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Papa segue passos de Santo Agostinho no 2º dia de sua visita à Argélia
O papa Leão XIV seguiu, nesta terça-feira (14), os passos do influente teólogo cristão Santo Agostinho, que considera seu pai espiritual, no segundo dia de sua visita à Argélia.
A visita de Leão ao país de maioria muçulmana foi ofuscada pelas duras críticas do presidente americano, Donald Trump, que chamou o papa de "fraco" e "terrível", em um ataque pessoal sem precedentes de um presidente americano contra um pontífice.
Ela também foi abalada por um duplo atentado suicida ocorrido na segunda-feira (13) na cidade de Blida, a cerca de 40 km de Argel, a capital, onde o papa se encontrava.
As autoridades ainda não fizeram nenhum comentário a respeito. No entanto, uma fonte indicou à AFP que dois homens-bomba se explodiram nessa localidade. Até o momento, não foi informado se o atentado deixou vítimas.
Nesta terça-feira, em Annaba, a antiga cidade romana de Hipona, Leão visitou os vestígios do passado histórico da cidade e um centro para idosos pobres administrado por freiras católicas.
Sob a chuva, o papa percorreu o sítio arqueológico romano e plantou uma oliveira, enquanto um coro entoava cantos em latim, amazigh e árabe, inspirados em textos de Santo Agostinho sobre a paz e a fraternidade.
A cidade foi o lar de Agostinho, cujas "Confissões" são uma obra fundamental da tradição cristã.
À tarde, Leão celebrou missa na Basílica de Santo Agostinho, na presença de clérigos de toda a África.
Em sua homilia pronunciada em francês, o papa instou os cristãos da Argélia a "dar testemunho do Evangelho, por meio de gestos simples, relações autênticas e um diálogo vivido no dia a dia".
Na basílica, a irmã Rose-Marie de Tauzia, que vive em Argel há 20 anos, disse à AFP sentir-se "imensamente" feliz com a visita do papa, que veio para "anunciar a paz" em um momento "em que tudo é difícil" e "o mundo está em tensão".
- Sociedades livres -
O pontífice se autodenominou "filho" do santo e é membro da ordem agostiniana.
Em seu primeiro discurso na Argélia, Leão prestou homenagem às vítimas da guerra de independência da França (1954-1962). Também exortou as autoridades argelinas a "não temerem" uma maior participação pública na vida política e defendeu uma "sociedade civil vibrante, dinâmica e livre".
Desde os protestos pró-democracia de 2019, que exigiam reformas profundas e maior transparência, grupos de direitos humanos têm denunciado a erosão das liberdades e o aumento do controle sobre os espaços públicos.
"As autoridades são chamadas não a dominar, mas a servir o povo e promover seu desenvolvimento", declarou o papa.
- Sem medo de Trump -
No entanto, os apelos do papa pela paz no Oriente Médio irritaram Trump, em meio à guerra desencadeada no final de fevereiro pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que respondeu com retaliação contra o território israelense e as monarquias petrolíferas do Golfo.
Antes da viagem papal, Trump acusou Leão XIV de "brincar com um país [Irã] que quer uma arma nuclear". "Não sou um grande fã" do pontífice, disse ele.
Apesar das críticas por seus comentários, Trump afirmou que "não há nada pelo que se desculpar" e que o papa "está errado".
"Não tenho medo, nem da administração Trump, nem de proclamar a mensagem do Evangelho em voz alta", declarou o chefe da Igreja Católica a bordo do avião papal.
"Acredito que a Igreja tem o dever moral de se manifestar claramente contra a guerra e a favor da paz e da reconciliação", afirmou.
Na noite de segunda-feira, o vice-presidente americano, JD Vance, convertido ao catolicismo, pediu ao Vaticano que se ativesse a "questões morais" e "deixasse o presidente dos Estados Unidos se concentrar em definir a política americana".
O papa partirá da Argélia na quarta-feira para continuar sua viagem por Camarões, Angola e Guiné Equatorial.
A.Ruegg--VB