahu em Israel
-
Flávio Bolsonaro chegou aos EUA (imprensa)
-
"Que ninguém se intrometa" na "estabilidade" da Venezuela, adverte Delcy
-
GA-ASI e Saab realizam testes de voo avançados de alerta aéreo antecipado com o MQ-9B não tripulado
-
Messi busca recuperação do Inter Miami na MLS; Griezmann e Lewandowski duelam
-
Argentina fecha acordo com FMI para repasse de US$ 900 milhões
-
Fuga de Flávio Bolsonaro coloca à prova relação Brasil-EUA
-
Bruno Guimarães perde pênalti e Arsenal cai na Copa da Liga contra Fleetwood Town
-
Gol de Sabitzer no fim classifica Dortmund contra Werder Bremen na Copa da Alemanha
-
Oposição tem leve vantagem sobre Netanyahu, apontam primeiras projeções
-
Charles III inicia viagem pelo Caribe marcada por pedidos de reparações pela escravidão
-
Flávio Bolsonaro fugiu para os EUA após perder eleições, diz imprensa
-
Xhaka e Embolo são liberados para voltar à seleção suíça após caso de certificados falsos de covid
-
'Algum dia chegará meu momento', diz Lamine Yamal sobre Bola de Ouro
-
Lazio atropela Sassuolo com 1º gol de bisneto de Mussolini na Serie A
-
'O corpo é o único adversário que não consigo vencer', diz Sinner
-
Lesionados, Auger-Aliassime e Bublik não vão disputar Masters 1000 de Paris
-
Técnico do Napoli é suspenso por 2 jogos após expulsão contra Roma
-
LaLiga denuncia comportamentos violentos de torcedores no 'El Clásico'
-
Candidata à chefia da ONU enfrenta críticas por guerra no Sudão
-
Polônia terá centro de manutenção de mísseis Patriot
-
Alcaraz vence Khachanov e vai à 2ª rodada do ATP 500 de Viena
-
Netanyahu denuncia tentativas de roubo na primeira eleição desde os ataques de Hamas
-
Trump e Lula voltam à estaca zero, mas em posição de ataque
-
Flávio Bolsonaro tem passaportes cancelados em meio a dúvidas sobre seu paradeiro
Economia mundial na expectativa diante de nova série de tarifas de Trump
A enxurrada de novas tarifas previstas para produtos que entram nos Estados Unidos deixou os parceiros comerciais da maior economia do mundo nervosos e os mercados de ações no vermelho no início desta semana.
Depois do aço e do alumínio e antes dos automóveis, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se prepara para anunciar, na quarta-feira (2), tarifas alfandegárias "recíprocas" que mudarão as regras do jogo do comércio mundial.
Em 2 de abril, que ele chama de "Dia da Libertação", Trump pretende adotar novas barreiras de importação, que dependerão das tarifas que os países envolvidos impõem aos produtos americanos, mas também de outros fatores.
"Começaria com todos os países, então vamos ver o que acontece", disse Trump no domingo aos jornalistas. Ao ser questionado quais seriam afetados, ele disse que não sabia se serão "15 países, 10 ou 15" e garantiu que "não há um limite".
Antes das declarações, muitos analistas esperavam que a nova série de tarifas de 15% fosse direcionada aos países que têm mais desequilíbrios comerciais com os Estados Unidos, um grupo que o secretário do Tesouro, Scott Bessent, chamou de "os 15 sujos".
Trump está convencido de que o mundo inteiro, em particular os aliados dos Estados Unidos, "se aproveita" de seu país.
"Eles nos roubaram como nenhum país jamais foi roubado na história e seremos muito mais gentis do que eles foram conosco", afirmou.
Os mercados financeiros sentiram o golpe.
As bolsas asiáticas fecharam em forte queda (-4,04% em Tóquio, -3% em Seul). Em Wall Street, o índice de referência S&P 500 alcançou brevemente seu nível mais baixo desde setembro antes de fechar a sessão no azul.
A Casa Branca não parece preocupada.
Donald Trump "faz o que é melhor para a Main Street, e Wall Street se sairá bem", declarou sua porta-voz, Karoline Leavitt. Com esse jogo de palavras, ela contrapõe os interesses das bolsas de valores aos da 'Main Street', ou seja, da maioria dos americanos.
"Qualquer país que tenha agido de forma injusta com os americanos deve esperar receber uma tarifa em resposta na quarta-feira", acrescentou.
Ainda não se sabe como os países afetados reagirão.
A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, considerou nesta segunda-feira que a Europa se encontra diante de "um momento existencial".
"Ele chama de 'Dia da Libertação' nos Estados Unidos, mas eu vejo como um momento em que devemos decidir juntos como controlar da melhor maneira o nosso destino e acredito que é um passo para a independência", declarou à rádio France Inter.
A partir de 3 de abril às 4h01 GMT (1h01 de Brasília), os Estados Unidos devem adotar tarifas de 25% para os veículos e componentes fabricados fora do país.
A decisão afeta em particular os vizinhos Canadá e México, parceiros dos Estados Unidos no Tratado de Livre Comércio da América do Norte (T-MEC), e onde as montadoras americanas têm fábricas.
- Tarifas para todos -
O presidente republicano está obcecado com o fato de os Estados Unidos importarem mais do que exportam. Para ele, isso é a prova de que outros países abusam do acesso ao mercado americano.
Além das tarifas alfandegárias, como no caso da China ou da Índia, ele também se preocupa com barreiras regulatórias, especialmente o imposto sobre valor agregado que os países europeus aplicam a muitos produtos.
Inicialmente, Trump não previa "isenção nem exceção", mas parece ter suavizado sua posição. Na quarta-feira, ele afirmou que as tarifas "recíprocas" poderiam ser "mais brandas", embora afetem "todos os países".
O Laboratório Orçamentário da Universidade de Yale estima um aumento de 5% para o Canadá, 16% para o México, 17% para a Índia, cerca de 19% para França e Alemanha e 13% para a China, um país já altamente penalizado.
Para Trump, o objetivo é financiar pelo menos parcialmente os cortes de impostos que ele quer aplicar aos americanos.
Em sua visão, o aumento dos preços causado pelas tarifas alfandegárias será compensado por um maior poder de compra, graças a uma menor carga tributária e à redução de alguns preços por meio de uma política favorável aos combustíveis fósseis.
"No curto prazo, parece que Trump não se importa se suas tarifas elevam os custos de produção para as empresas ou os preços para os consumidores", comentou nesta segunda-feira, em um blog, o prêmio Nobel de Economia Paul Krugman.
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, não vê sinais de recessão.
"Não prevemos consequências drásticas [para a economia mundial]. Será mais uma pequena correção para baixo. (...) Não vemos uma recessão no horizonte. Não vemos estagflação no horizonte", declarou em um evento organizado pela agência Reuters.
U.Maertens--VB