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Justin Baldoni processa Blake Lively e Ryan Reynolds em US$ 400 milhões por difamação e extorsão
O coprotagonista e diretor do filme "É Assim Que Acaba", Justin Baldoni, processou nesta quinta-feira (16) sua colega de elenco Blake Lively e o marido dela, Ryan Reynolds, por difamação e extorsão.
Baldoni pede 400 milhões de dólares (R$ 2,41 bilhões) em danos após a atriz tê-lo acusado em dezembro de assédio sexual e difamação.
O ator, de 40 anos, apresentou uma queixa em um tribunal de Nova York contra Blake Lively, Ryan Reynolds, sua representante, Leslie Sloane, e a empresa de relações públicas, alegando que a atriz, de 37 anos, tomou medidas para assumir o controle do filme.
Em um comunicado, o advogado de Baldoni, Bryan Freeman, acusa Blake e sua equipe de "tentar enganar e destruir Justin Baldoni (...) por meio da divulgação de informações grosseiramente editadas, sem fundamento e manipuladas".
No final de dezembro, a atriz entrou com uma ação contra Baldoni e o produtor do filme, Jamey Heath, por assédio sexual e difamação.
Em sua ação movida na Califórnia, Lively alega que ambos se comportaram de forma inaceitável durante as filmagens do filme.
A atriz denunciou que Baldoni falou de maneira inadequada sobre sua vida sexual e tentou modificar o filme para incluir cenas de sexo que não estavam no roteiro e que não haviam sido acordadas.
Lively também acusou Heath de vê-la parcialmente nua durante uma sessão de maquiagem, apesar de ela ter pedido que ele saísse.
Segundo a atriz, houve uma campanha publicitária para destruir sua reputação e desviar a atenção sobre os comentários que fez sobre o suposto comportamento dos dois homens, que contrataram uma equipe de publicidade para aumentar ou publicar histórias negativas sobre ela nas redes sociais.
O advogado de Baldoni rejeita as alegações e acusa a "senhora Lively e sua equipe de tentar destruir reputações e meios de vida por motivos cruelmente egoístas, manipulando os meios de comunicação antes mesmo de tomar ações legais".
Baldoni também havia processado o The New York Times em 31 de dezembro por um artigo, no qual, segundo ele, o jornal nova-iorquino tirou de contexto afirmações sobre a denúncia de Lively para "induzir ao erro".
No artigo, a atriz disse que "espero que minha ação legal ajude a desvendar essas táticas sinistras de retaliação para prejudicar pessoas que denunciam comportamentos inadequados e ajude a proteger outras que possam ser alvo delas".
R.Flueckiger--VB