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Papa inicia visita histórica à Argélia e rejeita 'debate' com Trump
O papa Leão XIV iniciou, nesta segunda-feira (13), uma visita à Argélia, a primeira viagem de um pontífice a este país de maioria muçulmana, e afirmou que não tinha a intenção de debater com Donald Trump, apesar das críticas do presidente americano.
Pouco antes de retornar a Roma, o papa, nascido nos Estados Unidos, se tornou alvo de duras críticas por parte de Trump, que atacou seus comentários pedindo o fim da violência na guerra do Irã.
"Não sou um político, não tenho a intenção de entrar em um debate com ele, a mensagem continua sendo a mesma: promover a paz", declarou o pontífice aos jornalistas a bordo do avião papal, destacando que não tem "medo" do governo dos Estados Unidos.
"Não sou um grande fã do papa Leão XIV", disse Trump, acusando o líder da Igreja Católica de "brincar com um país (Irã) que quer uma arma nuclear".
O presidente republicano qualificou o papa como "FRACO em matéria de crime e péssimo para a política externa", sugerindo que os cardeais só o elegeram como papa em maio de 2025 devido à sua nacionalidade americana e uma possível ligação a Washington.
Posteriormente, Trump publicou uma imagem gerada por inteligência artificial que aparentemente representa a si próprio como Jesus Cristo.
Leão XIV aterrissou na capital argelina, Argel, pouco antes das 09h00 GMT (06h00 em Brasília) e mais tarde fez um apelo ao "perdão" em um discurso em homenagem às vítimas da guerra de independência do país contra a França (1954-1962).
O comentário, o primeiro desde sua chegada ao país norte‑africano, ocorre em meio a uma tensão crescente entre Argélia e França, e após seu encontro, há alguns dias, com o presidente Emmanuel Macron no Vaticano.
"Neste lugar, lembremos que Deus deseja a paz para todas as nações (...) Essa paz, que nos permite enfrentar o futuro com um espírito de reconciliação, só é possível mediante o perdão", disse o pontífice diante do Monumento ao Mártir argelino, na capital.
- "Construir pontes" -
O arcebispo de Argel, o cardeal Jean-Paul Vesco, opinou que a visita do papa pretende "construir pontes entre os mundos cristão e muçulmano".
A visita também tem um profundo significado pessoal para Leão XIV, já que a Argélia foi a terra natal de Santo Agostinho (354-430), cujo legado espiritual permeia o atual pontificado.
Santo Agostinho, um dos principais teólogos cristãos, lançou as bases da ordem agostiniana do século XIII à qual Leão pertence, baseada na vida em comunidade e no serviço.
Em seu primeiro discurso como papa, Leão se apresentou como "filho" de Santo Agostinho, cujos escritos cita com frequência.
A visita à Argélia marca o início da primeira grande viagem internacional do papa de 70 anos, que também passará por Camarões, Angola e Guiné Equatorial, uma maratona de 18.000 quilômetros com uma agenda intensa de 13 a 23 de abril.
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, divulgou um comunicado na manhã desta segunda-feira desejando ao pontífice uma viagem frutífera.
"Que o ministério do Santo Padre favoreça a resolução dos conflitos e o retorno da paz, tanto no interior [dos países] como entre as nações", escreveu.
- Cidade enfeitada -
Não está prevista nenhuma cerimônia com a presença de uma multidão na capital e o famoso papamóvel permanecerá no aeroporto, segundo o site de notícias Casbah Tribune.
Nesta segunda-feira, Leão XIV rezará de maneira privada na capela dos 19 "mártires da Argélia", padres e religiosos assassinados durante a década de guerra civil (1992-2002), símbolo do preço pago pelos religiosos comprometidos com o diálogo com o islã.
Mas não está programada uma visita ao mosteiro de Tibhirine, cujos monges foram sequestrados e assassinados em 1996, um episódio que nunca foi completamente esclarecido.
Na peregrinação mais pessoal, o papa viajará na terça-feira a Annaba (leste), perto da fronteira com a Tunísia, a antiga Hipona, onde Santo Agostinho foi bispo.
Em seu primeiro discurso do pontificado, Leão XIV se apresentou como "um filho de Santo Agostinho", em referência à ordem que leva seu nome.
Antes de sua eleição, Robert Francis Prevost visitou a Argélia duas vezes como dirigente dessa ordem, fundada no século XIII, inspirada na vida comunitária.
Em Annaba, ele visitará o sítio arqueológico de Hipona, onde são conservados vestígios da cidade romana e cristã, e celebrará uma missa na basílica.
L.Maurer--VB