-
Elite governante da China inicia reunião crucial sobre a liderança do país
-
Coalizão saudita anuncia ataque contra instalação de mísseis houthis
-
Trump afirma que acordo comercial com o Canadá acontecerá em breve
-
'Bora Lula!': milhares de pessoas celebram nas ruas de São Paulo
-
Lula conquista quarto mandato inédito e Flávio não reconhece resultado
-
Lula conquista quarto mandato e Flávio diz que vai pedir anulação do segundo turno
-
Líderes de esquerda das Américas comemoram reeleição de Lula
-
Os desafios do quarto mandato de Lula
-
Lula, o ícone da esquerda que desafiou o tempo e a extrema direita
-
Lula vence Flávio Bolsonaro contra todos os prognósticos e governará o Brasil pela 4ª vez
-
Líder opositora retorna para Venezuela após quase um ano no exílio
-
Segundo turno de tirar o fôlego: Lula e Bolsonaro disputam voto a voto na metade da apuração
-
Mbappé decide e dá vitória ao Real Madrid no clássico contra o Barcelona
-
Brasil em suspense diante da apuração dos votos do 2º turno entre Lula e Bolsonaro
-
Mais de 2,6 mil palestinos são 'deslocados à força' por operação israelense na Cisjordânia (Autoridade Palestina)
-
Antonelli vence GP dos EUA e fica muito perto do título da F1
-
Partido governante reconhece derrota em eleições legislativas na Sérvia
-
Zanin, do STF, prorroga votação do 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro
-
Líder opositora María Corina Machado retorna à Venezuela após exílio
-
Rennes vence Strasbourg e assume liderança do Campeonato Francês
-
Brasil escolhe entre Bolsonaro e Lula, que denuncia obstáculos para votar
-
Rubio diz que retorno de Machado à Venezuela é resultado de diálogos respaldados pelos EUA
-
Bayern vence Freiburg e vai para clássico com Dortmund na liderança do Alemão
-
Manchester United perde para Bournemouth e emenda 8 jogos sem vitória
-
Acuado por protestos, premiê albanês ameaça multar manifestantes
-
Líder opositora María Corina Machado retorna à Venezuela
-
Marine Le Pen promete restaurar ordem ao lançar campanha presidencial na França
-
Mobilizados, apoiadores de Lula cruzam os dedos no Rio de Janeiro, reduto do bolsonarismo
-
Líder opositora María Corina Machado anuncia retorno à Venezuela
-
Inter de Milão vira sobre Fiorentina e volta à liderança do Italiano
-
Arábia Saudita retoma voos no aeroporto da capital apesar de ataques houthis no Iêmen
-
Musetti vence Fritz na final e é campeão do ATP 250 de Lyon
-
Filipinas investiga laptop com abuso infantil encontrado em antiga residência do pai de Meghan Markle
-
Lucas Pinheiro Braathen vence 1ª etapa da Copa do Mundo de Esqui Alpino
-
França registra 1.314 detidos e 53 policiais feridos em novos protestos no sábado
-
Portugal desmonta mais acampamentos em defesa do direito à moradia
-
Brasileiros votam para definir o presidente entre Lula e Bolsonaro
-
Líder da extrema direita francesa faz primeiro grande comício antes da eleição presidencial
-
Lula 4 ou o retorno dos Bolsonaros? Brasil vota em 2º turno presidencial acirrado
-
Explosões abalam a capital saudita antes da reabertura do aeroporto
-
Irã afirma que retomada da guerra não mudará sua política
Líderes europeus se reúnem em Paris para responder a EUA sobre Ucrânia
Uma dezena de líderes da União Europeia e da Otan se reuniram, nesta segunda-feira (17), em Paris para mostrar uma frente unida diante da mudança de política dos Estados Unidos sobre a guerra na Ucrânia, mas um eventual destacamento de tropas de paz provocou divergências.
Europa e Estados Unidos devem "agir sempre juntos" pela segurança coletiva, declarou o chefe de governo alemão Olaf Scholz ao sair do Palácio do Eliseu, sede da Presidência francesa, depois de três horas de reunião.
