-
Cuba denuncia impacto financeiro 'recorde' do embargo dos EUA
-
Swiatek perde para Zheng e cai nas oitavas do US Open
-
Fiorentina anuncia retorno de Paolo Vanoli após demissão de Fabio Grosso
-
Torre Eiffel fecha por protesto após 'invisibilizar' trabalhadoras durante uma visita
-
Todos contra o PSG, que busca tri histórico na Champions.
-
Enviado dos EUA vê 'disposição' para conversas trilaterais com Rússia e Ucrânia
-
Dezenas de robôs 'protestam' contra uso descontrolado da IA na Polônia
-
Noosha Aubel a krize v Postupimi: Jak dlouho je ještě možné tolerovat toto selhání vedení?
-
Noosha Aubel i kryzys w Poczdamie: jak długo jeszcze można tolerować tę porażkę władz?
-
Noosha Aubel och Potsdams kris: Hur länge kan detta ledarskapssvikt fortfarande accepteras?
-
ヌーシャ・オーベルとポツダムの危機:この指導力の欠如は、いつまで容認され続けるのか?
-
Η Noosha Aubel και η κρίση του Πότσνταμ: Για πόσο ακόμα είναι ανεκτή αυτή η διαχειριστική αποτυχία;
-
Нуша Аубель і криза в Потсдамі: як довго ще можна миритися з цією неспроможністю керівництва?
-
Noosha Aubel e a crise de Potsdam: até quando é que esta falha de liderança ainda é aceitável?
-
नूशा ऑबेल और पॉट्सडैम का संकट: नेतृत्व की इस विफलता को और कितना सहन किया जा सकता है?
-
누샤 아우벨과 포츠담의 위기: 이러한 리더십 부재는 얼마나 더 용인될 수 있는가?
-
努莎·奧貝爾與波茨坦的危機:這種領導失職還能容忍多久?
-
نوشا أوبيل وأزمة بوتسدام: إلى متى سيظل هذا الفشل القيادي مقبولاً؟
-
"Pode ser um bom ano para ganhar a Bola de Ouro", diz Mbappé
-
Vinte e cinco anos depois, EUA busca manter viva a memória do 11 de Setembro
-
Ataques israelenses matam 12 pessoas no sul do Líbano
-
Canal do Panamá não descarta novas restrições provocadas pelo El Niño
-
Indústria audiovisual busca se organizar diante da IA e da crise nos cinemas
-
Especialista da ONU teme destruição de provas com retirada de escombros em Gaza
-
'Woman Unknown' destaca em Veneza a 'invisibilidade' das mulheres
-
Indonésia fecha aeroportos após erupção vulcânica e milhares de passageiros ficam retidos
-
Extrema direita inicia negociações para governar região da Alemanha
-
França registra menor produção de vinho desde 1957 por seca e ondas de calor
-
Alemanha pede arquivamento de caso de genocidio apresentado pela Nicarágua na CIJ
-
Kremlin não descarta retomada das negociações entre Moscou, Kiev e Washington
-
IA avançada pode representar um 'risco existencial para a humanidade', alerta ONU
-
Sérvios homenageiam o criminoso de guerra Ratko Mladic em Belgrado
-
Nepal tem dia de luto 13 dias após avalanche devastadora
-
Ataques israelenses matam 11 pessoas no sul do Líbano
-
Vitória da extrema direita em eleições regionais pressiona chanceler alemão
-
Enviados dos EUA apresentaram propostas 'mais eficazes', diz funcionário ucraniano
-
Avião de carga sai da pista, atinge veículos e deixa cinco mortos em Miami
-
Com hat-trick de Sinayoko, Paris FC derruba Olympique de Marselha no Vélodrome
-
Raúl Castro aparece na TV cubana
-
Juventus arranca empate com Milan nos acréscimos
-
Alcaraz bate Tommy Paul vai às quartas do US Open
-
Irã ameaça intensificar resposta a ataques dos EUA
-
Avião de carga sai da pista, atinge veículos e pega fogo em Miami
-
Avião de carga sai da pista e atinge veículos em Miami
-
Extrema direita amplia vantagem em eleição regional na Alemanha
-
Zelensky prevê inverno com guerra após reunião com enviados dos EUA
-
Augsburg goleia Eintracht Frankfurt e assume liderança do Campeonato Alemão
-
Gael García Bernal leva a Veneza uma crítica à manipulação dos poderosos
-
Netanyahu ordenou evacuação de assentamentos considerados ilegais na Cisjordânia, diz ministro
-
Arsenal vence Chelsea em clássico londrino; United cede empate no fim
Duas latinas concorrem em seção paralela no Festival de Veneza
A mexicana Nathalia Acevedo e a argentina María Aparicio são duas das cineastas latino-americanas presentes no Festival de Veneza, em uma edição com poucas diretoras na disputa pelo Leão de Ouro.
Ambas concorrem na seção paralela Giornate degli Autori, que coloca o foco nos novos talentos. Dos 11 filmes exibidos nesta categoria, quatro são dirigidos por mulheres, cinco por homens e dois têm codireção mista.
Esta quase paridade está muito distante da situação na competição principal, que concentra todos os holofotes durante o festival.
Dos 21 filmes em disputa, apenas dois são feitos por mulheres: o drama histórico "Woman unknown", da dinamarquesa May el-Toukhy, e o documentário "NAZA", codirigido pelo jornalista Yuval Abraham e pela cineasta Rachel Szor.
Em outros grandes festivais, também é nas programações paralelas e alternativas que as vozes femininas se destacam. Na última edição do Festival de Cannes, a costarriquenha Valentina Maurel e a chilena Manuela Martelli brilharam na seção 'Um Certo Olhar'.
Em Veneza, Nathalia Acevedo, que estreia na direção com "Salón de belleza", acredita que há uma "coragem" que impulsiona novas diretoras.
"Há uma força, uma vontade de dizer coisas, uma vontade de não ficar mais silenciadas", afirma a mexicana de 41 anos.
Para a argentina María Aparicio, que apresenta "A veces me entra tristeza, otras veces rebelión", é muito importante valorizar o caminho aberto por outras diretoras.
"As cineastas latino-americanas (...) estão trilhando um caminho. Isso sempre vai abrir outras possibilidades", diz.
Mas ela admite que eventos tão importantes como o de Veneza dependem de questões que vão muito além dos próprios filmes.
"Estes festivais são atravessados por tudo o que envolve o cinema e que muitas vezes tem mais peso do que o próprio cinema", adverte.
- "Hostilidade" -
A produção de Acevedo é inspirada no conhecido romance homônimo do escritor mexicano Mario Bellatin.
A trama apresenta um salão de beleza, outrora um centro de alegria e de certa felicidade, agora transformado em um local onde doentes terminais de um vírus misterioso passam seus últimos dias, cuidados por quem foi o dono do estabelecimento inicial.
Com um filme muito sensorial, a cineasta mostra o repúdio da sociedade àquilo que na obra original eram pessoas com aids e que agora pode ser entendido como a rejeição à covid durante a pandemia.
"O filme fala dessa hostilidade que existe na sociedade e que ataca sempre as pessoas que não estão de fato protegidas", explica Acevedo.
Aparicio, por sua vez, relata o encontro entre um historiador e uma atriz, ambos argentinos, em Madri. Entre passeios pela capital espanhola, eles conversam sobre o mundo do trabalho e as duras condições de alguns trabalhadores, seja há um século ou atualmente.
"O trabalho é uma dimensão em que se jogam muitas das complexidades do mundo. É também uma área da vida em que se cristalizam muitas desigualdades", analisa a argentina de 33 anos.
N.Schaad--VB