-
Lula sanciona lei de incentivo ao futebol feminino a um ano da Copa do Mundo no Brasil
-
Emissário russo se reuniu com funcionários dos EUA para tratar da Ucrânia
-
Burnham vai propor 'diferentes opções' para as relações entre Reino Unido e UE
-
Com coleção folk e floral, Anderson reafirma seu estilo na Dior
-
ONU prorroga por seis meses missão da força antigangues no Haiti
-
UE espera preços da energia 'muito elevados' neste inverno
-
Às vésperas das eleições, Lula se inspira em Bad Bunny para criticar Trump
-
Aston Martin confirma Alonso e Stroll como pilotos para temporada 2027
-
Diretor da Torre Eiffel deixará cargo por afastar funcionárias durante visita
-
Desemprego no Brasil se mantém em mínimo histórico às vésperas da eleição
-
Aluno mata professora em ataque com faca na Eslováquia
-
Ancelotti testa jogadores e Brasil vence a Austrália por 4-2 em amistoso
-
Homem que passou décadas no corredor da morte nos EUA é libertado
-
Sob pressão de protestos, Espanha anuncia medidas para combater a crise habitacional
-
Deserções em queda livre na Coreia do Norte
-
Irã ameaça com mais ataques e aguarda resposta dos Estados Unidos sobre Ormuz
-
Mistério no Reino Unido após libertação de suspeitos de planejar atacar base militar
-
Executivos da IA se reúnem com Trump na Casa Branca
-
Cortes ameaçam suspender ajuda a mais de 8 milhões de refugiados, alerta ONU
-
Fifa acusa Uefa de campanha de desinformação sobre projeto frustrado de capital privado
-
Coreia do Sul denuncia 'violação do armistício' em zona desmilitarizada com o Norte
-
Senado americano aprova reforma histórica do esporte universitário
-
Furacão Polo atinge o México
-
Irã afirma que aguarda resposta dos Estados Unidos sobre plano para reabrir Ormuz
-
França vence Bélgica (1-0) na Liga das Nações com golaço de Olise
-
Infantino abre portas para fundos adicionais aos 211 membros da Fifa
-
Papa pede que se leve "a sério" as preocupações sobre a IA
-
Itália reage e goleia Turquia na 1ª vitória desde o retorno de Mancini
-
Canal do Panamá flexibiliza restrições após aumento das chuvas
-
Manifestantes acampados em Madri prometem manter pressão sobre Sánchez pela crise da moradia
-
Luis de la Fuente planeja "refrescar" Espanha com mudanças contra Croácia
-
Irã nega retomada das negociações com os Estados Unidos
-
Libertados sob fiança cinco detidos por planejarem ataque contra base militar britânica
-
'Angels Families': a outra face do drama migratório nos EUA
-
Opositora venezuelana entrega carta a papa em defesa dos 'presos políticos'
-
Djokovic e Sabalenka farão parde de órgão de diálogo entre tenistas e torneios de Grand Slam
-
Com lesão no tornozelo, Gakpo vira desfalque para seleção holandesa
-
'Pseudojornalismo': sites partidários de notícias ganham espaço nas eleições legislativas dos EUA
-
Governo Trump conclui revogação de normas sobre eficiência de combustível
Opep mantém cortes de oferta para apoiar preços do petróleo
Um painel da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+) recomendou, nesta quarta-feira (4), que o cartel mantenha a estratégia de redução da produção, reforçada pelos cortes sauditas e russos, com o objetivo de apoiar os preços.
Em comunicado divulgado após uma reunião por videoconferência, a Opep+ informou que seu Comitê de Monitoramento Ministerial Conjunto (JMMC) “reafirmou o compromisso dos membros" de manter sua estratégia de produção até o fim de 2024". O painel acrescentou que está pronto "para tomar medidas adicionais a qualquer momento”, em função das condições do mercado.
O JMMC elogiou "os esforços da Arábia Saudita” para reduzir voluntariamente sua produção em 1 milhão de barris por dia desde julho. O Ministério da Energia saudita confirmou que o corte voluntário continuará até ao fim de 2023 e acrescentou que a produção do reino deve chegar a cerca de 9 milhões de barris diários em novembro e dezembro.
A Rússia irá manter seu corte das exportações em cerca de 300 mil barris diários até dezembro, informou o vice-primeiro-ministro, Alexander Novak, pelo canal do governo no Telegram. Riade e Moscou ressaltaram que vão revisar seus cortes no próximo mês, para decidir se irão aprofundá-los ou aumentar a produção.
O JMMC voltará a se reunir em 26 de novembro, antes do encontro ministerial, segundo comunicado do grupo. O comitê não tem poder de decisão, mas discute as condições do mercado e faz recomendações, que são discutidas formalmente nas reuniões ministeriais da organização.
Os preços do petróleo se recuperaram nos últimos meses, à medida que os principais produtores - Arábia Saudita e Rússia - retiraram milhões de barris do mercado. No entanto, as cotações do petróleo bruto caíram nos últimos dias, em um cenário de preocupação dos mercados com a desaceleração econômica e de taxas de juros elevadas nos Estados Unidos e na Europa.
burs-emb/anb-kym/lth/lb/mvv
N.Schaad--VB