O encontro, convocado pelo presidente francês, Emmanuel Macron, aconteceu em um momento delicado para as relações transatlânticas.
A segurança da Europa está em um "ponto de virada", garantiu Ursula von der Leyen, chefe do órgão executivo da União Europeia (UE), antes do início do encontro na capital francesa.
"Isto é sobre a Ucrânia, mas também é sobre nós. Precisamos de uma mentalidade de urgência. Precisamos de um aumento [de gastos] com a defesa. E precisamos disso agora mesmo", escreveu ela na rede social X.
Tanto Kiev quanto os países europeus temem ser excluídos das negociações para encerrar o conflito na Ucrânia, que a Rússia invadiu em fevereiro de 2022.
A desconfiança começou após a conversa por telefone, na quarta-feira, entre o presidente americano Donald Trump e seu colega russo Vladimir Putin para discutir o início das negociações.
O contato entre os dois líderes foi um dos principais tópicos da Conferência de Segurança realizada no fim de semana em Munique.
No encontro, o vice-presidente americano J.D. Vance também fez um discurso hostil em relação aos aliados europeus.
Trump disse no domingo que poderia se encontrar com Putin "muito em breve" e o Kremlin anunciou hoje que uma reunião entre autoridades russas e americanas está marcada para terça em Riade, na Arábia Saudita.
A reunião, confirmada pelos Estados Unidos, tentará "restaurar" as relações entre Moscou e Washington e abordar "possíveis negociações sobre a Ucrânia", segundo a Presidência russa.
O Departamento de Estado americano insistiu, no entanto, em que Washington não considera a reunião como o início de "negociações" sobre a Ucrânia.
Ao encontro desta segunda em Paris compareceram os líderes de Alemanha, Reino Unido, Itália, Polônia, Espanha, Países Baixos e Dinamarca.
O presidente do Conselho Europeu, a presidente da Comissão Europeia e o secretário-geral da Otan também estiveram presentes.
- Debate 'prematuro' -
"Acreditamos que, como resultado da aceleração da questão ucraniana e do que os líderes americanos estão dizendo, nós, europeus, precisamos fazer mais, melhor e de forma mais coerente pela nossa segurança coletiva", enfatizou um dos assessores de Macron no domingo.
"Não vamos poder ajudar a Ucrânia de forma eficaz se não tomarmos medidas imediatas e concretas sobre nossas próprias capacidades de defesa", declarou nesta segunda-feira em Paris o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk.
Na saída da reunião, Olaf Scholz também pediu maior "financiamento" para as capacidades de defesa, um ponto no qual todos estiveram de acordo de forma geral.
Contudo, os participantes divergiram em outro debate, o do possível envio de militares à Ucrânia para monitorar o respeito a uma eventual trégua futura.
O primeiro-ministro britânico, o trabalhista Keir Starmer, que visitará Donald Trump em Washington na próxima semana e busca um papel de mediador entre os Estados Unidos e os europeus, se disse disposto no domingo a enviar tropas à Ucrânia "se for necessário" para "contribuir com as garantias de segurança".
A Suécia também afirmou nesta segunda-feira que "não descarta" enviar militares à ex-república soviética se houver "paz justa e duradoura".
No entanto, Scholz considerou que o debate era "altamente inapropriado" e "prematuro". Donald Tusk, cujo país representa um apoio importante para a Ucrânia, também indicou que a Polônia não prevê enviar soldados.
O ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, também disse que ainda é "muito cedo" para falar sobre o envio de tropas para a Ucrânia.
Ontem, em Munique, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, pressionou seus aliados europeus a reforçarem sua unidade e os instou a criar um Exército europeu.
Diante do anúncio do encontro entre Rússia e Estados Unidos em Riade, Zelensky insistiu hoje em que o seu país "não reconhecerá" nenhum acordo concluído sem ele sobre seu futuro e criticou o fato de que Kiev não foi informada sobre as conversas. O chefe de Estado ucraniano viaja para a Arábia Saudita na quarta-feira.
T.Suter--VB