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Começa em Hollywood a 97ª edição do Oscar, que promete disputa acirrada
Com uma homenagem emocionante ao cinema e à cidade de Los Angeles, e um número musical de Ariana Grande e Cynthia Erivo, teve início neste domingo a 97ª edição do Oscar, que promete uma disputa final acirrada entre "Anora" e "Conclave" pelo prêmio de melhor filme.
Usando um vestido vermelho brilhante, Ariana cantou "Somewhere Over the Rainbow" e recebeu no palco outra estrela de "Wicked", Cynthia Erivo, para interpretar outras composições.
"Bem-vindos aos Prêmios da Academia", proclamou o anfitrião Conan O'Brien, que apareceu no palco após um vídeo que o mostrou saindo das costas da atriz Demi Moore, uma referência a "Substância", indicado ao prêmio de melhor filme.
"Haverá uma tensão real", previu Jacqueline Coley, editora de prêmios do site Rotten Tomatoes. "Eu diria que se 'Conclave' não ganhar, definitivamente será 'Anora'".
Dirigido por Sean Baker, "Anora" é o filme mais premiado até agora. Conta a história de uma dançarina e trabalhadora do sexo que se casa com o filho de um oligarca russo, para descobrir logo depois que seu casamento de sonho é na realidade um pesadelo.
Essa produção independente e de baixo orçamento ganhou a Palma de Ouro do Festival de Cannes, e recebeu prêmios da crítica e dos sindicatos de diretores, produtores e roteiristas de Hollywood. "Mas provoca divisões pela questão do trabalho sexual", disse Coley.
"Conclave", por sua vez, que gira em torno do hermético processo de eleição do novo líder da Igreja Católica e chega justo quando o papa Francisco enfrenta problemas de saúde, parece ter ganhado muitos votos tardios.
Lançado por Focus Features - dos estúdios NBCUniversal - e repleto de astros liderados por Ralph Fiennes, venceu o prêmio de melhor filme do BAFTA britânico e de melhor elenco na cerimônia do Sindicato de Atores de Hollywood. "É um suspense 'old-school' com um elenco de estrelas", disse Coley.
Um eleitor disse à AFP, sob anonimato, que votou nessa produção por ser "mais tradicional e clássica para a categoria de 'melhor filme'".
"Não acho que ninguém possa realmente dar a última palavra" sobre o que vai acontecer, disse o especialista em prêmios do Hollywood Reporter, Scott Feinberg.
"Os dois lados estão mais nervosos do que confiantes [...] isso deveria ser um sinal de que esta é realmente uma disputa acirrada", disse ele à AFP.
- Primeiro Oscar -
O Brasil, que nunca ganhou um Oscar, cruza os dedos para que "Ainda Estou Aqui", sobre o desaparecimento do ex-deputado Rubens Paiva e a resistência de sua viúva Eunice durante a ditadura militar (1964-1985), lhe conceda sua primeira estatueta.
Indicado para melhor filme e melhor filme internacional, o longa dirigido por Walter Salles ("Diários de Motocicleta", "Central do Brasil") também colocou sua protagonista, Fernanda Torres, na disputa pelo prêmio de melhor atriz, que surpreendeu nesta temporada ao ganhar o Globo de Ouro.
"É um prazer retornar", disse à AFP no tapete vermelho Salles, indicado em 1999 por Central do Brasil, protagonizado por Fernanda Montenegro. "É um prazer renovado, mas também é um prazer falar sobre memória em um momento em que as memórias estão sendo apagadas."
A produção brasileira compete com "Emilia Pérez", um musical do francês Jacques Audiard que trata do universo do narcotráfico e foi filmado quase totalmente em espanhol.
Embora o filme da Netflix tenha sido o que mais recebeu indicações, com 13 no total, entre elas a de melhor filme, viu-se ofuscado por comentários racistas publicados anos atrás nas redes sociais por sua protagonista, a atriz transgênero espanhola Karla Sofía Gascón, e por críticas oficiais do México pela forma na qual o país é retratado na obra.
- Recorde -
Adrien Brody, que interpreta um talentoso arquiteto e sobrevivente do Holocausto em "O Brutalista", é favorito a levar o Oscar de melhor ator há meses. Mas Timothée Chalamet, que recebeu muitos elogios ao encarnar Bob Dylan em "Um Completo Desconhecido", pode colocar água no seu chope.
Aos 29 anos, ele pode atrapalhar o recorde de Brody, que em 2003 se tornou o ator mais jovem a vencer a categoria com sua atuação em "O Pianista". Brody é "a opção mais segura" este ano, disse Feinberg.
- 'Retorno triunfal' -
Pode haver uma vencedora ainda mais jovem entre as atrizes se a onda de apoio a "Anora" alcançar também sua protagonista, Mikey Madison, de 25 anos.
Mas isso significaria vencer Demi Moore, megaestrela dos anos 1990 que está vivendo um renascimento profissional graças ao filme de terror "A Substância", e Fernanda Torres, que tem ganhado destaque na reta final.
"Hollywood adora as histórias de retorno triunfal", destacou o eleitor anônimo que falou com a AFP.
Já Karla Sofía Gascón não tem sido apontada como favorita pelo escândalo de seus antigos tuítes, mas sua companheira de elenco Zoe Saldaña é favorita para levar a estatueta de melhor atriz coadjuvante.
Kieran Culkin, por sua vez, é forte candidato a ficar com o Oscar de melhor ator coadjuvante por seu papel em "A Verdadeira Dor", que interpreta um primo carismático, mas atormentado, que viaja à Polônia em busca de suas raízes familiares.
- Estrelas de 'Wicked' -
São esperados momentos de grande emoção na cerimônia, apresentada pela primeira vez pelo comediante Conan O'Brien. Haverá uma homenagem aos bombeiros que combateram os incêndios que devastaram Los Angeles em janeiro e deixaram pelo menos 29 mortos.
As estrelas de "Wicked", Ariana Grande e Cynthia Erivo, farão uma apresentação musical que promete ser memorável.
A.Ruegg--VB