Volkswacht Bodensee - Ladrões roubam quatro obras do Museu Renoir na França

Ladrões roubam quatro obras do Museu Renoir na França
Ladrões roubam quatro obras do Museu Renoir na França / foto: © AFP

Ladrões roubam quatro obras do Museu Renoir na França

Dois ladrões roubaram, na madrugada de terça-feira, (8) "quatro obras de arte" do museu dedicado ao pintor impressionista Auguste Renoir em Cagnes-sur-Mer, mas abandonaram dois quadros durante a fuga, anunciou o prefeito da cidade do sul da França.

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"As sirenes do museu e da polícia fizeram com que os ladrões se apressassem e só roubassem quatro obras do Museu Renoir, das 12 que o museu abriga", explicou o prefeito Bryan Masson à imprensa.

Das quatro obras, dois quadros foram "abandonados nos jardins" do museu municipal, acrescentou. Em um comunicado anterior, no qual mencionava um quadro abandonado, ele afirmou que o valor das obras roubadas alcança 9 milhões de euros (53 milhões de reais).

Para o prefeito do partido de extrema direita Reagrupamento Nacional (RN), os ladrões, "equipados com uma serra metálica", estavam "bem informados". O roubo ocorreu pouco antes das 6h00 e durou menos de cinco minutos.

Criado em 1960, o museu, perto de Nice, fica na última casa em que Pierre-Auguste Renoir (1841-1919) morou. Além do mobiliário original, expõe objetos e móveis que pertenceram ao pintor francês, incluindo seu cavalete e sua cadeira de rodas, assim como retratos, paisagens e nus criados pelo artista.

O roubo aconteceu quase um ano após o assalto ao Louvre, o museu mais visitado do mundo, em pleno centro de Paris, durante o qual foram subtraídas oito joias da Coroa da França, que continuam desaparecidas.

No início de julho, ao norte de Estrasburgo (leste), ladrões roubaram várias peças de joalheria do Museu Lalique, avaliadas em mais de 4,5 milhões de euros (26 milhões de reais).

No fim do mesmo mês, ladrões roubaram em plena luz do dia um colar de ouro pertencente ao Tesouro de Vix, que data da época celta, em outro museu na região da Borgonha (nordeste).

Em um plano de 33 medidas apresentado em julho, o Ministério da Cultura francês recomendou a retirada temporária de algumas peças das vitrines.

"Trata-se de deixar a salvo (...) os objetos mais vulneráveis à espera da garantia de segurança de sua exposição", explicou em um comunicado.

K.Sutter--VB